Ok, sim eu me rendi aos apelos do marketing literário e li Grey em três dias.

Poderia ter acabado antes? Sim. Poderia ter enrolado menos para ler? Sim. Poderia nem ter lido, se considerarmos a minha experiência anterior com 50 tons de cinza ( clique aqui para ler a resenha) ? Sim.

O que me levou a ler Grey, foi a minha curiosidade em saber o que se passava pela mente do perturbadíssimo Sr Grey. E o que descobri, as fãs talvez não gostem muito do que vou dizer, é que ele é arrogante e mimado, sobretudo pelas mulheres a sua volta, e não tenho medo dele, mas do que o dinheiro dele pode fazer.



Grey, se passa na mesma época do primeiro livro, então temos uma base da sequência dos eventos. O livro começa no dia em que Ana vai entrevistá-lo. Como ele não se irrita tanto, mesmo a garota tendo caído em seu escritório, estar mal vestida e obviamente não estar preparada para a entrevista.

O que mais me deixou chocada foi Christian já pedir a ficha dela e saber tudo da vida dela, e sair perseguindo a menina. Porque depois desse livro você vê que Ana não tinha a mínima chance de não cair nas lábias de Grey.

Ele simplesmente tem pessoas super competentes trabalhando para ele, então ele usufrui disso. Ele rastreia o celular de Ana com um simples telefonema, isso porque estava assistindo um jogo com Elliot, seu irmão. Ele decide que quer aquela garota para ele e pronto.

Ela não é sua submissa... ainda, Grey.

Depois que descobre que ela é virgem, achei que ele poderia maneirar, mas como nós sabemos, não foi assim. Ele é psicótico a ponto de querer estar cada segundo sabendo o que Ana faz, com quem fala, só que como ele tem dinheiro , ele pode fazer isso.

O passado dele também não é mostrado por inteiro , só flashes de pesadelos que ele tem quando não está com seu apanhador de sonhos , digo com Ana. Ele teve uma infância bem pesada, com violência, drogas, mas com a certeza que sua mãe o amava, afinal ele só tinha 4 anos.

Minha cama é fria. E eu estou com fome. Eu tenho meu cobertorzinho e os meus carros, mas não a minha mamãe. Quando é que mamãe vai chegar em casa.

E por mais que ele reforce que está adorando as "primeiras vezes " com ela, em nenhum momento ele se acha digno de amar e ser amado, então ele simplesmente joga o BDSM para cima da garota , e quer que ela aceite. Ele quer saber tudo sobre Ana, o que ela está pensando , sentindo, mas ele não fala nada. E fica reforçando seu passado escuro.

Eu peguei antipatia por ele. Ok, entendo que ele teve um passado difícil, mas o carinho que ele tem pela família é incrível, principalmente por Mia, sua irmã caçula.  Custa ele sentar e analisar o que sente pela garota, em vez de persegui-lá , ficar irritado sem necessidade, e se estressar sem motivo..

Ao contrário do livro anterior que a Ana cresceu no livro, e ficou bem mais forte, esse foi o contrário. Grey começa o livro prepotente, arrogante e exigente, já mais para o final, na minha opinião, ele ficou chato, repetitivo e parecendo extremamente mimado.

O final mostra um homem em toda a sua dor, porque ele se dá conta que empurrou Ana além dos limites dela, mas não vê que ela deu tudo dela e ele não fez isso. Ok, ele não consegue sentir se digno de ser amado, mas ele nem tenta de verdade. Tentasse por um tempo. Enfim, eu não curti. Ele é psicótico, manipulador e mimado, sem falar que tudo era motivo para ir ao encontro dela, e depois chegarem aos finalmentes.

Estou sorrindo com o gato Cheshire porra. Quando já estive nú ao lado de uma mulher e só conversei?

Falando francamente, parece que ele só pensa com o pau dele. # pronto falei.

O que me deixa mais irritada é que o cara é inteligentissimo, mas seu emocional é um horror, e não importa quantos analistas, psicanalistas, ele tenha, se ele não deixar ir , não vai.

A única coisa que eu gostei foi a troca de emails, que era quando, eu senti que ele era mais ele mesmo, sem armaduras, sabe.



A Família de Grey por outro lado, merecia um livro só deles. Os pais de Christian, Mia, Elliot e Kate, até Ethan, o irmão de Kate.

Se você ama o livro, você vai AMAR, esse livro.
Se você detesta o livro, vai detestar ainda mais.
Se você é como eu, e leu por curiosidade o primeiro, e para você não fede nem cheira,  não indico, a não ser que esteja curioso/a.

Beijos Beijos.

Ok, sei que ontem falei do filme e do livro 50 tons de Cinza, mas eu tinha que fazer um post SÓ da trilha sonora, que eu me apaixonei.



