Vocês devem ser tão fortes quanto esta prisão, tão fortes quanto a pedra e o oceano que as cercam. Vocês são concreto e arame farpado. Vocês são feitas de ferro.
Quando vi pela primeira vez essa capa eu já gostei porque ela é linda, já quando vi a sinopse fiquei meio pé atrás. Mas surgiu a oportunidade de ler, quando ganhei a prova antecipada do livro na FLIPOP deste ano ( falo dela amanhã) .E eu li em questão de dias - época de provas finais, =/ - e eu adorei, mesmo tendo adivinhado o final.

Estou falando do livro Graça e Fúria da autora Tracy Banghart que é lançamento do mês da Editora Seguinte. 

O livro conta a história de suas irmãs, Serina e Nomi, as duas criadas juntas mas de maneiras diferentes.Em um mundo que as mulheres não tem voz nem vez. Não podem escolher como viver, não podem ler, estudar. Somente fazer o que lhe disserem.

Serina foi criada para ser uma Graça, que é a esposa do Superior de Viridia, o que é uma honra e tiraria sua família da pobreza. Ela teve aulas de dança, costura e sempre se alimentou melhor que todos na casa.

Nomi foi criada para ser uma empregada, a aia de sua irmã. Ela aprendeu a limpar, cozinhar e vive furiosa por não poder ter as mesmas coisas que seu irmão gêmeo Renzo, que pode sair, estudar, somente por ter nascido homem. Mas ela não desiste, e aprende a ler e escrever , mesmo sendo proibido.

Quando Serina é escolhida para ir ao palácio ser apresentada como representante de Lanos, é uma honra para ela. Para Nomi, nem tanto, já que tem um segredo para guardar, e se descobrirem será morta.

Ao chegarem lá, depois de um encontro acidental com Malachi, o herdeiro do Superior, Nomi é escolhida para ser uma das três Graças do herdeiro, e Serina como sua aia. É aí que tudo desanda.

No momento do encontro acidental, Nomi havia acabado de roubar um livro da biblioteca, e quando sua irmã descobre, acaba sendo pega em flagrante com o livro na mão.

Serina em nenhum momento entrega a irmã, nem mesmo quando recebe a pior das sentenças, a prisão em Monte Ruína. E é la que ela vai aprender a desafiar todas as regras que aprendeu. Enquanto Nomi tem que aprender a não questionar tudo e que nem tudo o que pensa que sabe realmente é.

Como a saudade podia ferir mais que uma bala?

Esse livro é juvenil, então não esperem cenas calientes, mas tem triangulo amoroso - talvez - e cenas amorzinho.

Serina é literalmente uma graça, toda educada, fofa, sábia e que guarda para si  o que pensa, afinal foi criada assim. Já Nomi é a fúria em pessoa, estourada, ela quer fazer revolução, ela quer direitos iguais, e não pensa para falar.

Opostas, mas na hora que o cenário de inverte, cada uma lembra do que a outra faria. A graciosa canaliza sua fúria interior, e a furiosa encontra sua graça interior. Tudo isso para sobreviverem nesse mundo opressor.

Mas o livro tem personagens muito interessantes, como Malachi, o herdeiro sisudo e por vezes atencioso, Asa, o caçula e irmão de Malachi, mais aberto e simpático. Maris, a outra graça escolhida e que guarda um segredo que poderia levá-la a prisão.

Na Ilha conhecemos Oráculo, Petrel, Jacana, e tantas outras mulheres que foram jogadas lá por besteiras. E tem Val, o guarda bonitão que é gentil com as garotas - ai ai <3.E lá as mulheres têm que lutar pela sua sobrevivência e do seu bando. Umas contra as outras para divertir o babaca Mor Comandante Ricci e a tropa toda e conseguir os alimentos da semana.
Porque todos têm medo do que aconteceria se resolvêssemos lutar.
O livro termina com um ótimo gancho para o próximo, que por sinal já quero, e que te deixa aflito para saber mais. Ah e a autora não tem medo de matar personagem não, viu?

Adorei o livro porque mostra duas garotas, aparentemente diferentes, mas que na hora da tribulação são fortes e sabem que precisarão lutar para manterem suas vidas.

O livro começa devagar, aí vai continuando de boas, e você começa a achar que o bom mesmo vai ficar para o próximo livro, aí a coisa pega fogo e o circo incendeia. Tudo bem que eu não me espantei muito, porque você começa a ficar calejada depois de ler muita fantasia. Mas olha, fiquei passada com a ousadia da pessoa.

