Oh. Meu. Deus. Cadê a continuação???


É assim que estou desde que terminei Jovens de Elite, primeiro livro da trilogia da Marie Lu, lançamento pela Rocco Jovens Leitores. E juro que achei que não seria tudo isso.



Jovens de Elite conta que há alguns anos uma forte febre, chamada de Febre do Sangue,  tomou conta de mais da metade da população , os adultos que a pegaram morreram e os jovens que sobreviveram se tornaram malfettos, sofreram alguma transformação em seus corpos, e alguns conseguiram poderes. Todos eles sofrem com o preconceito da sociedade, ainda mais os chamados Jovens de Elite, que são os que tem poderes especiais. 

A última coisa que preciso é que um assassino com as luvas salpicadas de sangue não goste de mim.

Adelina é uma desses jovens. Ela teve o olho retirado devido a febre, ficando om uma cicatriz no lugar e seus cabelos e sobrancelhas, ficaram acinzentados. Além disso, ela descobre que tem poderes, na noite que foge de casa, após descobrir que seu pai iria vendê-la como amante para um homem rico. O problema é que ela mata seu pai, e com isso ela acaba presa pela Inquisição, condenada  morrer na fogueira, como todos os malfettos.

Mas ela é salva por um grupo de Jovens de Elite, chamado de Sociedade dos Punhais, que querem tirar os atuais reis do poder, porque eles são os principais causadores de caça aos malfettos, além de outras atrocidades.

A Inquisição é coordenada por Teren, um malfetto, que acredita que os malfettos tem que morrer, afinal o lugar deles é no submundo, e que não há lugar para eles sem que todos sofram com o ódio dos Deuses. Ele também é um, mas trabalha a serviço da coroa. E que agora está atras de um grupo que está ameaçando a vida do rei e da rainha.

Vou encontrar todos vocês. Usarei tudo o que estiver ao meu alcance para salvar suas almas. Nasci para destruí-los

A Sociedade dos Punhais, são um grupo de Jovens de Elite comandado por Enzo, o príncipe Herdeiro, que foi afastado por sua família por ter se tornado Malfetto. Ele tem o poder do fogo. Junto dele, tem o lindo Rafaelle, que consegue sentir outros Jovens de Elite e as vibrações vindo das pessoas, e outros quatro com habilidades incríveis. Eles a aceitam como membro, agora ela é a Loba Branca, e trabalhará com eles. Será?


Ao todo, eles são seis. Espero sobreviver para ser a sétima.


Adorei o livro. E estou surpresa com isso, porque o livro me envolveu mesmo do meio para o final. Não que ele seja ruim no começo, mas é que eu não consegui me envolver tanto com Adelina, o contrário do que senti com Teren e Rafaelle, que simplesmente me encantaram. Até Enzo me deixou meio pé atrás.

O livro é narrado em sua maioria por Adelina, que não chega a ser a mocinha da história, ela está mais para uma anti-heroina, a maior parte da história ela treina com os Jovens de Elite, mas pensando em salvar sua irmã , que está no poder de Teren, na Torre da Inquisição, e que lhe dá prazos para que ela entregue informações em troca da vida de sua irmã, Violetta.

Adelina agora só tem Violetta, sua irmã caçula, já que sua mãe morreu da Febre do Sangue e seu pai pelas mãos dela. E ela quer salvá-la a qualquer custo. O problema é que ela acaba fazendo amizades com alguns membros como Lucent, Gemma, Michel e acima de tudo, Rafaelle e Enzo, por quem ela meio que se apaixona.

Mas a desconfiança de todos sobre ela, pesa muito. O dom dela é criar ilusões, mexer com as cordas tão tênues da realidade, além disso ela consegue se infiltrar no coração da pessoa fazendo com que ela o que ela quiser, e o poder dela se alimenta do medo e do ódio.O fato de Adelina não confiar tanto neles, os seus segredos, também a leva a se distanciar um pouco mais. 

Ela é meio volúvel por causa disso ou talvez ela já fosse, seu pai a desprezou e a maltratou muito depois da morte de sua mãe, enquanto tratava de Violetta como uma princesa, embora as duas fossem muito bonitas, somente Adelina ficou com marcas da Febre. E isso faz com que todos tenham um pouco de medo dela. Já que seu poder é muito grande, e ela poder ser muito poderosa se fizer tudo certo. 

Mi Adelineta - suspira Rafaelle. Ele se inclina , perto o bastante para que sua respiração aqueça a pele do meu pescoço. - Você foi mesmo beijada pela Lua e pela água.

Rafaelle é um personagem meio triste , embora ele tenha a função de encontrar novos jovens com poderes, ele também é responsável por , podemos dizer, cativar novos patronos a patrocinarem a ordem. E isso faz com que ele seja usado para outros fins. E ele é um doce.

Enzo é um personagem forte, mas eu não me conectei com ele direto, como aconteceu com os outros, ele foi me conquistando aos pouquinhos. O príncipe herdeiro fastado do trono, por seu antigo amigo e sua irmã, por causa dos seus poderes, ele encontra em Adelina uma força muito maior que a dele, além disso ela o atrai.  As cenas dele com Adelina sempre me fez ficar meio agitada.

Violetta, foi um personagem que me surpreendeu. Gostei muito do personagem dela, embora ela apareça mais no final da história. 

