Nessa sexta lançou um filme mega fofo na Netflix baseado no livro da Jenny Han,Para todos os garotos que já amei (clica no link para ver a resenha).
Sabe quando você gosta muito de uma história e fica pensando em como seria se virasse filme. Mas aí quando anuncia dá um frio na barriga, porque você acha que talvez estraguem seu livro bonito.
Mas dessa vez o filme me agradou.O filme é mega fofo, gente. Tem várias coisinhas diferentes do livro? Claro que tem. Mas o principal está ali.Menos...
Spoiler ( selecione a linha abaixo,se quiser ler )
...Menos a amizade bonita dela com Josh. Na verdade faltou boa parte dessa amizade deles no filme, para mostrar o porquê Lara Jean não poderia/queria ficar com ele. Assim como não mostra a pressão de Margot, a irmã dela, para Lara ser perfeita e ter as notas perfeitas.E não tem a cena de Harry Potter.
Se você já leu o livro, sabe o enredo. Se não, segue um bem resumido,para você saber.
Imagine se todos os seus crushes descobrissem a sua paixão por eles, e todos ao mesmo tempo! É o que acontece com Lara Jean Song Covey quando as cartas de amor que ela escreveu para cada garoto que já amou acabam sendo misteriosamente enviadas. Esta adaptação do best-seller de Jenny Han é estrelada por Lana Condor (Alita: Anjo de Combate, X-Men: Apocalipse) e Noah Centineo (Sierra Burgess é uma Loser, Os Fosters – Família Adotiva). Direção de Susan Johnson.
O filme mostra Lara Jean (Lana Condor), indo para seu terceiro ano, sem a sua irmã mais velha Margot (Janel Parrish), com quem sempre se sentava na hora do almoço. Com sua amizade estranha com Josh ( Israel Broussard), e , tirando sua melhor amiga - e única -que é meio louca, Chris, ela não tem mais ninguém na escola. Até que Peter K. ( Noah Centineo) receber uma das cartas de amor de Lara Jean.
Essa cartas, Lara escrevia para seu crush no momento. Ela sentia que assim que colocava no papel, seu amor acabava e ela poderia continuar como se nada tivesse acontecido. E assim deixava endereçadas em uma caixa de chapéu que sua mãe lhe deu para que guardasse coisas especiais.Até que um belo dia, suas cartas são postadas no correio.
Alguns dias depois, os tais garotos começam a procurar Lara: alguns de um jeito bom, outros não de um jeito que ela gostaria. E, entre desmaios, fugas e namoro fake, Lara aprende muito sobre ela mesma.
Como eu disse, o filme é muito fofo. É bem sessão da tarde, de um jeito bom , claro. É aquele tipo que você sempre vai parar o que estiver fazendo para assistir haha.
É bobinho? É . O tema é daquele batidos? É. Tem aquelas cenas piegas que deixam seu coração quentinho? Tem. Tem cenas que fazem seu coração apertar e até rolar umas lagriminhas? Tem.
Então assistam. É lindo, gente. E tem Jonh Corbett no elenco... please... sou apaixonada por ele.
Sempre amei comédias românticas, então sou suspeita. Mas há tempos, não via uma comédia romântica adolescente, feita para adolescente mesmo. Afinal nem todos eles vivem de fantasia e ficção.
E antes que comecem com discurso, de que faltou aprofundar em temas pesados, vamos lembrar aqui, que adolescentes também precisam de filmes que entretêm, filmes leves e sem temática pesada.
Vamos dar aos nossos jovens um pouco de paz, vamos deixá-los com filmes bonitinhos, assim como nós , com mais de trinta, também tivemos em nossa época, como "As patricinhas de Beverly Hills", " 10 coisas que eu odeio em você" " O diário da Princesa", "Meninas Malvadas" " Ela é demais" "Nunca fui Beijada" entre outros.