É um YA? É. É fantasia? É. Mas faz a gente pensar em coisas reais.

Afinal é um mundo machista e cheio de preconceitos contra mulheres como pano de fundo nesse livro. Dói saber que muitos pensam desta forma, mesmo hoje em dia. Que tantas mulheres tenham que lutar para não ser diversão dos homens, mulheres objetos, que não podem pensar, que não podem sentir, nem demonstrar a quem amam.
Não. - Nomi sentiu um aperto no coração. - Não é uma escolha quando você não tem liberdade de dizer não. Um "sim" não tem valor quando é a única resposta que se pode dar! 
Espero que a Revolução se faça nesse mundo de Viridia. E que a mulherada mostre quem manda nessa parada!

( Desculpem, me empolguei haha.)

LEIAM ESTE LIVRO !!


Fogo, respire
Água, queime
Terror, amaine
Seu reino terminou.
Fogo, respire
Água, queime
Estrela, guie
Sua irmã, chegou.


Olá amores,

Faz tempo que eu não faço News de eventos, mas dessa vez eu tenho que fazer porque se trata de um evento muito especial!!

Estou falando da FLIPOP!!

Entre os dias 29/06 e 01/07 de 2018, acontece a 2ª edição da FLIPOP, um evento criado pela Editora Seguinte, selo jovem do Grupo Companhia das Letras. Ainda maior este ano, participam do festival outras 9 editoras além da Seguinte: D'Plácido, Duplo Sentido, Editora Hoo, Globo Alt, Editora Planeta do Brasil, Morro Branco, Plataforma 21, Qualis e Todavia.

A FLIPOP acontece no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado no 4º andar do Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 - São Paulo). No evento, todos pagam meia: seja meia entrada de estudante (mediante apresentação de carteirinha) ou meia social (mediante doação de um livro em bom estado na entrada no evento).

Muito lindo Fran.... Mas o que é FLIPOP?
A FLIPOP 2018 é um festival literário, Festival de literatura POP, voltado para os jovens leitores e contará com 38 convidados divididos em mais de 28 mesas de bate-papos e atividades.
Nas mesas e durante todo o evento haverá encontros de fãs, dicas de escrita, distribuição de brindes exclusivos, conversas sobre Wattpad, representatividade, fantasia e muito mais.

A abertura do evento será às 12h30 do dia 29 de junho, seguido pelos primeiros bate-papos: Do Wattpad para as prateleiras, com a participação de Bruna Fontes, Mary C. Müller e Mel Geve e a mesa As várias vozes do Brasil, com a participação de Jarid Arraes, Roberta Spindler e Socorro Acioli acontecerão de forma simultânea nas salas A e B, respectivamente.
A literatura juvenil é hoje um dos principais centros de discussões sociais no mundo da literatura, e o fortalecimento da comunidade brasileira pode ser percebido em eventos como a FLIPOP. Na programação há mesas debatendo o papel da chamada “protagonista forte”, a necessidade de normalização de protagonistas gordos, negros e LGBT+ nas histórias, além de como tratar de temas delicados na literatura juvenil. O visitante também poderá assistir a mesas com dicas de escrita e sobre os bastidores do mercado editorial.
Eric Novello (Ninguém nasce herói), Keka Reis (O dia em que minha vida mudou), Iris Figueiredo (Céu sem estrelas) participarão de diversas mesas durante os dias de evento, além de outros nomes da literatura jovem adulta nacional, como Luiza Trigo, Socorro Acioli e Vitor Martins, e as booktubers Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.
Entre os convidados internacionais, a FLIPOP contará com a presença do Jeff Zentner, autor de Dias de despedida, e Morgan Rhodes, autora da série A Queda dos Reinos. Ambos publicados pela Seguinte. A programação completa pode ser vista no site e abaixo:
Sexta-feira, dia 29 de junho
Sessão de autógrafos: 14h30 às 16h
Sala A
12h30 às 13h - Abertura
13h15 às 14h30 - Do Wattpad para as prateleiras
Bruna Fontes, Mary C. Müller e Mel Geve. Mediação de Babi Dewet.
14h45 às 16h - Encontro da Guarda Escarlate
Equipe Seguinte.