Agora Teren, o inquisidor, o vilão, o personagem que mais me encantou. Sim, ele é ruim, o cachorrinho da rainha Giuletta, mas ele é tão irônico, direto que não pude não me encantar. Torci por um romance entre ele e Adelina. Ele é um personagem que você nunca sabe o que esperar, ele pode ser vingativo, como ele pode ser simpático, mas nunca indiferente.

Se perdoá-lo por ser um Malfetto, garotinho, você me juraria devoção eterna? Faria qualquer coisa por mim.
O livro tem muitas reviravoltas. O final é sensacional, com muita adrenalina e também muitas decisões que podem causar problemas no futuro.



E ainda tem um excelente gancho para a Sociedade da Rosa, o segundo livro da Trilogia, que espero que seja lançado logo por aqui, que falaram que é muito melhor que esse.



Beijos Beijos

Quando o livro A escolhida chegou para mim, vou confessar que não li a sinopse quando pedi, e acreditei que era continuação da história de Jonas, em O doador de memórias ( clique aqui para ler a resenha). Porém, contudo, entretanto, quando comecei a ler vi que não era bem uma continuação da história anterior, e sim um novo cenário distópico, mas pelo que entendi no mesmo universo do outro livro.



A história começa com Kira, uma jovem que tem deficiência em uma perna, velando o corpo de sua mãe, Katrina, no Campo, que é para onde todos que morrem vão para serem velados por 4 dias, por seus familiares. Durante esses dias , Kira fica pensando no que vai fazer da sua vida, afinal seu pai, o caçador Christopher, morreu ates dela nascer, atacado por uma fera.

Após passado esse tempo, Kira volta para o seu casebre, só para descobrir que ele foi queimado, e que as mulheres da aldeia, querem aquele pedaço de terra para fazerem um cercado para seus filhos. Incitadas por Vandara, uma mulher de coração peludo  ruim, tentam matar Kira, porque ela é inútil para os padrões deles por causa de sua perna defeituosa, só que ela é muito inteligente, e sabe as leis e as coloca a seu favor, exigindo um julgamento.

Durante seu julgamento com o Conselho dos Guardiões, Kira tem quase certeza que a levaram para o campo para morrer, mas ela pretende lutar por sua vida, mas não é o que acontece. Seu defensor, Jaminson, a defende muito bem, e não só salva a sua vida como também tem uma tarefa grandiosa para ela: restaurar a Túnica centenária que conta toda a história do mundo, e mais ainda, continuar o bordado com seus próprios desenhos.

Kira, tem um talento mágico para bordar, e isso foi percebido nela desde garotinha, então ela fica maravilhada por poder ter esse privilégio. Após estranhar sua nova casa, um quarto dentro do Edifício do Conselho, a única construção grande em todo vilarejo, ela conhece Thomas, o entalhador, responsável por refazer a obra do Cajado do Cantor, que todos os anos sobe ao palco e canta o dia todo sobre tudo o que viveram para chegar até ali. E os dois se tornam muito amigos.

Mas é Anabella, a velha senhora que a ensina a arte de tingir as linhas de bordado, que começa a abrir os olhos de Kira, que o mundo não exatamente aquele que ensinaram para ela. É então que ela descobre coisas terríveis, que talvez mudem seu ponto de vista sobre tudo o que sabe sobre a vida ali onde mora.

Os motivos dos tempos de paz pareciam de uma imensa tranquilidade se comparando ao caos angustiante dos outros.

Eu adorei o livro, e embora seja um livro fino, ele tem cerca de 190 páginas, ele te leva por um lugar que distoa daquele que vimos no primeiro livro da série.

Esse é um mundo desigual, quase miserável, os homens caçam, as mulheres ficam com os afazeres domésticos e cuidam dos filhos, os órfãs são doados a outras familias, a única coisa que permanece igual entre os dois livros é que só os fortes vivem.

Kira é uma jovem excepcional, talvez pela forma como sua mãe a criou, ela é alegre, esperta e tem um dom mágico para fazer bordados, que ela aprendeu praticamente sozinha. A única coisa que ela é diferente, e a razão pela qual ela é desprezada pela sociedade em que vive, é a sua perna torta, que a leva a andar com um cajado, para ajudar a caminhar.

Orgulhe-se da sua dor - sua mãe sempre lhe dizia - Você é mais forte do que aqueles que não sentem dor alguma.

Quando ela vai morar no Edificio, o que eu consideraria uma mansão, ela conhece Thomas, que é uma graça de moço. Até achei que ia rolar alguma coisa mas... deixa pra lá. Thomas está lá desde criança,  entalhando madeira, até que estivesse pronto para fazer isso no cajado. Ele também tem esse dom mágico, só que para entalhar.

Lá também, além  dos conselheiros, vivem o Cantor , e a pequena Jo, que vai ser a Cantora do futuro, só que ela é muito pequena ainda. Morri de dozinho dela.

A Tunica que Kira borda, o Cajado que Thoma entalha e O Cantor, são as peças que são usadas no dia da Congregação um dia em que todos se reúnem para ouvir o Hino que contava toda a história da humanidade. E nesse dia eles adoravam um objeto de madeira, em formato de cruz, mas sem saber o porque. Dá para imaginar que Cruz seria essa né?