Enfim, amei o filme. E espero que assistam porque ele é mega lindo!! Ah e tem cena extra depois dos primeiros créditos ;)
É engraçado como um livro, a primeira vista despretensioso, pega você de jeito, a ponto de não conseguir para de lê-lo até terminar. Simplesmente Acontece, antes chamado de Onde Terminam os Arco Íris, que eu li a muito tempo atrás, da irlandesa Cecelia Ahern, de P.S Eu te Amo, é assim.
E claro depois de ler esse livro fofissimo, eu não podera deixar de assistir o filme , que tem a Lily Colins , e o gatissimo Sam Claflin como protagonistas.
Mas vamos por partes.
LIVRO
O livro conta a história de Rosie e Alex, amigos desde que tinham sete anos, e que praticamente vivem grudados um no outro, se separando quando Alex, aos 17, precisa se mudar de Dublin para Boston, por causa do emprego do pai. Mesmo com essa separação forçada, eles não perdem o contato. Inclusive fazem planos de Rosie ir para Boston, cursar a faculdade lá, uma vez que Alex vai estudar medicina em Harvard.
Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, Rosie engravida, no seu baile de formatura, de uma cara que estudou com eles a vida inteira, e que como Alex não pode vir, ela foi com ele e se embebedou e por aí foi.
Após essa descoberta, todos os planos de Rosie, vão por água abaixo, e agora ela é mãe de Katie, aos 18 anos, morando com os pais, o pai da filha dela, fugindo para Ibiza, enfim, um caos. Enquanto isso Alex, está na faculdade, conhece novas pessoas, inclusive a mulher com quem se casa, tempos depois.
O bonito dessa história, é que mesmo com todas as brigas, discussões, o dito, o não dito, eles continuam amigos. Eles continuam a saber tudo um do outro, até mesmo o que eles sentem, sem que precisem dizer com todas as letras. O destino os aproxima e os separa com a mesma intensidade, você sabe que eles são loucos um pelo outro mas sempre acontece algum imprevisto, sempre tem um empecilho.
A vida só apronta com Rosie, quando você acha que está tudo bem, aí vem a vida e dá outra rasteira, o que é engraçado porque com Alex, a vida não é tão injusta assim, mesmo com uma profissão que não deixa tempo para nada, relações fadadas a terminar, ele tem uma vida boa., já Rosie ela sofreu um pouco mais, com falta de emprego, uma marido muito bleh, ser mãe jovem, ver as pessoas seguindo planos e ter uma carreira, coisa com a qual sempre sonhou, mas mesmo assim, ela não deixa de lutar e ter uma meta que é ter seu próprio hotel.
A história dos dois percorre todo o livro através de uma forma bem peculiar de narrativa. Entendam que a história deles, é contada através de bilhetes, emails, chats, sms, cartas. Escrita por eles e sobre eles, por amigos e família. E você morre de rir com algumas partes, assim como você se emociona em outras.
Personagens que eu preciso destacar?? Ruby, a amiga de Rosie, que é muito engraçada e que fala a verdade na cara de Rosie. Katie, a filha de Rosie, que acompanhamos nascer e crescer, afinal ela é o amor da vida da mãe, a vida de Rosie passa ser em torno dela. E o irmão de Alex que é uma figura. Adorei ele. Os pais lindos da Rosie, que são mega apoiadores e super a incentivam.
FILME
O filme é bem parecido com o livro, porém, entretanto, contudo, Rosie aqui não sofre tanto como no livro, além de ficar com aquela cara jovem o filme todo, haha.
E no filme, logo de cara você já percebe o clima entre eles, no livro não, demora um pouco. Algumas coisas também mudam, como a vida de Alex, a forma como Rosie conhece Ruby, o emprego de Rosie. Katie é loira no filme, mas tem cabelos escuros no livro. O que é claro são detalhes. A única coisa que fiquei meio assim, é que a história se passa na Inglaterra e não na Irlanda, como no livro. Sorry, mas sou Team Irlanda, adoro aqueles país.