16h15 às 17h30 - Clichês e modas literárias
Bruna Fontes, Luiza Trigo, Paola Aleksandra e Thati Machado. Mediação de Frini Georgakopoulos.
17h45 às 19h - Humor é coisa séria
Fernanda Nia, Samir Machado de Machado e Vitor Martins. Mediação de Jim Anotsu.


Sala B
13h15 às 14h30 - As várias vozes do Brasil
Jarid Arraes, Roberta Spindler e Socorro Acioli. Mediação de Bruna Miranda.
14h45 às 16h - Livros como profissão
Ale Kalko (designer), Bruno Anselmi Matangrano (pesquisador) e Guilherme Miranda (tradutor). Mediação de Iris Figueiredo.

16h15 às 17h30 - Livro ao vivo: ambientação
Eduardo Cilto e Eric Novello. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
17h45 às 19h - O que é uma protagonista forte?
Iris Figueiredo, Lavínia Rocha e Roberta Spindler. Mediação de Bárbara Morais.


Sábado, dia 30 de junho
Sessão de autógrafos: 14h45 às 16h45
Sala A
10h às 11h15 - A escrita da identificação
Lavínia Rocha, Olívia Pilar e Samuel Gomes. Mediação de Jarid Arraes.
11h30 às 12h45 - Os horizontes do YA (by Morro Branco e Plataforma 21)
Bruna Miranda, Jim Anotsu e May Sigwalt. Mediação de Cláudia Fusco.
13h15 às 14h45 - Bate-papo com Jeff Zentner
Mediação de Vitor Martins.
15h15 às 16h30 - Dicas de escrita: estrutura
Com Socorro Acioli.
16h45 às 18h - Um cuidado necessário: escrevendo sobre temas fortes
Iris Figueiredo e Mary C. Müller. Mediação de Nathália Dimambro.
18h15 às 19h30 - LGBT+ além do G (by Hoo Editora)
Amara Moira, Duds Saldanha e Larissa Moreira. Mediação de Tatiany Leite.

Sala B
10h às 11h15 - Livro ao vivo: personagem
Samir Machado de Machado e Vitor Martins. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
11h30 às 12h45 - G de Grandes histórias
Janaina Rico, Larissa Siriani, Mila Wander e Thati Machado. Mediação de Bárbara Morais.

15h15 às 16h30 - Interlúdio
Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.
16h45 às 18h - Das páginas para a tela
Keka Reis e Luiza Trigo. Mediação de Babi Dewet.
18h15 às 19h30 - Dá pra viver de livros no Brasil?
Eric Novello, Iris Figueiredo e Luiza Trigo. Mediação de Jim Anotsu.



Domingo, dia 1º de julho
Sessão de autógrafos: 14h45 às 16h45
Sala A
10h às 11h15 - Garotos que amam garotos
Eduardo Cilto, Samuel Gomes e Vitor Martins. Mediação de Antonio Castro.
11h30 às 12h45 - Falando de amor na internet
Gabriela Barreira e Igor Pires da Silva, do Textos Cruéis Demais. Mediação de Tatiany Leite.
13h15 às 14h45 - Bate-papo com Morgan Rhodes
Mediação de May Sigwalt.
15h15 às 16h30 - Interlúdio
Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.
16h45 às 18h - Quem edita YA no Brasil?
Flávia Lago (Plataforma 21), Nathália Dimambro (Editora Seguinte) e Veronica Gonzalez (Globo Alt). Mediação de Taissa Reis.
18h às 18h30 - Encerramento

Sala B
10h às 11h15 - Livro ao vivo: conflito
Mary C. Müller e Roberta Spindler. Mediação de AJ Oliveira e Jana Bianchi.
11h30 às 12h45 - O que a fantasia diz sobre o nosso mundo?
Eric Novello, Fernanda Nia e Lavínia Rocha. Mediação de Felipe Castilho.

15h15 às 16h30 - Dicas de escrita: linguagem
Com Socorro Acioli.
16h45 às 18h - Meu ship naufragou
Bruna Fontes, Frini Georgakopoulos e Mel Geve. Mediação de Iris Figueiredo.
18h às 18h30 - Encerramento

2ª FLIPOP
Quando: 29 de junho a 1º de julho
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca - 4º andar (R. Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo - SP. Referência: 850 metros da Av. Paulista, 700 metros da Estação Higienópolis-Mackenzie do metrô.)
Site oficial: www.flipop.com.br
Evento no Facebook: link
Ingressos: R$50 por dia ou R$100 para o festival completo. O ingresso dá direito a participar de todas as palestras, atividades e sessões de autógrafos. À venda pela Pixelticket.No evento, todos pagam meia: seja meia entrada de estudante (mediante apresentação de carteirinha) ou meia social (mediante doação de um livro em bom estado na entrada no evento).
Patrocínio: Papel Pólen e Centro de Convenções Frei Caneca


E aí, você vai ficar de fora disso? Eu não...

