♪♫ Sentimentos são fáceis de mudar mesmo entre quem não vê que alguém pode ser seu par... ♪♫
    Canta comigoooo! É um dueto!
    Adivinha quem foi na estréia do filme mais querido da vida??
    Sim, euzinha.
    Fui com duas amigas,que choraram horrores, e ficaram com carinhas de pandas, - e quarta feira irei novamente, ou seja mais carinha de panda -, assisti ele dublado, e mesmo o 3D do cinema estando meio bosta, o filme foi quase perfeito. Algumas das canções são inéditas, outras são as mesmas que embalaram a minha infância.
    O filme conta basicamente o mesmo do desenho de 1991, sim o filme tem mais de 25 primaveras.
    A novidade é que, além de ser live-action e músicas inéditas, temos alguns complementos a mais dos personagens, que eram pequenos no desenho, nesse tem uma relevância maior, e claro que a interpretação dos atores, que os transformam nos melhores.
    O filme conta a história da Bela, uma garota órfã de mãe, que vice com seu pai, o inventor/pintor Maurice, em uma pequena vila no interior da França. Quando ele sai para as feiras, onde vende seu trabalho, tudo que ela pede é uma rosa. Que ele sempre traz.
   Bela é rejeitada na pequena vila por ser uma garota que sabe ler - e gosta - e por pensar á frente de seu tempo. Mas, por ser bonita - !?- chama a atenção de Gaston, um bonitão, veterano de guerra, que é machista e manipulador, e não aceita o não de Bela, e quer se casar com ela a qualquer custo.
   Mas a história de Bela começa a mudar, quando seu pai acaba saindo da trilha que o levava a feira e chega até o castelo da Fera, e lá encontra objetos animados,- sim , vivinhos - e também encontra o dono do castelo, a Fera, um príncipe condenado a viver sob a pele de um animal, até que descubra o que é ser amado de verdade.
    A Fera flagra Maurice pegando uma rosa do jardim e o prende por roubo. Mas quando a filha do senhor vem ao seu resgate, ele não pensa duas vezes antes de trocá-la pelo pai. Assim começa a história de amor mais tchuca da vida.

    Os personagens estão muito bem representados, e tem muita química entre eles no filme.
    A Bela da Hermione Emma Watson, forte e decidida. A Fera de Dan Stevens, vai pouco a pouco mostrando sua humanidade de novo, seja pelo olhar, seja pela postura que vai se endireitando, ele vai aos poucos tirando a sua versão animalesca. O Gaston de Luke Evans vai aos poucos saindo do machista cômico para se mostrar um grande vilão, daqueles que a gente garra um ódio, mas acha uma delicinha.

    Entre os pequenos personagens que cresceram nesse filme, o pai da Bela, Maurice, interpretado por Kevin Kline, dá uma outra vida para o pai apatetado do desenho, torci e shippei para que ele encontrasse o amor de novo.E o mais lindo personagem do filme, o Lefou de Josh Gad, consegue ter carisma e nos prender nas cenas que ele aparece. A paixão dele por Gaston é muito óbvia e não vi nenhum problema e nem motivo de mimimis. Quem quer filme só do Lefou, ergue a mão? \o/ S
    Se bem que melhor não, vai que estragam o personagem né?

Agora vamos ao castelo e seus lindos moradores.Afinal quem nunca quis viver em um castelo com objetos mágicos, um príncipe e um biblioteca imeeeeeensaaaaaa.
    Horloge de Sir Ian McKellen, que está irreconhecível quando se transforma em humano, é o mesmo pessimista de sempre, mas que também é o que mais nos faz rir. Lumiére de Ewan McGregor *suspiros fundos* está encantador como sempre, ele e sua Plumette são apaixonantes. Mas Madame Samovar e Zip são meus queridinhos, ainda mais com a atuação de Emma Thompson, como a chaleira mais linda.
    Aliás está cheio de estrelas que eu amo neste filme, porque além desses, ainda tem Stanley Tucci que faz Cadenza, o pianista com poucos dentes haha.
    O filme não deixa nada a dever para o desenho animado que amo tanto. Porém... sempre tem um né... eu não curti muito mais de um dos musicais e o final, uma mudança pequena, fez com que eu não curtisse tanto. Sei lá, achei que estragou o clima do final para mim.