O filme é mega fofo também. Lily Colins está uma excelente Rosie - mas aquela sombrancelha dela, só por Deus - , Sam Claflin está um Alex gatissimo. E o filme mostra muito bem o que o livro deixou claro, que eles se entendem de uma forma que ninguém mais os entende, um encontra no outro o apoio, ou alguém para quem contar os pensamentos malucos.
Super Indico, claro. Mas leiam o livro e assistam o filme. Ou pode ser o contrário. Um complementa o outro. Faz você ampliar um pouco a história.
Sim, hoje após quase TRÊS anos deste POST, finalmente li o livro e assisti o filme, 50 Tons de Cinza.
Mas como falar de um livro/filme que é amado veemente pelos fãs ao mesmo tempo que é criticado veemente pelos que odeiam??
Porque sinceramente, eu achei OK tanto o livro como o filme. Nada como matar ou morrer pela história, eu achei... olha eu colocando a carroça na frente dos bois... vamos por partes.
LIVRO
Para quem ainda não sabe, o livro conta a história da inocente Anastasia Steele, que logo de início, vai fazer uma entrevista, no lugar da sua bela amiga Kate, com o magnata Christian Grey, um jovem empresário milionário. É claro que Ana, que é tímida, nem sabe quem é o moço, então dá algumas bolas foras, além de cair aos pés do moço, literalmente.
Porém Christian, se encanta com a moça, e passa a persegui-la - não achei outra palavra para o que ele faz - até que a leva pra sua casa para passar a noite e apresentá-la ao seu "modo de vida", e ao seu quarto vermelho da dor. Ele tem algumas regras para isso, ela não pode tocá-lo, ele não faz sexo baunilha ( o sexo normal ), e ele não dorme na mesma cama. Nem preciso dizer que ele faz tudo isso com a Ana.
Enquanto detalhes do contrato de dominador e submissa vão se apresentando, Grey vai contando pedaços da sua vida, coisas que o levaram a ser como ele é.
Ok, minha opinião. Christian tem sérios problemas psicológicos. Ele é como um psicopata, ele só não mata. Mas ele acha que Ana é dele, mesmo com todos os presentes caros e surpresas, que levariam a pensar que ele é romântico, mas que eu penso que é para que Ana não fuja dele, que ela esteja sempre na sua mira. E ai dela se sair um pouquinho da linha.
Também me incomodou que Ana, uma virgem, tenha aceitado tão bem, ser açoitada, quando ela ainda nem sabia muito bem o que era fazer sexo. Ela não tinha essa experiência. No mínimo, eu iria sair correndo se fosse minha primeira vez. Ou quando ele a segue até a casa da mãe, gente, o cara é um stalker.
Eu comecei a ler esse livro mais ou menos na época que ele foi lançado, mas a Deusa interior da Ana me irritou profundamente, sério, daí eu abandonei o livro. Voltei a ler semana passada para lançamento do filme. E mesmo tendo me irritado de novo, fui até o fim , e valeu a pena, porque após a fase de irritação profunda, no final, Ana se torna uma garota forte, sem tanto mimimi.
E é aí que comecei a realmente pensar nas "sombras" do Sr Grey, os motivos e em como isso moldou sua vida. Confesso que fiquei com medo dele, ele não é equilibrado na vida pessoal, ele só mantém todos a distância, porque não quer mostrar sua verdadeira personalidade, ou talvez porque ele não se sinta á vontade mostrando um lado seu que ele acha fraco, que acabaria com seu lado "dominador". Enfim, acho que esse livro deve servir de base para algum estudo psicológico, porque a história pode ser meio tonta, mas esse personagem, é muito profundo.
FILME
Pois bem.
O filme é fiel ao livro, tirando umas ceninhas aqui , mexendo em outras ali para dar liga, mas a essência é a mesma. O cara lindo e ryco que se encanta pela tonta inocente jovem, e a leva para seu mundo de dor e prazer e bla bla bla.