Ah esqueci de falar uma novidade do evento:

QUEM FOR NA FLIPOP GANHARÁ UM INGRESSO DA BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO!

Se você estava em dúvida entre ir na FLIPOP ou na Bienal, agora você não precisa mais escolher!

Todos que forem na FLIPOP ganharão um kit com brindes na entrada, e um desses brindes é... um ingresso para ser usado em qualquer dia na Bienal 😎

Agora não dá pra perder, hein?

 Então nos vemos lá.

Beijos Beijos


 O mundo que dá voltas e o sol que queima não estão nem aí se ficamos ou se vamos embora. Não é nada pessoal.
Pensa em um livro triste. Agora pensa num livro que partiu meu coraçãozinho peludo. Então ... esse é o livro.

Dias de Despedida de Jeff Zentner, lançado pela Editora Seguinteé um livro muito triste e muito fofo mesmo tempo. Ele parte seu coração mas deixa você com aquela sensação de querer abraçar todo mundo.

O livro conta a história de Carver, ou melhor, Blade que acaba de perder os seus três melhores amigos, Blake Mars e Eli , juntos eles era a trupe do molho.

O pior é é que além de lidar com a morte dos três amigos,  ele tem que lidar com a culpa de ter sido , o talvez , responsável pela morte deles, porque afinal ele mandou uma mensagem de texto para o motorista da rodada que era o  Mars, e quando vão retirar os corpos dos destroços do carro, acham o celular do menino no meio de uma mensagem para Blade. 

Cadê vocês? Me respondam!

Em meio a tudo isso , ele tem que lidar com ataques de pânico, com a irmã gêmea de Eli,  o pai do Mars, juiz tipo fodão,  que quer indicia-lo pelo crime. .

A vida dele sofre uma reviravolta, ele não tem mais amigos, o pessoal na escola não sabe se fica ao lado dele ou não. Só conversa com uma pessoa, a namorada do amigo morto. Juntos eles tentam superar a perda. 

Quando a avó de um deles propõe um dia de despedida, ou seja , um dia para que eles pudessem reviver alguns passos e contar histórias que um ou outro não conhecia, revelar segredos e quando vêem que isso dá certo, ele tem o convite das outras duas famílias. .

Só que ao contrário da vó de Blake , ele não sabe quais são as intenções das outras famílias. Será que é porque queriam realmente se lembrar e reviver as lembranças , ou seria uma pressão para fazê-lo ir preso? 
Este dia aguçou tudo o que eu vinha sentindo nas últimas semanas. A Culpa. O luto. O medo. Afiou esses sentimentos até ficarem cortantes e ardentes. Mas, por outro lado, tirou um pouco daquela pontada e a substituiu por uma sensação pesada de ausência. Enquanto o luto é um sentimento mais ativo - um processo de negociação -, a ausência parece o luto com uma dose de aceitação.
Amei demais esse livro, porque ele te faz sentir, rir , chorar e pensar. Fala sobre perdas, tristeza e luto, mas fala sobre recomeços e lembranças boas. .

Os personagens são sensacionais, eu consegui entender todos, entendo o porquê agiram como agiram. .

A história é contada no presente , mas com flashbacks da Trupe do molho, que faz com que você ria e se emocione. 
Fico pensando se as ações que tomamos e as palavras que dizemos são como pedrinhas jogadas num lago, causando reverberações que se espalham muito além do centro até finalmente se quebrarem na margem ou desaparecerem.
Para um livro de estreia YA, Jeff Zentner consegue convencer o leitor, da primeira à última página, de que sabe exatamente o que, como e para quem está fazendo de um jeito incrível, já quero outros livro do autor.
Engraçado como as pessoas passam por esse mundo deixando pedacinhos de sua história para que as pessoas que conhecem carregarem
Super Indico. É daqueles pra se guardar no coração .