Eu amei o filme, mesmo com esse deslize no final! Então minha dica é ... ASSISTAM!!!!
Beijos Beijos


Oieee, e como quinta é dia de filme no blog, no especial Halloween não poderia ser diferente.

Só que em vez de fazer resenha de um filme, vou dar indicçãoes de filmes que assisti, todos de suspense e terror que foram baseados em livros.

E olha que descobri que assisti muitos!!! E ainda por cima li os livros da maioria!!

Vamos lá , vou fazer em três tópicos  =D

DARKSIDE



A linda da Darkside tem as mais lindas edições das histórias mais arrepiantes... olhando aquelas edições lindas, nem parece que a gente vai ficar com o coração nas mãos né.

Então vamos lá por ordem de lançamento dos livros.
  • Psicose
Engraçado como acreditamos saber tudo sobre uma pessoa só porque a vemos frequentemente ou porque temos uma forte ligação emocional com ela.
Você pode até nunca ter assistido o filme, mas com certeza conhece a trilha sonora e a cena do banheiro.

Psicose, o clássico de Robert Bloch, foi publicado originalmente em 1959, livremente inspirado no caso do assassino de Wisconsin, Ed Gein. O protagonista Norman Bates, assim como Gein, era um assassino solitário que vivia em uma localidade rural isolada, teve uma mãe dominadora, construiu um santuário para ela em um quarto e se vestia com roupas femininas.

O livro teve dois lançamentos no Brasil, em 1959 e 1964. Aos fãs do clássico filme homônimo de Alfred Hitchcock - um mestre magnífico, é leitura indispensável para entender a mente de Norman e o que o levou as decisões que tomou.

O livro é estremamente bem escrito e os personagens são muito envolventes e bem desenvolvidos pelo autor, principlamente Norman Bates.O filme é estremamente fiel ao livro, mas claro que como todo livro , tem a vantagem de ser bem mais detalhado e ter cenas que fica somente no nosso imaginário mesmo - e eu posso ser bem criativa *medo*.

Uma história curiosa envolvendo o livro é que Alfred Hitchcock adquiriu anonimamente os direitos de Psycho e depois comprou todas as cópias do livro disponíveis no mercado para que ninguém o lesse e, consequentemente, ele conseguisse manter a surpresa do final da obra.



  • Os Pássaros
Outro clássico que ganhou vida nas mãos de Hitchcock, e me fez ter um medo desgraçado de pássaros em geral. 

Acreditem ou não,esta história é uma distopia. Originalmente publicado em 1936, esse romance distópico de Frank Baker, antecedeu o filme de Alfred Hitchcock por 27 anos, já que o filme só foi lançado em 63. O livro ganhou  repercussão quando o autor ameaçou processar Hitchcock e Daphne Du Maurier, que aparece nos créditos do filme como sendo autora do conto “Os Pássaros”, no qual foi baseado o filme. Para deixar essa estranha coincidência com ares de plano macabro: Daphne era prima do antigo editor de Frank Baker, o inglês Peter Davies, e chegou a trabalhar com o parente.

Sendo baseado ou não, a verdade é que os dois são muito similares, e o autor nunca recebeu os louros da fama pela história. Afinal  o livro é uma visão apocalíptica de Londres e tem uma idéia original muito bizarram. Quem em 1936, ou agora, imaginaria alguém sendo devorado vivo por pássaros??

No ano em que se celebra os 80 anos da primeira edição, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta o livro OS PÁSSAROS para todos os leitores e cinéfilos brasileiros apaixonados por um bom susto. Um retrato sombrio e acurado de uma Londres pré-Guerra, como se Baker conseguisse vislumbrar o futuro próximo de terror e feitos inomináveis apresentado pela Segunda Guerra Mundial.