Não me entenda mal, gostei do filme, ri muito porque o filme tem as suas tiradas, não tem o mimimi interno da Ana, nem a sua maldita Deusa interior saracotendo , mas assim como no livro, não gosto muito da parte transtornada de Grey, para mim ele precisa de tratamento psicológico. Porque ele tem um trauma, e ele precisa falar sobre isso, tudo bem que ser abusado as 15 anos, não tenha sido o melhor para ele. Nessa parte eu concordo com a Ana, a Sra Robinson é pedófila.
Mas o filme está mais para o lado romântico que o lado HOT. Tem cenas de sexo apimentado, tem. Tem Grey dando umas palmadas, umas cintadas e chicotadas na Ana? Tem. Mas o filme mostra em foco, como ela muda algumas coisas na essência de Grey. Ele tem um lado fofo, que gosta de andar de mãos dadas, fazer surpresas para ela, dá presentes caros, mas ao mesmo tempo ele quer torná-la submissa a ele, ele quer mandar nela. meioDr Jekyll and Mr Hyde. E o filme deixa isso bem claro, mas claro que no livro, eu acho. Dakota, está uma excelente Ana, a mesma cara de songa, mas que vai ficando mais espertinha, que se apaixona pelo Sr "eu não faço amor. Eu fodo. Com força" - deixa eu só fazer uma pausa que eu ri pra caramba nessa parte, muito ridículo ao se pronunciar em voz alta - Já o gotoso Jamie, está um Grey meio tenso, talvez pelo papel, talvez pelo clima tenso das cenas, mas em algumas cenas você sentia que ele não estava tão confortável. Mas ele é fofo. E vamos falar sobre as palmadas e cintadas. Vi muita gente falando que o filme incita a violência doméstica. Recomendo que leia sobre o mundo BDSM. Ele não faz nada sem o consentimento dela. Ela tem a palavra segura, e pode parar quando ela quiser. A surra de cinta, ela que pede, mas que seja. Confesso que as coisas toscas como revirar os olhos podem ser um motivo besta para ele dar umas palmadas, mas pelo menos no livro, ele avisou que aquilo era como ela desafiar ele, algo do tipo. Enfim, se você acha que realmente é violência doméstica, não assista. Quem entra nesse mundo BDSM, sabe o que vai encontrar. Mas não tentem isso em casa, crianças! A única coisa que não gostei, foi quando ele conta de como conseguiu aquelas marcas no peito - sim é do personagem , não berebinhas do ator -, não teve a cara de choque dela, a cara de dor sabe, não teve emoção. E gente, a Ana precisa de uma depilação urgente nas partes baixas, ou dar uma parada, é meio tenso de ver, nem que seja de relance, porque tirando as bundinhas e peitinhos, não aparece nada além disso. Fiquem tranquilos. CENA TOP: A cena em que eles estão no planador, é linda. É romântica, é divertida, com aquele fundo musical então, ficou muito show. Outra cena que ficou show foi a cena no quarto vermelho com a música de Beyoncé, covardia fazer aquilo haha
opa, não é esse.
Bom resumindo,
Eu aconselho a ler o livro e assistir o filme. Mas atenção, se você leu o livro, e viu os traillers e não curtiu, não assista, sei que Jamie não é o Grey da sua imaginação, além de ter cenas que ficam melhor na imaginação mesmo. Agora se você não quer ler, não leia, vá direto assistir o filme, você vai gostar. Ou se você detesta, e não vai ver ou ler de jeito nenhum, ok. Qualquer que seja sua opção, ouça a trilha sonora, é muuuuito boa. Beijos Beijos
Hoje vou falar de uma história muito querida por mim, e que sempre foi o conto de fadas que eu mais gostei.
A Bela e a Fera, é um dos contos mais antigos que se tem conhecimento e ninguém sabe ao certo quem o inventou. Embora muitos achem que foram os irmãos Grimm que o publicaram, na verdade surgiu pela primeira vez em 1740, na França, por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve. Porém a versão mais conhecida deste conto de fadas é de 1756, escrita por Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, que deu uma resumida e mudou uma coisinha ou outra - na verdade muuuitta coisa - da obra de Villeneuve.