E claro tem a aldeia, que é tipo um lugar mate ou morra. E o livro ilustra bem isso. Mas temos personagens bons, como Anabella , a senhora que ajuda Kira com as linhas, e Matt, uma criança que sofre maus tratos  que ajuda Kira, muitas vezes só fazendo companhia. Ele e seu cachorrinho do rabo torto, Toquinho. É ele quem traz o maior presente que Kira pode querer. E o que a faz entender que há um segredo obscuro que envolve a todos, e isso não é uma coisa boa.

Eu indico o livro, é uma leitura fácil, agradável, e que te deixa ansiosa pelo p´rximo livro, sem saber se ele vai trazer outro pedacinho desse universo distópico. Ou se as histórias de Jonas e Kira vão se encontrar. Tenho quase certeza que irão ^^

Beijos Beijos

Nem lembro porque peguei a A Seleção para ler pela primeira vez. Acredito que tenha sido primeiro por achar a capa linda, depois pela sinopse e por último, para ir ao evento de A Elite, segundo livro da trilogia da Kiera Cass - que é uma linda.

Sei que não são razões boas, mas já li livros por razões piores - #ShameOnMe ... Aliás quem disse que preciso de razão para ler ... haha



A Seleção tem uma premissa muito boa. Uma distopia no qual 35 garotas de 16 a 20 anos são escolhidas a dedo pelo rei, para participar de uma competição e quem ganhar fatura um príncipe lindo e uma coroa -  como aquele reality The Bachelor.

 Mais aí você me pergunta e a distopia?? Então esse país Illéa, é os EUA, depois que o mundo entrou em colapso, a China salvou todo mundo. Este país é dividido em castas, 08 no total. Quanto mais alta é a casta, mais rico é. A Casta 1 é a realeza e a 08 é dos marginalizados, pedintes, etc. E quando um mulher se casa, ela vai para a casta do seu marido, então se ele é uma casta acima , você sobe , ou se ele for abaixo , você desce.

Mas o que mais me importa é que você seja amada. Você merece isso. E eu espero que se case por amor, e não por número. 

A SELEÇÃO

E porque esse país é do jeito que é, por causa de todas as regras que nos faziam viver escondidos, nem pude gritar seu nome. Não pude dizer mais uma vez que o amava.

América é uma jovem de dezessete anos que sonha em se casar com seu lindo namorado, Aspen, que é de uma casta inferior, mesmo sabendo que sua mãe não aprove. Mas quando chega os formulários de inscrição para a Seleção, sua mãe a obriga a se inscrever, e por um golpe de sorte - ou não, já que ela estava estonteante, porque pensava que Aspen a pediria em casamento - ela acaba sendo escolhida para ser uma das trinta e cinco garotas.

Com o coração partido, uma vez Aspen terminou com ela antes da escolha da Seleção, America vai para o castelo, sem saber o que a aguarda. Em sua primeira noite , ela conhece o príncipe de forma beeem informal, quando tenta sair para os jardins, chegando a gritar com Maxon. Claro, que Maxon, gosta da garota determinada que ele encontrou. A partir daí, vemos o desenrolar dos fatos.

Enquanto isso, o país enfrenta ataques dos rebeldes nortistas e sulistas. Embora um seja mega violento, o outro está atras de algo que não sabemos o que é ainda, mas evita machucar alguém.

Este primeiro livro é bem legal, mostra o dia das meninas e embora America seja meio enrolada, ela mostra todas as qualidades de Maxon, assim como sua amizade com Marlee e o nível de concorrência.

Maxon é a coisa mais fofa, lindo, nobre e com um coração gigante... já Aspen fez o que achava que era certo, mas é um babaca, desculpe mas acho isso...

O livro termina com um ataque nortista ao castelo , e isso faz com que Maxon, dispense todas as selecionadas menos 06.

Essa era a verdade, no fim das contas. Ainda não sabia o que queria, mas não poderia me deixar levar pelo mais fácil ou por aquilo que os outros achavam certo. Só precisava de um tempo até decidir o que era melhor para mim.


SPOILER -

 A ELITE

Mas como decidir entre duas boas opções? Como decidir se qualquer escolha deixaria parte de mim destruída? Me consolei com o pensamento de que ainda tinha tempo. Eu ainda tinha tempo. 

Bom o segundo livro começa de onde o primeiro termina, com as seis finalistas no castelo competindo por Maxon. America sente que realmente gosta dele e que vai competir pelo coração do príncipe. Porém, todavia, no entanto ela descobre que Aspen, é guarda no castelo. E pior vai ser o guarda que fica de segurança na sua porta.

E pense se o cidadão não dá em cima da garota? É claro, isso e muito mais... - sim, eu sou #TeamMaxon =P

Muito confusa - confesso que fiquei com vontade dar na cara dela - America não sabe se ainda ama Aspen, mas sabe que gosta de Maxon. Então fica com os dois em banho maria , até que se decida.

Claro que sua relação com America sendo tumultuada , dá a chance para as outras meninas , como a doce Marlee, a esperta Kriss, as chatinhas Elise e Natalie e a Diva Celeste. Não que isso a afaste de Maxon, mas os dois brigam demais e por coisa pouca.

E no meio disso tudo, continuam havendo invasões no castelo, os rebeldes do Norte fazendo vítimas entre os familiares das finalistas, América fazendo cagadinhas e irritando - muito -o Rei, e depois descobrindo um segredo do Príncipe Maxon.