Fifty Shades of Grey (Original Motion Picture Soundtrack)




Ouçam é muito bom.

Estou escutando no repeat , Annie Lenox - E seu feitiço maravilhoso, Ellie Goulding - Lo, lo, love like you do  , Beyoncé -  seu sussurrante Oh Oh , Laura Welsh - Uh Uh Uh Undiscovered, ah escuto ele todo no repeat vai... hahaha

Aqui vai TODA a trilha sonora, escute ela toda, até os instrumentais... é perfeita.



Estou toda encantada ainda.

Beijos Beijos


Hoje vamos falar de um assunto polêmico.

Sim, hoje após quase TRÊS anos deste POST, finalmente li o livro e assisti o filme, 50 Tons de Cinza.

Mas como falar de um livro/filme que é amado veemente pelos fãs ao mesmo tempo que é criticado veemente pelos que odeiam??

Porque sinceramente, eu achei OK tanto o livro como o filme. Nada como matar ou morrer pela história, eu achei... olha eu colocando a carroça na frente dos bois... vamos por partes.

LIVRO



Para quem ainda não sabe, o livro conta a história da inocente Anastasia Steele, que logo de início, vai fazer uma entrevista, no lugar da sua bela amiga Kate, com o magnata Christian Grey, um jovem empresário milionário. É claro que Ana, que é tímida, nem sabe quem é o moço, então dá algumas bolas foras, além de cair aos pés do moço, literalmente.

Porém Christian, se encanta com a moça, e passa a persegui-la - não achei outra palavra para o que ele faz - até que a leva pra sua casa para passar a noite e apresentá-la ao seu "modo de vida", e ao seu quarto vermelho da dor. Ele tem algumas regras para isso, ela não pode tocá-lo, ele não faz sexo baunilha ( o sexo normal ), e ele não dorme na mesma cama. Nem preciso dizer que ele faz tudo isso com a Ana.

Enquanto detalhes do contrato de dominador e submissa vão se apresentando, Grey vai contando pedaços da sua vida, coisas que o levaram a ser como ele é.

Ok, minha opinião. Christian tem sérios problemas psicológicos. Ele é como um psicopata, ele só não mata. Mas ele acha que Ana é dele, mesmo com todos os presentes caros e surpresas, que levariam a pensar que ele é romântico, mas que eu penso que é para que Ana não fuja dele, que ela esteja sempre na sua mira. E ai dela se sair um pouquinho da linha.

Também me incomodou que Ana, uma virgem, tenha aceitado tão bem, ser açoitada, quando ela ainda nem sabia muito bem o que era fazer sexo. Ela não tinha essa experiência. No mínimo, eu iria sair correndo se fosse minha primeira vez. Ou quando ele a segue até a casa da mãe, gente, o cara é um stalker.

Eu comecei a ler esse livro mais ou menos na época que ele foi lançado, mas a Deusa interior da Ana me irritou profundamente, sério, daí eu abandonei o livro. Voltei a ler semana passada para lançamento do filme. E mesmo tendo me irritado de novo, fui até o fim , e valeu a pena, porque após a fase de irritação profunda, no final, Ana se torna uma garota forte, sem tanto mimimi.

E é aí que comecei a realmente pensar nas "sombras" do Sr Grey, os motivos e em como isso moldou sua vida. Confesso que fiquei com medo dele, ele não é equilibrado na vida pessoal, ele só mantém todos a distância, porque não quer mostrar sua verdadeira personalidade, ou talvez porque ele não se sinta á vontade mostrando um lado seu que ele acha fraco, que acabaria com seu lado "dominador". Enfim, acho que esse livro deve servir de base para algum estudo psicológico, porque a história pode ser meio tonta, mas esse personagem, é muito profundo.


FILME



Pois bem.

O filme é fiel ao livro, tirando umas ceninhas aqui , mexendo em outras ali para dar liga, mas a essência é a mesma. O cara lindo e ryco que se encanta pela tonta inocente jovem, e a leva para seu mundo de dor e prazer e bla bla bla.

Não me entenda mal, gostei do filme, ri muito porque o filme tem as suas tiradas, não tem o mimimi interno da Ana, nem a sua maldita Deusa interior saracotendo , mas assim como no livro, não gosto muito da parte transtornada de Grey, para mim ele precisa de tratamento psicológico. Porque ele tem um trauma, e ele precisa falar sobre isso, tudo bem que ser abusado as 15 anos, não tenha sido o melhor para ele. Nessa parte eu concordo com a Ana, a Sra Robinson é pedófila.