Obviamente já saiu muitos filmes - muitos sairão - desse conto incrível. O mais conhecido é o da Disney, na qual lindos e fofos objetos encantados dão vida ao castelo, deixando o conto mais fofo do que sombrio, como ele é na verdade - e que eu já assisti milhares de vezes.
Pois bem, há algum tempo ouvi um rumor que sairia um filme francês desse conto - da versão Beaumont , e claro, fiquei louca de curiosidade , já que é uma história francesa, e a língua française est trés jolie.
O filme estreou esse ano e já fui assistir logo na primeira semana, o único problema foi que as sessões legendadas estavam em um unico cinema e as 21h30 da noite, as outras cópias eram TODAS dubladas. Enfim vi legendada, o que aumentou a sensação de " boniteza " do filme. Sério, eu saí encantada pela fotografia, pelo figurino - que vestidos MAIS lindos.
Pelo elenco espetacular - a fera não é um príncipe lindo como da Disney, mas é pegável rsrs .Os atores dão um show de talento, já tinha assistido outros filmes do Vincent Cassel - sou muito fã dele.
Os irmãos de Bella são daquele tipo que você quer dar uns apertões sabe rsrs
E como não podemos deixar de notar os efeitos especias são maravilhosos, ainda mais sabendo do baixo orçamento do fillme. Sério, a Fera te assusta uma cena. Tem a cena de dança dos dois , mas não tem uma imensa biblioteca - meu sonho de consumo. Por outro lado conta a história da Fera com direito a flashbacks.
Mas quem roubou meu coração mesmo foi os bichinhos. Ai que coisa mais gotosa da vida!!
Super Indico para os fãs da história <3
Seu quiserem ler a tal versão de Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, na qual se baseia o filme, clique AQUI.
Começo hoje já avisando que se você não é fã de Austen, Mr Darcy, Lizzie Bennet e companhia, devo alertar que talvez não goste desse livro e do filme. Ou tem que pelo menos ter uma noção de quem são para poder aproveitar a leitura e /ou o filme. Conheci Mr Darcy quando tinha uns 14 anos lendo O diário de
uma princesa – aliás muitos dos livros clássicos que li foi por causa da
princesa Mia -, logo depois li “ O diário de Bridget Jones” , no qual a surtada
protagonista morre de amores por Mr Darcy – tanto o dela como o da Jane Austen.
Então peguei Orgulho e Preconceito para ler. Desde então, já
li uma milhão de vezes – exagerada – e me apaixonei pelo Mr Darcy de Austen.
Aliás conheço muita gente que adora ler romances históricos e que se encantou
com Mr Fitzwiliam Darcy, que não é um mocinho perfeito.
Capa Portuguesa
Capa Brasileira
Enfim, quando fiquei sabendo que Shannon Hale, que escreveu
o bonitinho Academia de princesas, que eu gostei, tinha escrito um livro sobre
uma mulher obcecada por Orgulho e Preconceito, e consequentemente por Colin
Firth, que fez um dos filmes adaptados, decidi que precisava ler este livro,
mas como ele ainda não havia saído no Brasil, comprei pelo Wook – e depois quis
me matar né quando o livro foi lançado três meses depois pela Editora Record.
Bom mas chega de enrolar e vamos a História do livro.
Jane Hayes é uma americana de 33 anos que mora em Manhatan,
é design gráfica, não tem namorado,
nunca se casou, e é completamente apaixonada por Orgulho e Preconceito. Quando
descobre que sua tia-avó Carolyn morreu e deixou uma herança para ela, ela já
começa a fazer mil planos. Até que descobre que Carolyn, sabendo dessa sua
fixação por Mr Darcy, deixou para ela não dinheiro, mas sim uma estadia paga em
Pembroke Park, um lugar onde fão de Jane Austen podem viver como se estivessem
em 1816.