O livro termina com duas participantes a menos. Uma que quase não tinha participação mesmo e outra por um motivo muito =O

Lá, deitada no leito do hospital, meu coração se despedaçou pela primeira vez de verdade. E a dor era indescritível.

SPOILER

A ESCOLHA

Pode partir meu coração. Mil vezes, se desejar.Sempre foi seu para machucar como quiser

O livro já começa no ápice com uma invasão ao palácio, que não resulta em nada, mas ok. Agora com 4 participantes , a disputa fica mais acirrada, assim como aumentam os testes para as meninas saberem se estão preparadas, enquanto isso os rebeldes nortistas estão cada vez mais agressivos já os do sul se propõem até a fazer um acordo. Maxon e America, acabam se envolvendo com eles. Mas com o Rei de olho em América só esperando a próxima pisada da bola que ela der para mandá-la embora, já que a última quase "infarta" o rei - que me dá muito medo.

América sente que cada vez mais ela está apaixonada por Maxon, mas não consegue deixar o seu pessimismo e desconfiança pra trás. Após a perda de uma pessoa querida e "voltar" a sua antiga casa ela sente que seu lugar não é mais lá , e logo ela volta ao castelo para saber que está na Final. O problema é que na reta final , todo o jogo muda e talvez seu felizes pra sempre com Maxon, tenha se perdido.

Amarei você até meu último suspiro. Cada batida do meu coração é sua. Não quero morrer sem que você saiba disso.

Bom adorei a trilogia, maaaaasss , para mim pecou na falta da distopia. O final da trilogia foi corrido e não explicou nada, do mesmo jeito que começou terminou. Para mim na verdade, foi um YA , muito bem escrito e fofo. Realmente queria saber mais sobre o país, o que aconteceu com as castas, o que acontecia do lado de fora do castelo, mas o foco foi só no romance mesmo, uma vez que todos os livros são narrados por América. E teve uma morte que não concordei, não havia motivo, mas acho que a Kiera fez isso para chocar mesmo.

Indico se você gosta de livros lindinhos e com um pouco de mimimi. America chegou a me irritar algumas vezes, mas Maxon compensou porque ele é um fofo - sim, sou apaixonadinha por ele *__*. E Aspen, bem , nada me tira da cabeça que ele foi um babaca com a América, maass a quem goste porque ele foi altruísta.

Sugiro que leiam e tirem suas conclusões ...

Beijos beijos



Quando vi o trailler de "O doador de memórias" vi um cenário que estou cansada de ver ultimamente: totalmente distópico e com alguma ação. Então descobri que a Arqueiro iria lançar o livro. Como adoro ficar fuçando na net , descobri, para meu encanto , que na verdade era um relançamento, de 1993. Daí me empolguei com a leitura, afinal não seria a mesma história batida. Já com o filme fiquei com o pé atras e já explico o porque.



Então quando ele chegou para mim, vi um livro fininho de 185 páginas - nem preciso dizer que li em pouquíssimo tempo, no mesmo dia que chegou né. Porém para o meu espanto descobri que era parte de uma série, que estou aguardando ansiosíssima, já que esse livro termina no ápice.

VIu , fininho o livro.
Pois bem vamos a história do Livro.

Jonas tem 12 anos e a vida para ele começa a se desenrolar, afinal no seu mundo, é com essa idade em que se é atribuído para a profissão de sua vida, para qual ele vai estudar. As profissões são dadas pelos anciões, de acordo com seu comportamento, durante a Cerimônia de atribuição.

Jonas vive num mundo que não conhece o que são sentimentos, assim como guerra, fome, festa, cores. Eles só conhecem algo como chamado de mesmice. Ou seja, todos tem a mesma coisa.

Lily, porém, não sentira raiva, agora Jonas sabia. Impaciência e exasperação superficiais, nada mais do que isso, fora o que sentira. Tinha certeza disso porque sabia o que era raiva de fato. Nas lembranças, vivenciara a injustiça e a crueldade e reagira com uma raiva que subira com tamanha força dentro de si que a ideia de discuti-la calmamente na hora da refeição da noite seria impensável. “Eu me senti triste hoje”, ouvira sua mãe dizer, e eles a consolaram. Mas Jonas experimentara tristeza de verdade. Sentira um grande pesar. E sabia que não havia consolo rápido para emoções assim. Eram mais profundas e não precisavam ser expressadas. Eram sentidas.
A unidade familiar deles é composta por um pai, uma mãe e até dois filhos. As crianças nascem de mães biológicas, que depois vão para uma triagem no Centro da Infância e daí passam a ser designados para uma unidade familiar.Quando os filhos crescem, esses "pais", vão morar num outro local, denominado Adultos sem filhos - super criativo - e quando ficam velhos vão para a casa dos Idosos.

Para Jonas, como todos os outros, não existe outra forma de se viver, até que coisas estranhas começam a acontecer com ele, e com seus melhores amigos Asher e Fiona não. E na sua cerimônia de atribuição ele recebe uma "honra" ao ser escolhido como novo Guardião de Memórias.