Narrado em primeira pessoa por um dos sobreviventes do ataque mortal, o romance traça um panorama ao mesmo tempo irônico e crítico ao capitalismo e às sociedades ocidentais, que ainda se recuperavam da Primeira Guerra e da crise econômica iniciada com o Crash da Bolsa de Nova York, em 1929, mas seguiam cometendo barbaridades, em nome da civilização, em lugares como a África.



A edição da DarkSide® Books, em Limited Edition (capa dura) é fiel à versão definitiva, revisada à mão pelo próprio autor, em 1964. OS PÁSSAROS conta ainda com uma introdução feita por Ken Mogg, respeitado estudioso da obra de Hitchcock. Mais um livro imperdível da DarkSide®, editora responsável pelo primeiro relançamento de Psicose (2013), de Robert Bloch, no Brasil, depois de quase 50 anos.



  • Exorcismo / Exorcista
Este vai ter resenha aqui no blog, então não vou falar muito.

Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista.

Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty, lançada em 71, não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.

EXORCISMO é um livro exclusivo da DarkSide Books, que vem em capa dura e o padrão de qualidade quase psicopata da editora. Ele ainda vem com uma surpresa para os leitores mais audaciosos: uma reprodução da tábua Ouija que pode ser jogada usando o marcador de página.

A diferença entre o livro e o filme é bem nítido, enquando o livro tem uma pegada mais "analítica" o filme é mais emocional. Mas ambos são ótimos. Mesmo que eu não tenha me assustado com este filme, aliás assisti de boa...


  • Tubarão
Aqui está um dos meus pesadelos quando criança, afinal ninguém manda assistir escondido né?!

TUBARÃO é o clássico romance de Peter Benchley , de 74, que deu origem ao primeiro blockbuster de Steven Spielberg , em 75. Mas, mesmo antes do sucesso na telona, o frenesi alimentar de Jaws se transformou num fenômeno de vendas. O best-seller internacional foi o principal responsável em elevar a fera de barbatanas dorsais ao status de perfeita encarnação do mal. Se já existiu um bicho-papão na natureza, ele está dentro d’água.

Se você ficou com medinho do filme, se prepare porque o livro vai te deixar mais nervoso ainda. Você conhece o tubarão, a cidade de Amity, homens diferentes, uma romancezinho. Mas não se engane, o livro é sobre a luta da natureza e do homem. O final é simplesmente chocante

Ah, só uma coisa: não vá para a água.


  • Amityville
Esse também vai ter resenha aqui no blog, então segura aí.

Adaptada várias vezes para o cinema, a primeira vez em 79, e contando também com diversos spin-offs, a história de Amityville hoje é amplamente conhecida e é considerada um dos mais importantes relatos sobre casas mal-assombradas da cultura popular. No entanto, diversos detalhes da casa permanecem em segredo. Que presença maligna é essa que estava lá dentro? Só lendo AMITYVILLE para descobrir. O livro foi escrito em 77.

Aconselho a assistir a versão de 79, que embora não tenha muitos efeitos especiais, é bem mais fiel livro e lógico te dá muito mais pavor. Mas se você quiser mesmo ver o Ryan Reynolds na versão de 2005, vá em frente, ele é bom, só não é fiel ao livro, vale pelos efeitos.




  • Hellraiser
Esse livro é muito f***.

Escrito em 1986, HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason, Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de longe, o horror do cinema.

Clive Barker escreveu o romance HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e deu resultado”.

O livro é super curtinho, a leitura é rápida, fluida e direta. Já aviso que cena de sadomasoquismo, sexo e muito sangue.

Ok, tem uns errinhos na revisão? Tem.Tem algumas partes da tradução que irritam? Tem, mas nada que seja OMG! O mundo vai explodir! 

A diferença entre o filme e o livro, é que o filmes tem uns detalhes a mais e alguns pontos que foram melhores desenvolvidos.