Mas o filme está mais para o lado romântico que o lado HOT. Tem cenas de sexo apimentado, tem. Tem Grey dando umas palmadas, umas cintadas e chicotadas na Ana? Tem. Mas o filme mostra em foco, como ela muda algumas coisas na essência de Grey. Ele tem um lado fofo, que gosta de andar de mãos dadas, fazer surpresas para ela, dá presentes caros, mas ao mesmo tempo ele quer torná-la submissa a ele, ele quer mandar nela. meio Dr Jekyll and Mr Hyde. E o filme deixa isso bem claro, mas claro que no livro, eu acho.

Dakota, está uma excelente Ana, a mesma cara de songa, mas que vai ficando mais espertinha, que se apaixona pelo Sr "eu não faço amor. Eu fodo. Com força" - deixa eu só fazer uma pausa que eu ri pra caramba nessa parte, muito ridículo ao se pronunciar em voz alta - Já o gotoso Jamie, está um Grey meio tenso, talvez pelo papel, talvez pelo clima tenso das cenas, mas em algumas cenas você sentia que ele não estava tão confortável. Mas ele é fofo. 

E vamos falar sobre as palmadas e cintadas. Vi muita gente falando que o filme incita a violência doméstica. Recomendo que leia sobre o mundo BDSM. Ele não faz nada sem o consentimento dela. Ela tem a palavra segura, e pode parar quando ela quiser. A surra de cinta, ela que pede, mas que seja. Confesso que as coisas toscas como revirar os olhos podem ser um motivo besta para ele dar umas palmadas, mas pelo menos no livro, ele avisou que aquilo era como ela desafiar ele, algo do tipo. Enfim, se você acha que realmente é violência doméstica, não assista. Quem entra nesse mundo BDSM, sabe o que vai encontrar. Mas não tentem isso em casa, crianças!

A única coisa que não gostei, foi quando ele conta de como conseguiu aquelas  marcas no peito - sim é do personagem , não berebinhas do ator -, não teve a cara de choque dela, a cara de dor sabe, não teve emoção. 

E gente, a Ana precisa de uma depilação urgente nas partes baixas, ou dar uma parada, é meio tenso de ver, nem que seja de relance, porque tirando as bundinhas e peitinhos, não aparece nada além disso. Fiquem tranquilos. 

CENA TOP: A cena em que eles estão no planador, é linda. É romântica, é divertida, com aquele fundo musical então, ficou muito show. Outra cena que ficou show foi a cena no quarto vermelho com a música de Beyoncé, covardia fazer aquilo haha


opa, não é esse.




Bom resumindo,



Eu aconselho a ler o livro e assistir o filme. Mas atenção, se você leu o livro, e viu os traillers e não curtiu, não assista, sei que Jamie não é o Grey da sua imaginação, além de ter cenas que ficam melhor na imaginação mesmo. Agora se você não quer ler, não leia, vá direto assistir o filme, você vai gostar. Ou se você detesta, e não vai ver ou ler de jeito nenhum, ok. Qualquer que seja sua opção, ouça a trilha sonora, é muuuuito boa.


Beijos Beijos



Heeeyy Passoinhas!!!

Todo mundo já embalado nas leituras em 2015?? Ou está esperando por AQUELE lançamento??

Bora ver o que a Editora intrínseca preparou para gente este mês.