A Sra. Wattlesbrook sorriu e deixou à mostra as duas fileiras de dentes amarelados. Jane piscou. Condições financeiras? Tipo habitual de hóspede? Ela se obrigou a fazer uma respiração de ioga, sorriu de volta e pensou em homens de roupas antigas
Em primeiro lugar tenho que dizer que gostei do livro, porque como eu ADORO Orgulho e
preconceito, consegui me colocar no lugar da Jane, embora eu não seja obcecada
por Mr Darcy rsrs
Aqui estava ela em um novo começo, com os dedos encolhidos na beirada do trampolim. Estava pronta para mergulhar. Adeus para a lista estranha de namorados numerados e para a intensidade mutante e inspirada por Austen que a levara de um fim a outro. Ela estava confiante de que essas férias, ao contrário de qualquer um dos relacionamentos anteriores, teriam um final feliz.
A história é contada de uma forma bem despretensiosa e
engraçada. Os primeiros capitulos conta como foi que ela chegou a Pembroke, e
depois no começo de cada capítulo, um rápido resumo de seus amores e como
terminaram – para depois contar como Jane está se saindo.
Tem muitas situações engraçadas, afinal pensem em como seria
se nós vivessemos no século XIX, sem tecnologia. Agora imagine uma design
gráfica, é lógico que tinha que ter até celular contrabandeado.
Com o passar dos dias Jane descobre que nem tudo é um mar de
rosas. Principalmente depois que ela conhece o jardineiro bonitão, Martin. E o
intragável mas atraente Mr Noble – que eu achei um fofo.
Ela revirou os olhos, mas pegou a mão dele. Na primeira vez que ele tocou na cintura dela, ela levou um susto. Não havia nada de passivo no toque dele, nada de fraco. Ela estava ciente da mão dele da mesma forma que costumava ficar constrangida com o olhar dele procurando-a. Era no mínimo surpreendente.
Miss Charming é um personagem á parte, ela é uma senhora
rica bem louca. Ri muito com ela. A amiga de Jane, Molly, também é legal,
ironica , me simpatizei muito com ela.
Austenlândia foi uma leitura rápida e divertida, com final
fofo. Tem uma continuação que eu ainda não li, e ainda não tem previsão de
lançamento por aqui. Mas parece ser bem bonitinho.
Já o filme baseado neste livro, descobri quando estava assistindo The Lizzie Bennet Diaries, uma web série que também vai ter o livro lançado aqui no Brasil pela Record - mas isso é outro assunto - enfim , lógico que fiquei feito uma louca procurando e muito depois de eu ter desistido, achei o dvd por acaso...
Então eu assisti e devo admitir que gostei dos dois, porque ao mesmo tempo que contam a mesma história, não é do mesmo jeito.
Não me entendam mal, eles são bem parecidos, mas algumas coisas que eu gostei no livro mudam por exemplo na história é Jane quem paga a viagem com suas economias - e sim a amiga dela está lá - mas a avó dela não. Gosto mais da personalidade de Jane no filme. Mas o devo admitir que o final do livro me agradou mais.
O filme tem mais ação que o livro o que o torna muito divertido assisti-lo.
Assistam o Trailler. E depois decidam se vão ver ou não. Eu gostei.
Quando vi o trailler de "O doador de memórias" vi um cenário que estou cansada de ver ultimamente: totalmente distópico e com alguma ação. Então descobri que a Arqueiro iria lançar o livro. Como adoro ficar fuçando na net , descobri, para meu encanto , que na verdade era um relançamento, de 1993. Daí me empolguei com a leitura, afinal não seria a mesma história batida. Já com o filme fiquei com o pé atras e já explico o porque.
Então quando ele chegou para mim, vi um livro fininho de 185 páginas - nem preciso dizer que li em pouquíssimo tempo, no mesmo dia que chegou né. Porém para o meu espanto descobri que era parte de uma série, que estou aguardando ansiosíssima, já que esse livro termina no ápice.
VIu , fininho o livro.
Pois bem vamos a história do Livro.
Jonas tem 12 anos e a vida para ele começa a se desenrolar, afinal no seu mundo, é com essa idade em que se é atribuído para a profissão de sua vida, para qual ele vai estudar. As profissões são dadas pelos anciões, de acordo com seu comportamento, durante a Cerimônia de atribuição.