É somente quando ele começa a ser treinado, que ele realmente começa a abrir seus olhos. Ele começa a ver cores, sentir coisas e descobrir coisas horríveis, com as quais ele convivia sem saber.Sua função é receber todas as memórias do velho Doador para que ele no futuro, oriente os dirigentes qual é o melhor caminho.
- Adquirimos controle sobre muitas coisas. Mas tivemos de abrir mão de outras.
O problema começa quando ele percebe que vai ter que carregar esse fardo, bom e ruim. E por isso ele tenta mudar as coisas. Primeiro da forma fácil, depois da forma mais difícil.

A autora Lois Lowry fez personagens muito carismáticos e muito bem construídos, as cenas são bem detalhadas, tanto que você consegue visualizar a cena perfeitamente. É um perfeito cenário distópico só que sem tiro, porrada e bomba se é que me entendem.

Adorei o livro. Ele termina com aquele gostinho de quero mais.Embora seja narrado em terceira pessoa, o livro da a sensação de ser o Jonas contando.

Analisando mais profundamente a história, você percebe uma crítica velada. Como nós ás vezes, fechamos os olhos e fazemos o que o Sistema manda, porque é cômodo.Como quando tentamos abrir os olhos das pessoas, quando descobrimos a verdade,  e elas te acham maluco e seguem acomodadas, E que o mundo que você conhecia, talvez nunca tenha existido.

Bom agora sobre o filme.

Também gostei muito. Porém eles deram um UP na história.E isso você já vê no trailer. Por este motivo, enrolei para assistir o filme, ficando com o pé atras o tempo todo. Infundado, porque o filme é muito bom.

Colocaram um moço mais velho para fazer Jonas. Ou seja Jonas deve ter uns 17 anos no filme. E os amigos dele também estão crescidinhos, então é claro que vai mudar uma situação ou outra. A forma como um "possível" recebedor de memória também muda. Fora isso o foco da história é o mesmo.

Um ponto positivo para o filme entre livroxfilme, é que no filme nós temos no final, o que acontece com Jonas, ao mesmo tempo que na comunidade. E no livro só temos a visão do Jonas.

O filme tem um elenco maravilhoso como Meryl Streep, Jeff Bridges e uma apagada Katie Holmes.

Indico tanto o livro como o filme. Os dois são muito bons!!

Já leu?? Já Assistiu?? Comente!!

Beijos Beijos


Hellooo

E aí pessoinhas de SP, o que vão fazer dia 09 de agosto?? Não sabe ainda?? Está sem planos?? Gosta de distopias?  Que tal se reunir com várias pessoas que também gostam?

Disse sim , principalmente as duas ultimas perguntas, pois então, se prepare:

A Paris Filmes realizará em São Paulo um grande evento para reunir os fãs de distopia, entre eles O doador de memórias. Gostaríamos de contar com sua ajuda para divulgação desse evento, que acontecerá dia 09 de agosto, no Mackenzie.


Quem quiser saber mais informções acesse o evento no facebook :

https://www.facebook.com/events/815910588428779/

E aí gostaram?? Quem vamos? Vai estar bem legal!!

Beijos Beijos


Terminei uma leitura, e estou aqui tentando imaginar o futuro. E por mais doido que pareça, eu realmente consigo imaginar como o descrito no livro, porém ainda mais sombrio. Posso ser pessimista em relação ao futuro da humanidade, e acho que por isso mesmo eu adorei tanto o livro, rs.

Alguns escritores conseguem ter uma perspicácia aliada à imaginação que nos surpreendem ao trazer uma ficção distópica tão bem ambientada, tão bem descrita e tão bem elaborada. Um futuro possível, assolado por pragas incuráveis, e mesmo com todos os avanços tecnológicos, ainda exista preconceito e tantos outros males atuais.

Enfim, conheçam Cinder, uma releitura bem diferente da famosa Cinderela!!





Cinder é uma jovem mecânica. Não uma mecânica qualquer, a melhor mecânica de toda Nova Pequim, o motivo?!?! Ela entende de máquinas como ninguém. Conhece todos os mecanismos, as fiações complexas, os erros de software e os problemas de hardware que podem ocorrer com qualquer robô, ou aparelho tecnológico. A razão?!?! Ela é um ciborgue. Não por que desejou ser, mas sim por conta de um acidente que ela sofreu quando era muito pequena para se lembrar, e para salvar sua vida, médicos reconstruíram parte de seu cérebro, sua mão e pé.

Por conta de seus membros de metal não serem escondidos por enxertos de pele, culpa de sua madrasta que não quer gastar um centavo com a ciborgue inútil que seu marido trouxe para casa há alguns anos atrás, Cinder é uma reclusa em sua sociedade. Ela é maltratada em casa com sua pseudo-madrasta e a sua pseudo-irmã, Pearl. E no mercado, onde tem sua banca, onde recebe clientes para consertar seus apetrechos tecnológicos, Cinder sofre com a exclusão, olhares tortos, e cantigas infantis que ferem sua sensibilidade.

Poderia ter dito que, como era a única a trabalhar, o dinheiro deveria ser dela, para gastar como bem entendesse. Mas os argumentos não dariam em nada. Legalmente, Cinder pertencia a Adri, tanto quanto o androide doméstico, assim como o seu dinheiro, seus poucos pertences e até mesmo o pé novo que acabara de colocar. Adri adorava lembrá-la disso.