Beijos Beijos


♪♫ Everybody hurts, sometimes...Sometimes everything is wrong ♪♫ 
Dia 18, saí o último livro da série A Rainha Vermelha, e resolvi postar as resenhas dos livros como contagem regressiva. Então vamos lá.     

Gentchiii , que livro foi esse? Demorei horrores para ler, e não sei se é porque passei um loooongo tempo longe de distopias e fantasia, mas li ele em dois dias, e simplesmente amei. A autora , Victoria Aveyard, faz questão de desfazer tudo o que você achava que seria o final. Me surpreendi mesmo.

    No mundo de A Rainha Vermelha o mundo é dividido por sangue : os vermelhos, que são os comuns, e prateados, que são a nobreza - o famoso sangue azul- e que tem poderes especiais. nem preciso dizer que a prateados são ricos e mandam no pais , e os vermelhos são muito pobres e trabalham duro, mas a maior parte vai para o front da guerra mesmo.
– Quantos? – grito em resposta, reunindo forças para encará-los. – Quantos morreram de fome? Quantos foram assassinados? Quantas crianças foram levadas para a morte? Quantos, meu príncipe?
   Nesse meio, conhecemos Mare, uma garota de dezesseis anos, nascida vermelha, e está prestes a ser mandada para o front porque não tem nenhum talento especial, a não ser bater carteiras e roubar pequenas coisas, mas quando fica sabendo que seu melhor amigo, também irá, ela sente um desejo forte de protegê-lo e nem imagina que isso vai fazê-la entrar na maior aventura da sua vida.
    Em uma noite, que ela está desesperada por dinheiro e com a cabeça cheia de problemas, ela acaba roubando e sendo pega, mas acaba saindo ilesa. Para sua surpresa, no dia seguinte, ela acaba sendo convocada para trabalhar no Palácio.
Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores do que nós
    E justo no dia da escolha da princesa que casará com o príncipe Cal, que para sua surpresa é seu salvador, ela acaba descobrindo que também tem poderes, no meio de uma arena LOTADA. O problema é que ninguém com sangue vermelho tem poderes, pelo menos não que o povo prateado saiba.
    Aí começa um esquema para que Mare case com Maven, o meio irmão fofineo de Cal, para que camuflem essa vermelha de poderes prateados. Mare muda de nome, de trajes, tem que aprender novas coisas, treinar e tentar não ser descoberta, se não ela morre.
Parte de mim deseja se submeter às correntes, a uma vida cativa e silenciosa. Mas eu já vivi uma vida assim, na lama, nas sombras, numa cela, num vestido de seda. Jamais serei submissa de novo. E jamais vou parar de lutar.
    Até aí tudo lindo, mas uma revolução está a toda e Mare não ficará fora dela. E a Guarda Escarlate precisa dela. Mas o problema é que em quem se pode confiar em um lugar em que nada é o que parece ser e segredos estão em todo lugar?
Nas histórias, nos antigos contos de fadas, um herói sempre aparece. Mas todos os meus heróis estão longe ou mortos. Ninguém vai aparecer pra mim.
    Ok, pensa em um livro foda incrível. Esqueça tudo o que você acha que sabe, aí sim você saberá o final - Pensa numa pessoa que ficou puta com o final o/, porque é impossível você não fica beshta com ele.
    Adorei como foi construída a narrativa em primeira pessoa, porque nos deixa com o visão da Mare das coisas, ou seja se ela faz uma burrada, nós também fazemos haha. Amei todos os núcleos do livros, desde a vila de Mare com a familia um tanto desajustada de Mare, o palácio com o fofo Julien, até a Guarda Escarlate com a girl power Farley no comando. Aliás o livro está cheio de girls power, do bem e do mal. Mare, a Rainha, Farley, a Evangeline, entre outras.
A verdade não importa. Só importa aquilo que as pessoas acreditam.
    Mas vamos falar de coisa boa?
    Vamos falar boys magias.
    Cal e Maven, dois príncipes lindos e incríveis a sua maneira, que fazem a gente se apaixonar,torcer ora para um, ora para outro. E que no final nos destroem. Olha foi tenso esses dois.Mas continuo gostando do mais tranqueira, vai entender...
    E também tem Lucas, uma guarda da família real, que vem de uma casa tradicional e que é muito fofo, todo gentil e prestativo com a Mare.
    Os personagens são muito bem construídos e fico tensa só de pensar no que será desses personagens maravilhosos, uns muito maus , outros bons , outros que são os dois. Mas o que mais gostei foi que em nenhum momento, a autora deixou a história cair, ou enrolou muito. Era um tiro atrás do outro.
Uma mentira me levanta e, um dia, outra vai me derrubar.
Super Indico.