Tá esses dois próximos, foram o inverso ( filme e livro) , mas são muito bons do mesmo jeito.Eles roubaram muitos noites de sono minhas quando criança... Sim, eu sei que não é um filme para crianças... mas eu sou rebelde haha
  • Sexta feira 13
O livro mostra o making of do primeiro filme, de 1980, como foi escolhido o nome, elenco , roteiro, e até  mesmo o porque do nome Jason. Além disso claro, como foram produzidas as cenas, os perrengues do diretor, o que os atores fizeram depois do filme.

Fotos inéditas e centenas de depoimentos dos atores, membros da equipe e de fãs que também se destacaram no mundo do terror. A cada parágrafo, você vai se sentir andando pelos bastidores das filmagens.

Nunca mais olhei para uma máscara de hóquei com o mesmo olhar. Há mais de 35 anos, Jason Voorhees é sinônimo de terror. A lenda do assassino foi recontada inúmeras vezes em cinemas poeira, aparelhos de VHS ou em reprises nas madrugadas da TV. Ícone supremo dos slasher films (vá dizer isso pessoalmente para Leatherface, Freddy Kruegger ou Chucky!), Jason tem um currículo imbatível no número de vítimas: 146, desde a última contagem do portal Rotten Tomatoes. Aposto que você sabe tudo sobre ele. Será?

Leia SEXTA-FEIRA 13 [ARQUIVOS DE CRYSTAL LAKE] e tente não ficar na cabeça com o famoso efeito sonoro que prenuncia a chegada do assassino.

Ei, o que é isso atrás de você?


  • O massacre da Serra Elétrica
Esse é o que eu tenho mais medo... porque foi baseado em um história verídica =O

O cultuado O Massacre da Serra Elétrica marcou o inconsciente coletivo com seu serial killer mascarado. Em 1974, o filme de horror de baixo orçamento e sem estrelas causou pânico entre os censores, ao mesmo tempo em que arrancou dos fãs as mais diversas manifestações de júbilo e alegria, e continua ainda hoje tão poderoso e impactante quanto quando lançado.

O livro do músico e escritor Stefan Jaworzyn reúne histórias dos bastidores dos filmes da série, perfis do diretor e do psicopata que inspirou o longa, críticas da época, além dos relatórios que recomendavam a censura do filme, tudo amplamente ilustrado com fotografias raras e inéditas da filmagem e os cartazes que a obra ganhou mundo afora.



E Claro tem um bônus... que é a Annabelle!!!

Sim, este mês saiu pela Darkside ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS.


Não é de hoje que os fãs do terror conhecem Ed Warren e sua esposa, Lorraine. O casal foi retratado em filmes de grande sucesso, como Invocação do Mal, Annabelle e Horror em Amityville. Mas basta folhear as páginas de ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS para constatar que, muitas vezes, a vida pode ser bem mais assustadora que o cinema. Principalmente para aqueles que não têm a pretensão de negar fenômenos que nem mesmo a ciência é capaz de explicar.

Lançado originalmente em 1980, e até então inédito no Brasil, ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS é, sem dúvida, o mais completo dossiê sobre os exorcistas/caçadores de fantasmas mais famosos do mundo. Virou o livro de cabeceira do diretor James Wan (Jogos Mortais, Invocação do Mal 1 e 2, Annabelle), além de servir de fonte de inspiração para Vera Farmiga, que interpreta a Sra. Warren no cinema.

Nas páginas do livro, o leitor acaba se tornando um pouco mais íntimo de Lorraine Rita e Edward Warren Miney. Duas almas gêmeas que se completavam ao dividir, entre tantas coisas, a mesma vocação: oferecer ajuda espiritual aos possuídos e atormentados.

E claro aqui fica o trailler do filme, que me fez assistir um filme com a luz acesa, depois de muitos anos... Aquela boneca do capeta.



Dá para acreditar que a maioria desses filmes passava de boas na Tv, ás vezes as 15, 16 horas :o

E Calma aí que tem mais.... tem a segunda parte, com os outros dois tópicos, prometo que vão gostar ;)

beijos Beijos

Ok, não sou de fazer resenhas de filmes que não sejam de livros ou desenhos animados. Mas semana passada entrou emcartaz um filme nacional que anda dando o que falar.