Cinder pode ter em sua composição quase 50% de metal, ter uma interface cerebral, não conseguir ruborizar e nem chorar, mas seu coração é frágil, e tudo o que sempre quis é ter carinho e ser tratada como uma jovem humana e normal!! Ainda bem que ela tem Peony, sua doce irmã mais nova, e a androide mais engraçada que deseja ser bonita e é sua grande aliada, a Iko!!

Num belo dia, no mercado, quando Cinder estava desastrosamente esperando Iko trazer seu pé novo (sim, ainda é estranho rs), um estranho encapuzado lhe visita e solicita um trabalho especial, mega rápido e sigiloso. Ninguém menos que o lindo e maravilhoso Príncipe Kai, futuro imperador da Comunidade *surta porque esse príncipe é O DELICIA TUDO DI BOM NESSE LIVRO QUE ME FEZ SUSPIRAR MUITO*

Príncipe Kaito, Kai para os mais íntimos é o solteiro mais disputado de Nova Pequim, quiçá de todas as nações da terra... Na verdade, incluirei ai Luna, um planeta (a Lua, dããã) habitado por uma espécie misteriosa e que muitos afirmam terem poderes mágicos, inclusive uma rainha perversa que pretende entrar em guerra contra a terra se não for atendida em breve... O seu desejo?!?! Casar com o bonitão =p

A lua vagarosa chamou a atenção de Cinder, e uma onda de arrepios cobriu seus braços. A lua sempre lhe causara certa paranoia, como se as pessoas que morassem lá pudessem estar observando-a, e tinha medo de que, se olhasse por muito tempo, pudesse atrair a atenção delas. Uma superstição sem sentido, mas tudo a respeito dos lunares era misterioso e envolto em superstições.

To indo rápida demais?!?! Contando muitas coisas?!?! Então respira, porque tem mais...

Cinder, obviamente não consegue ser imune ao charme do príncipe, por mais que queira. Aliás, mesmo ter pagado aquele king kong ao conhecer ele, ela deseja mais que nunca consertar o androide dele o mais rápido, só assim poderia vê-lo novamente. Mas o que ela não esperava era que o simples fato do príncipe ter ido ao mercado naquele dia, e entregá-la aquele androide tutor velho, teria levado a tantas mudanças em sua vida.


Ele era o sonho de todas as garotas no país. Estava tão longe de seu alcance, de seu mundo, que ela deveria ter parado de pensar nele no instante em que a porta se fechou. Devia parar de pensar nele imediatamente. Nunca deveria pensar nele de novo, exceto talvez como cliente – e seu príncipe.

Primeiro, sua doce e fofa irmã Peony, que estava empolgada com o baile do final da semana no qual atenderia com um vestido lindamente trabalhado (está familiar a história já?!?!) acaba adoecendo e sucumbindo à Peste... Lembra lá no início quando mencionei as doenças incuráveis, então o planeta é assolado pela Peste, uma doença que até hoje cientistas mesmo com todos os aparatos tecnológicos, não conseguiram desenvolver uma cura.

Com sua irmã doente, a madrasta a culpando por tudo, e sua vontade fugir, Cinder ficará dividida entre a paixão, as obrigações e o medo. Ela não é apenas uma menina, afinal ela é um ciborgue, e de certa forma é especial.

Seria ela capaz de entender toda a trama misteriosa que a cerca e os diversos problemas da Comunidade que pareceram piorar nos últimos dias, como a doença de Peony, a visita do príncipe, o baile e a corte Lunar por perto?!?!

Ela estava contente que lágrimas não revelariam sua humilhação. Contente que nenhum sangue em seu rosto revelaria sua raiva. Contente que seu odioso corpo de ciborgue servia para alguma coisa enquanto ela se agarrava a sua dignidade despedaçada.

Marissa Meyer nesse romance de estreia conseguiu criar um ambiente de tirar o fôlego. Combinando o famoso conto da Cinderela à uma trama envolvendo robôs em uma distopia, Meyer (quase morri com o sobrenome rs) se consagrou como uma autora de sucesso. Sua escrita é leve, engraçada e seus cenários são impecavelmente descritos. Seus personagens são muito bem fundamentados, desde Cinder, com suas tiradas e seu jeito de menina abandonada, até a famosa corte lunar da rainha Levana, aquela bitch do mal que to torcendo para um fim super desprezível, rs.

O único pecado da autora foi logo no início de sua narrativa onde dá detalhes muito precisos para a solução do grande mistério da Cinder, coisa que se torna muito óbvia e apenas a personagem não conseguiu perceber...

Enfim, uma distopia com misto de conto de fadas, e aquele “Q” de princesa da Disney <3 Mas calma, se você vai iniciar a leitura pensando em um mundo cor de rosa, e nuvens coloridas ao redor da personagem, então pode ir tirando o sapatinho de cristal do caminho, pois algumas cenas são bem tensas!! Principalmente quando falam da Peste. Como eu disse, em alguns momentos foi bem realista, e me fez crer nesse futuro possível da humanidade!!

Há cento e vinte e seis anos, o pesadelo e a catástrofe que foi a Quarta Guerra Mundial acabou, e a Comunidade Oriental nasceu. Ela cresceu a partir da unificação de muitos povos, muitas culturas, muitos ideais. Foi fortalecida por uma única crença persistente que juntos, nós, como um só povo, somos fortes. Temos a capacidade de amar uns aos outros, não importando nossas diferenças. De ajudar uns aos outros, não importando nossas fraquezas. Escolhemos a paz em vez da guerra. A vida em vez da morte. Escolhemos coroar um homem para ser nosso soberano, nos guiar, nos apoiar. Não para governar, mas para servir.