Jonas vive num mundo que não conhece o que são sentimentos, assim como guerra, fome, festa, cores. Eles só conhecem algo como chamado de mesmice. Ou seja, todos tem a mesma coisa.
Lily, porém, não sentira raiva, agora Jonas sabia. Impaciência e exasperação superficiais, nada mais do que isso, fora o que sentira. Tinha certeza disso porque sabia o que era raiva de fato. Nas lembranças, vivenciara a injustiça e a crueldade e reagira com uma raiva que subira com tamanha força dentro de si que a ideia de discuti-la calmamente na hora da refeição da noite seria impensável. “Eu me senti triste hoje”, ouvira sua mãe dizer, e eles a consolaram. Mas Jonas experimentara tristeza de verdade. Sentira um grande pesar. E sabia que não havia consolo rápido para emoções assim. Eram mais profundas e não precisavam ser expressadas. Eram sentidas.
A unidade familiar deles é composta por um pai, uma mãe e até dois filhos. As crianças nascem de mães biológicas, que depois vão para uma triagem no Centro da Infância e daí passam a ser designados para uma unidade familiar.Quando os filhos crescem, esses "pais", vão morar num outro local, denominado Adultos sem filhos - super criativo - e quando ficam velhos vão para a casa dos Idosos.
Para Jonas, como todos os outros, não existe outra forma de se viver, até que coisas estranhas começam a acontecer com ele, e com seus melhores amigos Asher e Fiona não. E na sua cerimônia de atribuição ele recebe uma "honra" ao ser escolhido como novo Guardião de Memórias.
É somente quando ele começa a ser treinado, que ele realmente começa a abrir seus olhos. Ele começa a ver cores, sentir coisas e descobrir coisas horríveis, com as quais ele convivia sem saber.Sua função é receber todas as memórias do velho Doador para que ele no futuro, oriente os dirigentes qual é o melhor caminho.
- Adquirimos controle sobre muitas coisas. Mas tivemos de abrir mão de outras.
O problema começa quando ele percebe que vai ter que carregar esse fardo, bom e ruim. E por isso ele tenta mudar as coisas. Primeiro da forma fácil, depois da forma mais difícil.
A autora Lois Lowry fez personagens muito carismáticos e muito bem construídos, as cenas são bem detalhadas, tanto que você consegue visualizar a cena perfeitamente. É um perfeito cenário distópico só que sem tiro, porrada e bomba se é que me entendem.
Adorei o livro. Ele termina com aquele gostinho de quero mais.Embora seja narrado em terceira pessoa, o livro da a sensação de ser o Jonas contando.
Analisando mais profundamente a história, você percebe uma crítica velada. Como nós ás vezes, fechamos os olhos e fazemos o que o Sistema manda, porque é cômodo.Como quando tentamos abrir os olhos das pessoas, quando descobrimos a verdade, e elas te acham maluco e seguem acomodadas, E que o mundo que você conhecia, talvez nunca tenha existido.
Bom agora sobre o filme.
Também gostei muito. Porém eles deram um UP na história.E isso você já vê no trailer. Por este motivo, enrolei para assistir o filme, ficando com o pé atras o tempo todo. Infundado, porque o filme é muito bom.
Colocaram um moço mais velho para fazer Jonas. Ou seja Jonas deve ter uns 17 anos no filme. E os amigos dele também estão crescidinhos, então é claro que vai mudar uma situação ou outra. A forma como um "possível" recebedor de memória também muda. Fora isso o foco da história é o mesmo.
Um ponto positivo para o filme entre livroxfilme, é que no filme nós temos no final, o que acontece com Jonas, ao mesmo tempo que na comunidade. E no livro só temos a visão do Jonas.
O filme tem um elenco maravilhoso como Meryl Streep, Jeff Bridges e uma apagada Katie Holmes.
Indico tanto o livro como o filme. Os dois são muito bons!!