Nessa sexta lançou um filme mega fofo na Netflix baseado no livro da Jenny Han,Para todos os garotos que já amei (clica no link para ver a resenha).
Sabe quando você gosta muito de uma história e fica pensando em como seria se virasse filme. Mas aí quando anuncia dá um frio na barriga, porque você acha que talvez estraguem seu livro bonito.
Mas dessa vez o filme me agradou.O filme é mega fofo, gente. Tem várias coisinhas diferentes do livro? Claro que tem. Mas o principal está ali.Menos...
Spoiler ( selecione a linha abaixo,se quiser ler )
...Menos a amizade bonita dela com Josh. Na verdade faltou boa parte dessa amizade deles no filme, para mostrar o porquê Lara Jean não poderia/queria ficar com ele. Assim como não mostra a pressão de Margot, a irmã dela, para Lara ser perfeita e ter as notas perfeitas.E não tem a cena de Harry Potter.
Se você já leu o livro, sabe o enredo. Se não, segue um bem resumido,para você saber.
Imagine se todos os seus crushes descobrissem a sua paixão por eles, e todos ao mesmo tempo! É o que acontece com Lara Jean Song Covey quando as cartas de amor que ela escreveu para cada garoto que já amou acabam sendo misteriosamente enviadas. Esta adaptação do best-seller de Jenny Han é estrelada por Lana Condor (Alita: Anjo de Combate, X-Men: Apocalipse) e Noah Centineo (Sierra Burgess é uma Loser, Os Fosters – Família Adotiva). Direção de Susan Johnson.
O filme mostra Lara Jean (Lana Condor), indo para seu terceiro ano, sem a sua irmã mais velha Margot (Janel Parrish), com quem sempre se sentava na hora do almoço. Com sua amizade estranha com Josh ( Israel Broussard), e , tirando sua melhor amiga - e única -que é meio louca, Chris, ela não tem mais ninguém na escola. Até que Peter K. ( Noah Centineo) receber uma das cartas de amor de Lara Jean.
Essa cartas, Lara escrevia para seu crush no momento. Ela sentia que assim que colocava no papel, seu amor acabava e ela poderia continuar como se nada tivesse acontecido. E assim deixava endereçadas em uma caixa de chapéu que sua mãe lhe deu para que guardasse coisas especiais.Até que um belo dia, suas cartas são postadas no correio.
Alguns dias depois, os tais garotos começam a procurar Lara: alguns de um jeito bom, outros não de um jeito que ela gostaria. E, entre desmaios, fugas e namoro fake, Lara aprende muito sobre ela mesma.
Como eu disse, o filme é muito fofo. É bem sessão da tarde, de um jeito bom , claro. É aquele tipo que você sempre vai parar o que estiver fazendo para assistir haha.
É bobinho? É . O tema é daquele batidos? É. Tem aquelas cenas piegas que deixam seu coração quentinho? Tem. Tem cenas que fazem seu coração apertar e até rolar umas lagriminhas? Tem.
Então assistam. É lindo, gente. E tem Jonh Corbett no elenco... please... sou apaixonada por ele.
Sempre amei comédias românticas, então sou suspeita. Mas há tempos, não via uma comédia romântica adolescente, feita para adolescente mesmo. Afinal nem todos eles vivem de fantasia e ficção.
E antes que comecem com discurso, de que faltou aprofundar em temas pesados, vamos lembrar aqui, que adolescentes também precisam de filmes que entretêm, filmes leves e sem temática pesada.
Vamos dar aos nossos jovens um pouco de paz, vamos deixá-los com filmes bonitinhos, assim como nós , com mais de trinta, também tivemos em nossa época, como "As patricinhas de Beverly Hills", " 10 coisas que eu odeio em você" " O diário da Princesa", "Meninas Malvadas" " Ela é demais" "Nunca fui Beijada" entre outros.
Enfim, amei o filme. E espero que assistam porque ele é mega lindo!! Ah e tem cena extra depois dos primeiros créditos ;)
Oieee, e como quinta é dia de filme no blog, no especial Halloween não poderia ser diferente.
Só que em vez de fazer resenha de um filme, vou dar indicçãoes de filmes que assisti, todos de suspense e terror que foram baseados em livros.
E olha que descobri que assisti muitos!!! E ainda por cima li os livros da maioria!!