Claro, que nossa queridinha Editora Rocco não poderá demorar a lançar Scarlet (próximo volume das Crônicas Lunares) porque eu simplesmente não aguentarei a espera!! PELO AMOR!! Preciso descobrir o que acontecerá agora *rói todas as unhas em desespero*

E vocês, babes?!?! O que acharam da minha Resenha surtada (sentiram falta?)?!?! E da história da nova cinderela?? E do ambiente distópico?? Venha e deixe sua opinião *---*


::~::~~:: Promoção ::~~::~::



Gostou da premissa de Cinder?? Ta curioso(a) sobre a como a história se desenvolve?? Ta doido(a) por um exemplar só seu e ainda levar uns 15 marcadores fofos para casa??

Então tá esperando o que para participar de mais uma #Resenha#Premiada?!?! Corra e venha participar e concorrer a esse prêmio <3

Em parceria com a Editora Rocco, que me cedeu o exemplar para resenha, estamos sorteando 1 exemplar de Cinder para vocês *--* =>> Então, amores, Aproveitem

O sorteio será pelo Rafflecopter =)

Atentem-se para as regras e as chances extras!! Não vá perder o prêmio por deslize #FikDik

a Rafflecopter giveaway


Boa Sorte



Quando a Editora Rocco anunciou o lançamento deste livro, em Agosto, eu confesso que fiquei curiosa. A sinopse mostrava alguns pontos interessantes e me chamou a atenção, mas estava ainda com um pé atrás, pois não conhecia ninguém que o tinha lido. Então com a maior coragem pedi o livro a Editora e dediquei-me a leitura...

.... e me surpreendi MUITO!!!

Todas as Coisas que eu Já Fiz é considerado mais um “distópico” para se ter na estante. Não só devíamos ter na estante, mas como todo fã de romances futurísticos deviam ler =)


Anya Balanchine cresceu e amadureceu muito cedo. Sua vida é complicada, principalmente por ser a herdeira do império contrabandista de Nova York. Num futuro próximo (2083), a escassez de alimentos e água deixará a população em polvorosa, e várias medidas são tomadas pelos governos, nesse caso ocorrem as grandes proibições (como aquelas da Lei Seca na década de 20).

Algumas das substancias proibidas de serem consumidas e comercializadas são o café e o chocolate (dá para imaginar viver num mundo assim?? Eu enlouqueceria). Como a família Balanchine (originalmente russa) é dona de uma famosa fábrica de chocolates, eles por anos tentaram burlar a lei e viraram reis do contrabando e da máfia...

Papai sempre me dizia que não existia nada de mal no chocolate, mas que o alimento tinha sido envolvido num imenso esquema maluco que englobava comida, saúde, drogas e dinheiro. Nosso pai só tinha escolhido o chocolate porque as pessoas do poder precisavam de algum motivo, e o chocolate era uma coisa sem a qual podiam viver. Meu pai me falou uma vez :
Toda geração gira a roda, Anya, e o lugar onde ela para define “o bem”. O engraçado é que as pessoas nunca sabem que estão girando a roda e ela para num lugar diferente a cada vez.


Anya sente um desprezo por sua família e as operações ilegais, pois isso levou seus pais a morte, quando ela era apenas uma criança. Após o assassinato de seus pais, ela teve que encarar a vida, cuidar de seus irmãos e de sua avó doente e muito idosa (nasceu em 1995 – me senti uma múmia). Devido ao peso das responsabilidades, Anya procurou um suporte, e foi parar na religião. Tornou-se uma católica fervorosa, que acredita na salvação da alma, casar virgem e tudo o mais. Digamos que ela tenta ser bem extremista na sua relação com religião.

– Vó, chocolate não resolve tudo.
– Mas resolve muita coisa.


*voltando ao principal* Anya tem um namorado de escola, daqueles super babacas, e quando ele fica doente, possivelmente envenenado por causa de uma barra de chocolate Balanchine que ela deu, a nossa protagonista é julgada e enviada a um reformatório juvenil digno de pesadelos!! Graças a sua passagem pelo ‘inferno”, Anya passa a ver mais claramente a tênue linha que separa o certo do errado, os motivos que levam ao crime, e desde o inicio com a ajuda dos ensinamentos de seu pai, ela tenta sobreviver nesse mundo.

Apesar de duvidar que era essa a intenção da sra. Cobrawick, aprendi algumas coisas sobre insanidade enquanto estava lá. As pessoas enlouquecem não porque são loucas, mas porque é a melhor opção que tem. De certa forma, teria sido mais fácil perder a cabeça, porque não precisaria estar presente.


Sua vida seria ainda mais difícil se não possuísse a ajuda de queridos e leais amigos como a doce e engraçada Scarlet, sua BFF desde a tenra idade, e o novato da escola Goodwin, lindo, fofo, romântico e super cute <3 <3 (suspira)

Anya e Win se envolvem romanticamente, mas o romance deles é bem digno de Romeu e Julieta, pois o pai dele é o novo e autoritário promotor da cidade, e na mira dele está o combate ao crime, corrupção e ilegalidade, ou seja a família de Anya...