Cinquenta tons de cinza – edição com capa inspirada no pôster do filme, de E L James: O primeiro volume da trilogia que vendeu mais de 100 milhões de exemplares em todo o mundo — 5 milhões apenas no Brasil — ganha nova capa, inspirada no pôster do filme estrelado por Jamie Dornan no papel de Christian Grey e Dakota Johnson como Anastasia Steele. O livro conta o início do apimentado romance entre Christian Grey, um bilionário charmoso e controlador, e a recatada estudante Anastasia Steele. [Leia trecho]
Sim, vai sair o livro novamente só que com  capa do filme... eu geralmente não gosto das capas novas, mas essa ficou bacanuda... mas se pudesse ter deixado só o bonitão... seria muito melhor XD
A nova república, de Lionel ShriverEm A nova república, a autora do consagrado Precisamos falar sobre o Kevin criou um cenário de guerra fictício porém não inverossímil. Em Barba, região ficcional de Portugal, um grupo separatista explode bombas como estratégia para conseguir sua independência e aterroriza a comunidade internacional com seus atentados e sua autodeterminação. A capital, Cinzeiro, abriga repórteres de toda parte, entre eles o recém-chegado Edgar Kellogg — advogado que trocou a carreira em Nova York pela imprevisibilidade do jornalismo. Hostilizado na infância por ser gordo, Kellogg construiu uma idolatria por personagens magnificentes. Enviado para substituir o excepcional repórter desaparecido Barrington Saddler, o novato reconhece nesse homem grandioso a figura que deseja imitar. [Leia trecho]
Parece ser muito realista demais , depois do que aconteceu na França, daquela vez na Espanha... Tenso.
Sniper americano, de Chris Kyle, Jim DeFelice e Scott McEwen: Best-seller do The New York Times e um dos livros mais comentados de 2013 na imprensa dos Estados Unidos, Sniper americano é considerado um dos relatos de guerra mais importantes da atualidade. Em uma década de serviço, incluindo diversas incursões ao Iraque e a outras zonas de combate durante a chamada guerra ao terror, Chris Kyle, atirador de elite dos Seals, alcançou o recorde de mais de 150 mortes confirmadas pelo Pentágono. No livro, ele fala da morte brutal dos companheiros, da ação como atirador e da frieza e da precisão que desenvolveu ao longo da carreira, lançando luz não só sobre a realidade dos combatentes como também sobre a dificuldade de readaptação dos que retornam ao lar. Em 2013, Chris Kyle foi assassinado por um veterano de guerra que sofria de transtorno de estresse pós-traumático. A adaptação cinematográfica do livro estreia no Brasil em 22 de janeiro em grande circuito. Com direção de Clint Eastwood e protagonizado por Bradley Cooper, o filme está entre os favoritos na corrida ao Oscar 2015. [Leia trecho]
Eita que esse mês tá tenso haha
A economia da desigualdade, de Thomas PikettyNeste livro, o economista francês Thomas Piketty, autor do celebrado O capital no século XXI, aprofunda-se em seu discurso sobre desigualdade e riqueza e o insere no centro do debate político. Revisto e atualizado continuamente desde sua primeira edição francesa, em 1997, A economia da desigualdade demonstra que o antagonismo esquerda/direita do debate político não reflete noções discordantes de justiça social. Na verdade, diz Piketty, trata-se de uma divergência essencial sobre quais mecanismos econômicos produzem desigualdade e de que maneira é possível melhorar as condições de vida das parcelas mais desfavorecidas da população. Com gráficos e tabelas bastante ilustrativos, a obra é mais uma aula valiosa sobre a natureza da distribuição de renda e o cenário econômico atual. [Leia trecho]
 
Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking: Lançado originalmente em 1988, Uma breve história do tempo vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo e ficou 237 semanas na lista dos livros mais vendidos do The Sunday Times. Considerado um dos mais importantes cientistas da atualidade, Stephen Hawking fez descobertas sobre a natureza do tempo e o funcionamento dos buracos negros. Suas teorias revolucionárias também elevaram seu nome ao patamar de gênios como Galileu, Newton e Einstein. Nesta obra, um clássico da divulgação científica, Hawking apresenta ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado para desvendar desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. A Teoria de Tudo, filme que narra a vida do celebrado físico e cosmólogo e é estrelado por Eddie Redmayne e Felicity Jones, chega aos cinemas brasileiros em 22 de janeiro. [Leia trecho]
 
Sonhos com deuses e monstros, de Laini TaylorNo desfecho da trilogia Feita de fumaça e osso, best-seller do The New York Times, dois mundos se equilibram na iminência de uma terrível guerra. Na Terra, os humanos recebem com êxtase os anjos e seu imperador, que pretendem angariar armas para um combate maligno. Jael nem desconfia de que, em Eretz, quimeras e Ilegítimos ensaiam unir forças na tentativa de alcançar a paz. Karou assumiu o controle da rebelião quimera e, ao menos na batalha contra o inimigo em comum, está, finalmente, ao lado de Akiva. É uma versão distorcida do tão antigo sonho dos dois, uma esperança de futuro para seus povos. E, talvez, para o amor que eles sentem renascer. [Leia trecho]
Ansiosíssima pelo final da trilogia... Fora que a capa é linda né *___*
As presas, de Andrew FukudaAndrew Fukuda vira do avesso o romance de vampiros e cria uma história assombrosa e original. Com a morte pairando sobre suas cabeças, Gene e os outros humanos precisam encontrar uma forma de sobreviver na Vastidão, uma área desértica e isolada, por tempo o bastante para escaparem dos predadores sedentos de sangue que os caçam obstinadamente na noite. Conforme a tênue linha entre inimigos e aliados se torna cada vez mais indistinta, uma coisa fica absolutamente clara: se quiser sobreviver, Gene precisará confiar em alguém além de si próprio. As presas é o segundo volume da eletrizante série A caçada. [Leia trecho]
Uiii.... quero este pra ontem...
Caixa de pássaros, de Josh MalermanRomance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante,que explora a essência do medo. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio.Ninguém é imune nem sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e seus dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que têm pela frente é assustadora: uma decisão errada e todos morrerão. [Leia trecho]
 Gente que livro é esse ?? Fantástico!!

Quero pelo menos dois desses... ou três...

Beijos Beijos


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