Vamos lá , vou fazer em três tópicos =D
DARKSIDE
A linda da Darkside tem as mais lindas edições das histórias mais arrepiantes... olhando aquelas edições lindas, nem parece que a gente vai ficar com o coração nas mãos né.
Então vamos lá por ordem de lançamento dos livros.
Psicose
Engraçado como acreditamos saber tudo sobre uma pessoa só porque a vemos frequentemente ou porque temos uma forte ligação emocional com ela.
Você pode até nunca ter assistido o filme, mas com certeza conhece a trilha sonora e a cena do banheiro.
Psicose, o clássico de Robert Bloch, foi publicado originalmente em 1959, livremente inspirado no caso do assassino de Wisconsin, Ed Gein. O protagonista Norman Bates, assim como Gein, era um assassino solitário que vivia em uma localidade rural isolada, teve uma mãe dominadora, construiu um santuário para ela em um quarto e se vestia com roupas femininas.
O livro teve dois lançamentos no Brasil, em 1959 e 1964. Aos fãs do clássico filme homônimo de Alfred Hitchcock - um mestre magnífico, é leitura indispensável para entender a mente de Norman e o que o levou as decisões que tomou.
O livro é estremamente bem escrito e os personagens são muito envolventes e bem desenvolvidos pelo autor, principlamente Norman Bates.O filme é estremamente fiel ao livro, mas claro que como todo livro , tem a vantagem de ser bem mais detalhado e ter cenas que fica somente no nosso imaginário mesmo - e eu posso ser bem criativa *medo*.
Uma história curiosa envolvendo o livro é que Alfred Hitchcock adquiriu anonimamente os direitos de Psycho e depois comprou todas as cópias do livro disponíveis no mercado para que ninguém o lesse e, consequentemente, ele conseguisse manter a surpresa do final da obra.
Os Pássaros
Outro clássico que ganhou vida nas mãos de Hitchcock, e me fez ter um medo desgraçado de pássaros em geral.
Acreditem ou não,esta história é uma distopia. Originalmente publicado em 1936, esse romance distópico de Frank Baker, antecedeu o filme de Alfred Hitchcock por 27 anos, já que o filme só foi lançado em 63. O livro ganhou repercussão quando o autor ameaçou processar Hitchcock e Daphne Du Maurier, que aparece nos créditos do filme como sendo autora do conto “Os Pássaros”, no qual foi baseado o filme. Para deixar essa estranha coincidência com ares de plano macabro: Daphne era prima do antigo editor de Frank Baker, o inglês Peter Davies, e chegou a trabalhar com o parente.
Sendo baseado ou não, a verdade é que os dois são muito similares, e o autor nunca recebeu os louros da fama pela história. Afinal o livro é uma visão apocalíptica de Londres e tem uma idéia original muito bizarram. Quem em 1936, ou agora, imaginaria alguém sendo devorado vivo por pássaros??
No ano em que se celebra os 80 anos da primeira edição, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta o livro OS PÁSSAROS para todos os leitores e cinéfilos brasileiros apaixonados por um bom susto. Um retrato sombrio e acurado de uma Londres pré-Guerra, como se Baker conseguisse vislumbrar o futuro próximo de terror e feitos inomináveis apresentado pela Segunda Guerra Mundial.
Narrado em primeira pessoa por um dos sobreviventes do ataque mortal, o romance traça um panorama ao mesmo tempo irônico e crítico ao capitalismo e às sociedades ocidentais, que ainda se recuperavam da Primeira Guerra e da crise econômica iniciada com o Crash da Bolsa de Nova York, em 1929, mas seguiam cometendo barbaridades, em nome da civilização, em lugares como a África.
A edição da DarkSide® Books, em Limited Edition (capa dura) é fiel à versão definitiva, revisada à mão pelo próprio autor, em 1964. OS PÁSSAROS conta ainda com uma introdução feita por Ken Mogg, respeitado estudioso da obra de Hitchcock. Mais um livro imperdível da DarkSide®, editora responsável pelo primeiro relançamento de Psicose (2013), de Robert Bloch, no Brasil, depois de quase 50 anos.
Exorcismo / Exorcista
Este vai ter resenha aqui no blog, então não vou falar muito.
Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista.
Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty, lançada em 71, não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.