– Este mundo é tão perigoso quanto belo – começa – Quem não é útil, quem comete erros, pode ser descartado. Você pode ser descartada.
Beijos Beijos


♪♫ Everybody hurts, sometimes...Sometimes everything is wrong ♪♫ 
    Gentchiii , que livro foi esse? Demorei horrores para ler, mas com todo esse auê por causa do terceiro livro, que será lançado agora dia 06/03, e todos os elogios maravilhosos , resolvi me render.
    E não sei se é porque passei um loooongo tempo longe de distopias e fantasia, mas li ele em dois dias, e simplesmente amei. A autora , Victoria Aveyard, faz questão de desfazer tudo o que você achava que seria o final. Me surpreendi mesmo, e só não vou ler a continuação já, porque estou esperando o último chegar - em 2018.=D

    No mundo de A Rainha Vermelha o mundo é dividido por sangue : os vermelhos, que são os comuns, e prateados, que são a nobreza - o famoso sangue azul- e que tem poderes especiais. nem preciso dizer que a prateados são ricos e mandam no pais , e os vermelhos são muito pobres e trabalham duro, mas a maior parte vai para o front da guerra mesmo.
– Quantos? – grito em resposta, reunindo forças para encará-los. – Quantos morreram de fome? Quantos foram assassinados? Quantas crianças foram levadas para a morte? Quantos, meu príncipe?
   Nesse meio, conhecemos Mare, uma garota de dezesseis anos, nascida vermelha, e está prestes a ser mandada para o front porque não tem nenhum talento especial, a não ser bater carteiras e roubar pequenas coisas, mas quando fica sabendo que seu melhor amigo, também irá, ela sente um desejo forte de protegê-lo e nem imagina que isso vai fazê-la entrar na maior aventura da sua vida.
    Em uma noite, que ela está desesperada por dinheiro e com a cabeça cheia de problemas, ela acaba roubando e sendo pega, mas acaba saindo ilesa. Para sua surpresa, no dia seguinte, ela acaba sendo convocada para trabalhar no Palácio.
Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores do que nós
    E justo no dia da escolha da princesa que casará com o príncipe Cal, que para sua surpresa é seu salvador, ela acaba descobrindo que também tem poderes, no meio de uma arena LOTADA. O problema é que ninguém com sangue vermelho tem poderes, pelo menos não que o povo prateado saiba.
    Aí começa um esquema para que Mare case com Maven, o meio irmão fofineo de Cal, para que camuflem essa vermelha de poderes prateados. Mare muda de nome, de trajes, tem que aprender novas coisas, treinar e tentar não ser descoberta, se não ela morre.
Parte de mim deseja se submeter às correntes, a uma vida cativa e silenciosa. Mas eu já vivi uma vida assim, na lama, nas sombras, numa cela, num vestido de seda. Jamais serei submissa de novo. E jamais vou parar de lutar.
    Até aí tudo lindo, mas uma revolução está a toda e Mare não ficará fora dela. E a Guarda Escarlate precisa dela. Mas o problema é que em quem se pode confiar em um lugar em que nada é o que parece ser e segredos estão em todo lugar?
Nas histórias, nos antigos contos de fadas, um herói sempre aparece. Mas todos os meus heróis estão longe ou mortos. Ninguém vai aparecer pra mim.
    Ok, pensa em um livro foda incrível. Esqueça tudo o que você acha que sabe, aí sim você saberá o final - Pensa numa pessoa que ficou puta com o final o/, porque é impossível você não fica beshta com ele.
    Adorei como foi construída a narrativa em primeira pessoa, porque nos deixa com o visão da Mare das coisas, ou seja se ela faz uma burrada, nós também fazemos haha. Amei todos os núcleos do livros, desde a vila de Mare com a familia um tanto desajustada de Mare, o palácio com o fofo Julien, até a Guarda Escarlate com a girl power Farley no comando. Aliás o livro está cheio de girls power, do bem e do mal. Mare, a Rainha, Farley, a Evangeline, entre outras.
A verdade não importa. Só importa aquilo que as pessoas acreditam.
    Mas vamos falar de coisa boa?
    Vamos falar boys magias.
    Cal e Maven, dois príncipes lindos e incríveis a sua maneira, que fazem a gente se apaixonar,torcer ora para um, ora para outro. E que no final nos destroem. Olha foi tenso esses dois.Mas continuo gostando do mais tranqueira, vai entender...
    E também tem Lucas, uma guarda da família real, que vem de uma casa tradicional e que é muito fofo, todo gentil e prestativo com a Mare.
    Os personagens são muito bem construídos e fico tensa só de pensar no que será desses personagens maravilhosos, uns muito maus , outros bons , outros que são os dois. Mas o que mais gostei foi que em nenhum momento, a autora deixou a história cair, ou enrolou muito. Era um tiro atrás do outro.
Uma mentira me levanta e, um dia, outra vai me derrubar.
Super Indico.