Win me parecia o maior golpe de sorte na minha vida havia muito tempo. (Pode enfiar o dedo na garganta, se quiser...) Mas é verdade, fui feliz por algum tempo. Virei o tipo de garota que normalmente detesto e me dei conta de que a única razão pela qual sempre detestei essas garotas era inveja. Clichê? Com certeza, mas isso também era verdade.


Em meio ao romance e a própria trama, Anya que é nossa narradora, inicia uma conversa com o próprio leitor. Ela discute suas ações, lista suas aventuras e tenta debater conosco a situação da criminalidade, e o que leva as pessoas a proibição, ao contrabando e consequentemente a corrupção.

– (...) Não me diga que você jamais se perguntou por que a situação está do jeito que está. Por que devotamos todas as nossas forças na tentativa de compensar nossa falta de recursos? Você se lembra, honestamente, quando foi a ultima vez que alguém surgiu com algo de novo na nossa sociedade? Que não fosse lei, é claro. E você sabe o que acontece com uma sociedade velha? Ela se desgasta e morre.


Como disse antes, Anya, odeia a máfia e sente repulsa pelas atividades de sua família. Mas a máfia está em seus sangue. A praticidade, as ideias estão intrinsecamente pregadas em sua personalidade forte. Afinal ela nasceu no meio e é seu Direito de Nascença (Birthright – nome da série) pertencer e ajudar sua família quando eles mais precisam!! Será ela capaz de abrir mão dos seus ideiais morais e juntar-se a família??

Permiti me sentir feliz e com pena de mim mesma, mas só por um segundo. Meu pai sempre dizia que a emoção humana mais inútil é a autopiedade.


Gabrielle Zevin escreveu uma obra maravilhosa e impossível de descrever. Sua escrita é leve, engraçada (principalmente quando Anya pausa a narrativa para comentar, como eu faço com vocês) e em alguns momentos poética e sábia. Os conselhos que nos dá, a visão de futuro que prevê, a profunda questão entre o Certo X Errado só ajudam a nos impressionar.

A vida é uma bagunça – dra Lau gostava de dizer – Lidem com isso. Se julgarem as coisas, não estarão vendo de verdade.


A leitura é super fluida e quando percebemos devoramos mais de 150 páginas e ficamos com aquela vontade de ler cada vez mais... Impossivel largar e não se identificar com algum elemento apresentado pela narrativa.


Uma história imperdível com Máfia, contrabando, crimes, mistérios, romance fofinho e MUITO CHOCOLATE <3 <3 Leia e devore as páginas e apaixone-se também pela escrita, a trama e os personagens tão bem elaborados pela Zevin *--* 


– Eu não devia ter feito isso – falei.
Foi quando dei outro beijo nele.
Que Deus me perdoe por isso e por todas as coisas que eu já fiz. 

Eu já estou louca pelo segundo volume (Because It Is My Blood) , lançado esse mês no exterior. Trilogia viciante demais *--*

Não deixe de dizer o que achou da Resenha, dos quotes, e do livro... Gostaria de ler?? Então comenta...




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Em parceria com a Editora Rocco, que me cedeu o exemplar para resenha, estamos sorteando 1 exemplar de Todas as Coisas que Eu Já Fiz para vocês *--* =>> Surtem MUITO



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O sorteio será pelo Rafflecopter =)




Regras::


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Prêmio = Exemplar do livro "Todas as Coisas que Eu Já Fiz", escrito por Gabrielle Zevin, publicado pela Editora Rocco + 15 marcadores sortidos ^_^



Participem seus lindos... <3 <3 Boa Sorte


Acho que The Selection foi o livro que mais causou nesses dois últimos meses. O seu lançamento foi no final de Abril, e antes mesmo já havia sido comprado os direitos para uma adaptação televisiva pela CW (lar de TVD e Supernatural). Infelizmente o projeto não foi à frente, ainda, mas tem chances de virar uma série no próximo Mid Season.

Com todo esse burburinho, as editoras aqui no Brasil também não deixaram passar essa novidade, e a Companhia de Letras já garantiu os direitos de publicação para seu selo jovem (Editora Seguinte), o livro está previsto para Setembro de 2012...

Com tantas notícias e uma capa mais que magnífica nossas expectativas vão às alturas, mas infelizmente o livro não acompanhou e deixou muito a desejar. Não que o livro seja ruim, pelo contrário, é bem escrito e bem fofinho, mas sua história é morna. Imaginem o ambiente distópico de Jogos Vorazes e una com Barbie A Escola das Princesas, pronto, você tem The Selection...



Como poderia começar a resenha deste livro. Sinto que me faltariam adjetivos para poder descrevê-lo melhor. Concordo que não seja o melhor distópico do mundo, e também concordo que sempre poderia ter mudado alguma coisa, mas no fundo de meu coraçãozinho de leitora e fã apaixonada, eu imploraria para não mudar uma palavrinha sequer.

Sei que muitos o comparam a JV, e creio que não seja tão irreal a comparação, pois ambos possuem uma premissa bem semelhante, mas Divergent, conseguiu me cativar muito mais ao trazer uma sensibilidade única ao texto. Não falo de um romance em si, mas da própria sensibilidade dos personagens, da fragilidade deles, e da própria aceitação do medo que os torna ainda mais valentes.


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