EXORCISMO é um livro exclusivo da DarkSide Books, que vem em capa dura e o padrão de qualidade quase psicopata da editora. Ele ainda vem com uma surpresa para os leitores mais audaciosos: uma reprodução da tábua Ouija que pode ser jogada usando o marcador de página.
A diferença entre o livro e o filme é bem nítido, enquando o livro tem uma pegada mais "analítica" o filme é mais emocional. Mas ambos são ótimos. Mesmo que eu não tenha me assustado com este filme, aliás assisti de boa...
Tubarão
Aqui está um dos meus pesadelos quando criança, afinal ninguém manda assistir escondido né?!
TUBARÃO é o clássico romance de Peter Benchley , de 74, que deu origem ao primeiro blockbuster de Steven Spielberg , em 75. Mas, mesmo antes do sucesso na telona, o frenesi alimentar de Jaws se transformou num fenômeno de vendas. O best-seller internacional foi o principal responsável em elevar a fera de barbatanas dorsais ao status de perfeita encarnação do mal. Se já existiu um bicho-papão na natureza, ele está dentro d’água.
Se você ficou com medinho do filme, se prepare porque o livro vai te deixar mais nervoso ainda. Você conhece o tubarão, a cidade de Amity, homens diferentes, uma romancezinho. Mas não se engane, o livro é sobre a luta da natureza e do homem. O final é simplesmente chocante
Ah, só uma coisa: não vá para a água.
Amityville
Esse também vai ter resenha aqui no blog, então segura aí.
Adaptada várias vezes para o cinema, a primeira vez em 79, e contando também com diversos spin-offs, a história de Amityville hoje é amplamente conhecida e é considerada um dos mais importantes relatos sobre casas mal-assombradas da cultura popular. No entanto, diversos detalhes da casa permanecem em segredo. Que presença maligna é essa que estava lá dentro? Só lendo AMITYVILLE para descobrir. O livro foi escrito em 77.
Aconselho a assistir a versão de 79, que embora não tenha muitos efeitos especiais, é bem mais fiel livro e lógico te dá muito mais pavor. Mas se você quiser mesmo ver o Ryan Reynolds na versão de 2005, vá em frente, ele é bom, só não é fiel ao livro, vale pelos efeitos.
Hellraiser
Esse livro é muito f***.
Escrito em 1986, HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason, Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de longe, o horror do cinema.
Clive Barker escreveu o romance HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e deu resultado”.
O livro é super curtinho, a leitura é rápida, fluida e direta. Já aviso que cena de sadomasoquismo, sexo e muito sangue.
Ok, tem uns errinhos na revisão? Tem.Tem algumas partes da tradução que irritam? Tem, mas nada que seja OMG! O mundo vai explodir! A diferença entre o filme e o livro, é que o filmes tem uns detalhes a mais e alguns pontos que foram melhores desenvolvidos.
Tá esses dois próximos, foram o inverso ( filme e livro) , mas são muito bons do mesmo jeito.Eles roubaram muitos noites de sono minhas quando criança... Sim, eu sei que não é um filme para crianças... mas eu sou rebelde haha
Sexta feira 13
O livro mostra o making of do primeiro filme, de 1980, como foi escolhido o nome, elenco , roteiro, e até mesmo o porque do nome Jason. Além disso claro, como foram produzidas as cenas, os perrengues do diretor, o que os atores fizeram depois do filme.
Fotos inéditas e centenas de depoimentos dos atores, membros da equipe e de fãs que também se destacaram no mundo do terror. A cada parágrafo, você vai se sentir andando pelos bastidores das filmagens.
Nunca mais olhei para uma máscara de hóquei com o mesmo olhar. Há mais de 35 anos, Jason Voorhees é sinônimo de terror. A lenda do assassino foi recontada inúmeras vezes em cinemas poeira, aparelhos de VHS ou em reprises nas madrugadas da TV. Ícone supremo dos slasher films (vá dizer isso pessoalmente para Leatherface, Freddy Kruegger ou Chucky!), Jason tem um currículo imbatível no número de vítimas: 146, desde a última contagem do portal Rotten Tomatoes. Aposto que você sabe tudo sobre ele. Será?
Leia SEXTA-FEIRA 13 [ARQUIVOS DE CRYSTAL LAKE] e tente não ficar na cabeça com o famoso efeito sonoro que prenuncia a chegada do assassino.
Ei, o que é isso atrás de você?