– Este mundo é tão perigoso quanto belo – começa – Quem não é útil, quem comete erros, pode ser descartado. Você pode ser descartada.
Beijos Beijos

♪♫ Leva essa canção de amor dançante pra você lembrar de mim. Seu coração lembrar de mim.♪♫ 

Podem bater em mim, mas ainda não tinha lido nada da Jennifer Niven. Nem mesmo com várias indicações para ler o maravilhoso Por lugares incríveis - que ainda está na listinha de livros para ler.

Mas quando eu li a sinopse de Juntando os pedaços, eu fiquei bem curiosa. Resultado: li o livro todo em uma tarde.A autora tem um dom para escrever em um ritmo que nos leva a ler sem perceber, e quando damos conta, já terminamos a leitura.
 A gente não pode lutar as batalhas das outras pessoas, por mais que dê vontade.
O livro conta a história de Jack e Libby, dois jovens que moram na mesma cidade e que passam a estudar nas mesma escola. Os dois são ao mesmo tempo iguais e diferentes.

Jack se auto diagnostica com prosopagnosia, uma doença neurológica que o impede de reconhecer rostos, até mesmo de pessoas que ele convive a muitos anos ou pessoas que ele ama, como sua família.E ele esconde de todos isso, mesmo que isso custe ser taxado de babaca, ás vezes.
Não sou um merda, mas estou prestes a fazer merda. Você vai me odiar, outras pessoas vão me odiar, mas vou fazer isso mesmo assim, para proteger você e a mim mesmo.
Ele é um dos populares na escola, e morre de medo que descubram que ele não saibam quem são, por isso ele marca as pessoas por características como cabelo, altura, uma pinta, alguma coisa que marque a pessoa para que ele se lembre.

Assim quando Libby aparece na escola, ele sabe de alguma forma, quem ela é, e de alguma maneira depois que se conhecem bem e ela conhece o seu segredo, ele acaba reconhecendo o rosto dela, diferente das outras pessoas.
Você não é uma aberração. Alguém gosta de você. Alguém precisa de você. Não tenha medo de deixar o castelo. Tem um mundo enorme e maravilhoso lá fora.
Libby é conhecida por todo mundo como a adolescente americana mais gorda do mundo. Ela foi retirada de sua casa com um guindaste e mesmo agora muitos quilos mais magra, ela ainda sente o preconceito na pele. Mesmo assim ela volta para a escola, de onde ficou afastada durante anos, por causa da sua doença e o fantasma da doença que matou sua mãe.

Depois de um começo tenso com Jack, do tipo "tiro, porrada e bomba",os dois acabam se tornando muito amigos, e outras cositas, e só ela que sabe a doença que o garoto tem. E juntos eles vão descobrir que mesmo aos pedaços eles podem se tornar inteiros de algum jeito.

Super indico a leitura, é um livro que fala de preconceito, amizade e você descobrir quem você é, mesmo com as suas diferenças.
Lembrem-se: Alguém gosta de você. Grande, pequeno, alto, baixo, bonito, comum, simpático, tímido. Não deixe ninguém dizer o dizer o contrário, nem você mesmo. Principalmente você mesmo.

E vou colocar mais um quote porque separei uns trinta e não posso pôr todos - infelizmente hahaha.
Todos olham uns para os outros e veem a mesma coisa, mas eu tenho que me esforçar mais para enxergar o que está por trás do rosto. É como se desmontasse cada um e depois montasse de novo.
Leiam!!!

Beijos Beijos

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