Começo hoje já avisando que se você não é fã de Austen, Mr Darcy, Lizzie Bennet e companhia, devo alertar que talvez não goste desse livro e do filme. Ou tem que pelo menos ter uma noção de quem são para poder aproveitar a leitura e /ou o filme.
Conheci Mr Darcy quando tinha uns 14 anos lendo O diário de uma princesa – aliás muitos dos livros clássicos que li foi por causa da princesa Mia -, logo depois li “ O diário de Bridget Jones” , no qual a surtada protagonista morre de amores por Mr Darcy – tanto o dela como o da Jane Austen.
Conheci Mr Darcy quando tinha uns 14 anos lendo O diário de uma princesa – aliás muitos dos livros clássicos que li foi por causa da princesa Mia -, logo depois li “ O diário de Bridget Jones” , no qual a surtada protagonista morre de amores por Mr Darcy – tanto o dela como o da Jane Austen.
Então peguei Orgulho e Preconceito para ler. Desde então, já
li uma milhão de vezes – exagerada – e me apaixonei pelo Mr Darcy de Austen.
Aliás conheço muita gente que adora ler romances históricos e que se encantou
com Mr Fitzwiliam Darcy, que não é um mocinho perfeito.
Enfim, quando fiquei sabendo que Shannon Hale, que escreveu
o bonitinho Academia de princesas, que eu gostei, tinha escrito um livro sobre
uma mulher obcecada por Orgulho e Preconceito, e consequentemente por Colin
Firth, que fez um dos filmes adaptados, decidi que precisava ler este livro,
mas como ele ainda não havia saído no Brasil, comprei pelo Wook – e depois quis
me matar né quando o livro foi lançado três meses depois pela Editora Record.
Bom mas chega de enrolar e vamos a História do livro.
Jane Hayes é uma americana de 33 anos que mora em Manhatan,
é design gráfica, não tem namorado,
nunca se casou, e é completamente apaixonada por Orgulho e Preconceito. Quando
descobre que sua tia-avó Carolyn morreu e deixou uma herança para ela, ela já
começa a fazer mil planos. Até que descobre que Carolyn, sabendo dessa sua
fixação por Mr Darcy, deixou para ela não dinheiro, mas sim uma estadia paga em
Pembroke Park, um lugar onde fão de Jane Austen podem viver como se estivessem
em 1816.
A Sra. Wattlesbrook sorriu e deixou à mostra as duas fileiras de dentes amarelados. Jane piscou. Condições financeiras? Tipo habitual de hóspede? Ela se obrigou a fazer uma respiração de ioga, sorriu de volta e pensou em homens de roupas antigas
Em primeiro lugar tenho que dizer que gostei do livro, porque como eu ADORO Orgulho e
preconceito, consegui me colocar no lugar da Jane, embora eu não seja obcecada
por Mr Darcy rsrs
Aqui estava ela em um novo começo, com os dedos encolhidos na beirada do trampolim. Estava pronta para mergulhar. Adeus para a lista estranha de namorados numerados e para a intensidade mutante e inspirada por Austen que a levara de um fim a outro. Ela estava confiante de que essas férias, ao contrário de qualquer um dos relacionamentos anteriores, teriam um final feliz.
A história é contada de uma forma bem despretensiosa e
engraçada. Os primeiros capitulos conta como foi que ela chegou a Pembroke, e
depois no começo de cada capítulo, um rápido resumo de seus amores e como
terminaram – para depois contar como Jane está se saindo.
Tem muitas situações engraçadas, afinal pensem em como seria se nós vivessemos no século XIX, sem tecnologia. Agora imagine uma design gráfica, é lógico que tinha que ter até celular contrabandeado.
Com o passar dos dias Jane descobre que nem tudo é um mar de
rosas. Principalmente depois que ela conhece o jardineiro bonitão, Martin. E o
intragável mas atraente Mr Noble – que eu achei um fofo.
Ela revirou os olhos, mas pegou a mão dele. Na primeira vez que ele tocou na cintura dela, ela levou um susto. Não havia nada de passivo no toque dele, nada de fraco. Ela estava ciente da mão dele da mesma forma que costumava ficar constrangida com o olhar dele procurando-a. Era no mínimo surpreendente.
Miss Charming é um personagem á parte, ela é uma senhora
rica bem louca. Ri muito com ela. A amiga de Jane, Molly, também é legal,
ironica , me simpatizei muito com ela.
Austenlândia foi uma leitura rápida e divertida, com final
fofo. Tem uma continuação que eu ainda não li, e ainda não tem previsão de
lançamento por aqui. Mas parece ser bem bonitinho.
Já o filme baseado neste livro, descobri quando estava assistindo The Lizzie Bennet Diaries, uma web série que também vai ter o livro lançado aqui no Brasil pela Record - mas isso é outro assunto - enfim , lógico que fiquei feito uma louca procurando e muito depois de eu ter desistido, achei o dvd por acaso...
Então eu assisti e devo admitir que gostei dos dois, porque ao mesmo tempo que contam a mesma história, não é do mesmo jeito.
Não me entendam mal, eles são bem parecidos, mas algumas coisas que eu gostei no livro mudam por exemplo na história é Jane quem paga a viagem com suas economias - e sim a amiga dela está lá - mas a avó dela não. Gosto mais da personalidade de Jane no filme. Mas o devo admitir que o final do livro me agradou mais.
O filme tem mais ação que o livro o que o torna muito divertido assisti-lo.
Assistam o Trailler. E depois decidam se vão ver ou não. Eu gostei.