O massacre da Serra Elétrica
Esse é o que eu tenho mais medo... porque foi baseado em um história verídica =O
O cultuado O Massacre da Serra Elétrica marcou o inconsciente coletivo com seu serial killer mascarado. Em 1974, o filme de horror de baixo orçamento e sem estrelas causou pânico entre os censores, ao mesmo tempo em que arrancou dos fãs as mais diversas manifestações de júbilo e alegria, e continua ainda hoje tão poderoso e impactante quanto quando lançado.
O livro do músico e escritor Stefan Jaworzyn reúne histórias dos bastidores dos filmes da série, perfis do diretor e do psicopata que inspirou o longa, críticas da época, além dos relatórios que recomendavam a censura do filme, tudo amplamente ilustrado com fotografias raras e inéditas da filmagem e os cartazes que a obra ganhou mundo afora.
E Claro tem um bônus... que é a Annabelle!!!
Sim, este mês saiu pela Darkside ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS.
Não é de hoje que os fãs do terror conhecem Ed Warren e sua esposa, Lorraine. O casal foi retratado em filmes de grande sucesso, como Invocação do Mal, Annabelle e Horror em Amityville. Mas basta folhear as páginas de ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS para constatar que, muitas vezes, a vida pode ser bem mais assustadora que o cinema. Principalmente para aqueles que não têm a pretensão de negar fenômenos que nem mesmo a ciência é capaz de explicar.
Lançado originalmente em 1980, e até então inédito no Brasil, ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS é, sem dúvida, o mais completo dossiê sobre os exorcistas/caçadores de fantasmas mais famosos do mundo. Virou o livro de cabeceira do diretor James Wan (Jogos Mortais, Invocação do Mal 1 e 2, Annabelle), além de servir de fonte de inspiração para Vera Farmiga, que interpreta a Sra. Warren no cinema.
Nas páginas do livro, o leitor acaba se tornando um pouco mais íntimo de Lorraine Rita e Edward Warren Miney. Duas almas gêmeas que se completavam ao dividir, entre tantas coisas, a mesma vocação: oferecer ajuda espiritual aos possuídos e atormentados.
E claro aqui fica o trailler do filme, que me fez assistir um filme com a luz acesa, depois de muitos anos... Aquela boneca do capeta.
Dá para acreditar que a maioria desses filmes passava de boas na Tv, ás vezes as 15, 16 horas :o
E Calma aí que tem mais.... tem a segunda parte, com os outros dois tópicos, prometo que vão gostar ;)
Esta semana fui assistir o filme adaptado do romance de Jojo Moyes, Como eu era antes de você, já resenhado AQUI. E agora falo o que eu achei do filme.
Recado importante, JAMAIS vá com suas amigas bagunceiras, o filme já é engraçado aí com elas fica mais engraçado ainda e o único choro é das risadas que você tem que segurar porque tem gente que olha feio rsrsrs.
Recado dado, vamos falar do filme, que talvez tenha spoilers - sorry 'bout that .
Eu gostei do filme, achei ele muito fofo e é bem fiel ao livro, mas não consegui me emocionar tanto, seja pelas risadas com as meninas, seja porque no filme achei Will cruel. Sim, com o livro eu tive uma sintonia que não tive com o filme.
Talvez no silêncio do meu quarto, eu volte a assistir e finalmente as lágrimas caiam, como caíram com o livro, mas mesmo ele sendo bonito e me emocionar por alguns trechos, o filme é mais engraçado que triste. E não, eu não chorei. Acho que ando com o coração mais peludo que o normal.
O filme retrata bem Lou, com aquelas roupas engraçadas e coloridas, a meia de abelha. Aliás, Lou é a que é retratada mais fielmente de todos os personagens. Sua personalidade expansiva, sua criatividade nas roupas e sapatos - e bota criatividade nisso, o jeito estabanado e preocupado com todos ao redor. Enfim, conseguiram captar a personagem.
Já Will, embora tenha sido muito bem representado pelo gostosíssimo Sam Claflin, não me deixou aquele sentimento que o Will do livro deixou.Eu não me conectei com ele do jeito que deveria. Sério. O Will do livro te dá a deixa para entender o que ele fez - entender , não aceitar - já o do filme, me deixou com raiva pelo egoismo e crueldade.
Os outros personagens são bem representados principalmente Nathan, o enfermeiro/fisioterapeuta, ele deixa as cenas mais engraçadas, a irmã de Lou não é tão irritante como no livro, os pais e o avô de Lou são aquela fofura, assim como os pais de Will mão são tão desajustados como no livro. O pai é bem normal.
Mas vamos falar de Patrick. Não é que Mathew Lewis não tenha representado bem, é que eu tinha outra idéia de Patrick, assim como ele se tornou meio apagado do filme, mesmo a melhor cena sendo do jantar de aniversário da Lou, ele sendo um dos destaques. Ele não teve aquela coisa com a Lou, nem deixou ódio por ele gostar mais de esportes do que dela como no livro. Eu simplesmente não curti muito.
Não entendam mal, o filme é perfeito, engraçado e com cenas lindas, mas não me conectei com ele. Talvez quando eu o assistir pela segunda vez, eu me emocione, mas dessa vez foi mais as risadas mesmo. E o romance deles que é muito lindo, mas ficaria com muita raiva dele se não tivesse lido o livro antes.
Hoje no filmes e séries, vou falar de Convergente, que assisti essa semana.
Se você por acaso, não leu os livros e/ou não assistiu os filmes anteriores, não recomendo a leitura por conter spoilers.
Direção: Robert Schwentke
Após a mensagem de Edith Prior ser revelada, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade
O filme começa do ponto de onde o outro terminou, que é com a mensagem de Edith Prior , que havia um mundo fora dos muros que os cercam, e o que eles chamam de Divergentes , são na verdade a salvação para o mundo. Mas Evelin, a mãe louca do Quatro, fecha os portões e tenta restaurar as facções, como antes, mesmo que para isso ela tenha que brigar com Johanna, a ex lider da Amizade e sua aliada na queda da Erudição.
Johanna fica horrorizada ao ver sua amiga agir do mesmo jeito que Jeanine, então junta os seus aliados e volta ao seu antigo lar.
Em meio a execuções de antigos colaboradores de Jeanine, Quatro consegue resgatar Caleb antes de seu julgamento e os três, junto com Peter - que os força a levarem-no junto, Cristina e Tori conseguem atravessar a muralha e achar uma nova cidade, uma sociedade a primeira vista perfeita.
Só que essa sociedade aos poucos começa a mostrar um lado obscuro, e que vai contra tudo o que eles acreditavam.
Vou ser sincera, não lembro muito do terceiro livro que li faz mais de dois anos, mas gostei bastante, principalmente das tecnologias que apresentam na nova sociedade que eles encontram. A parte das armas, com aquela viseira e o chuveiro são sensacionais.
A história eu acredito que tenha mudado um pouco porque tem algumas coisas que pareceram estranhas a mim, e outras que senti falta do pouco que lembro, mas enfim, se você esquecer do livro, vai notar que a história está muito boa , cheia de emoção, adrenalina, e vontade de chacoalhar a Tris por ser tão ingênua.
O relacionamento dela com Tobias indo para o espaço e ela não percebe isso. Fica tão focada no diretor do lugar, David, que não percebe as manipulações do lugar. Nem o fato dela estar separada de todos porque ela é pura, e não danificada.
O Peter continua sendo o Peter, eu não consigo ficar brava com ele, ele é o que coloca humor no filme. Caleb, continua o chatonildo de sempre, mas dessa vez ele está no lado de Tris, até que se prove o contrário. Já a Christina está bem apagada, quase não pareceu na história.
Agora sobre a Margem, é bem diferente do que eu tinha imaginado. Não imaginava daquele jeito, que me lembrou muito o acampamento do começo do Star Wars VII. Já em Chicago, as facções pegando fogo, eu fiquei com ódinho da mãe do Quatro. Desculpe a palavra, mas ela está uma tremenda vaca neste filme. Acho que já tinha implicância com ela desde o livro.
O final do filme, que dá a deixa para o próximo, não deixa a desejar, mas também não deixa aquele gostinho de quero ver logo a continuação.
Momento periguetice :
O que é a costa do Quatro?? GZUIS . Não tem como você não ficar boquiaberta com aquelas costas tatuadas.
Momento periguetice já passou!
Eu gostei do filme, é bom, mas deve ser porque não lembro tanto do livro. Então assistam e me contem!!
Ah Até o dia 31/03 tem sorteio de um box da saga para vocês lá no insta do blog.