Se trata de Aquarius, filme com Sonia Braga e Humberto Carrão , dirigido por Kleber Mendonça Filho, e que teriam altíssimas chances de nos trazer um Oscar, só que não foi indicado devido a repercussão politica do mesmo. E já falo mais sobre isso, porque primeiro você tem que entender - e depois ir correndo assistir - o filme que abalou alguns "grandões" a ponto de saírem contra o filme.

O filme é classificação 18 anos, e realmente entendo o motivo, já que o filme tem cenas fortes de sexo, que são bem rápidas, flashes na verdade, se não fosse isso, o filme poderia passar tranquilamente para  maiores de 14 anos.


Aquarius conta a história de Clara, uma jornalista especialista em música  de 65 anos, que sobreviveu a um câncer, isso em meados dos anos 80, é viúva há 17 anos , que pertence a classe média alta de Recife, e passou boa parte da sua vida no Edificio Aquarius. Este apartamento de frente para o mar, é uma herança de família, mas mais que isso  é onde todas as lembranças de sua família estão.

Ela sua vida normalmente, entre seus LP's, que são muitos, suas caminhadas á praia, seus mergulhos e amizades, como o salva vidas que fica ali na orla. E cercada de amigos, que ela faz aqui e ali.

Tudo estaria muito bem, se não fosse o pequeno detalhe de uma grande construtora ter comprado todo o prédio menos o dela. E é óbvio que o tubarão não vai deixar um peixinho pequeno como Clara, uma senhora viúva atrapalhar os seus planos. É nesse ponto que vemos como a nossa geração, a maior parte pelo menos, está corrompida a ponto de achar que tudo está atrelado a sucesso e a dinheiro.

Diego, é neto do dono da construtora e como ele mesmo diz "está com sangue nos olhos" depois de ter estudo "Business' no exterior. E ele vai fazer de um tudo para fazer da vida de Clara um inferno. Afinal só ela está empacando o projeto que é seu primeiro, ele até muda o nome do projeto, que era um daqueles nomes em inglês, para Aquarius.

Mas não é só Diego e a construtora que está deixando ela louca com esta história. Ainda tem que aguentar a pressão de ex vizinhos, de filhos e parentes. Tenso. E você acha que ela deixa se abater por isso?

Que nada, ela mostra que ainda tem muita garra e força para lutar pelo que ela pensa. Mesmo que aos olhos de alguns isso possa parecer egoísmo, eu entendi Clara e o motivo dela não arredar o pé dali.
Quando você gosta é apenas vintage, quando você não gosta, é velho. 
O filme é incrível, tem uma fotografia linda, uma trilha sonora - que já falo mais- que é fantástica e uma protagonista que parece em todas as cenas e uma atriz, Sônia Braga, que segura o filme todo. Ela tira aquela imagem que a gente tem - ou a maioria de nós- de mulheres com mais de 60, que sim ela pode ter uma vida ativa, socialmente, sexualmente e fazer o que quiser. 

Clara mostra no corpo as lutas contra o câncer, e isso deixa um impacto forte na primeira vez que vemos, e depois revolta quando a repelem por isso - um babaca na minha opinião - , e ainda tem as pequenas lutas que ela trava em meio ao longa. Mas as memórias que ela guarda, além das alegrias e da paz que ela carrega dá um tom gostoso ao mesmo. Isso sem contar as pequenas coisas, um vulto, uma música na vitrola de Clara, a cômoda que insiste em aparecer, tudo isso liga ao final surpreendente do filme.

O filme retrata muito o lado família, o lado das memórias, aquele lado que dinheiro nenhum compra. Ele mostra como a nossa sociedade esquece dos pequenos prazeres, enquanto busca dinheiro, status e fama. Mostra a luta contra uma grande construtora que não tem vergonha de jogar sujo para conseguir o que quer, indo do céu ao inferno e ás vezes parando em algum lugar entre esses dois.

No final você percebe que não se trata de um edifício velho, com apenas uma moradora batendo o pé. Não, o filme toca em um ponto que mostra o que estamos fazendo da nossa sociedade, o que os nossos jovens estão fazendo,que a hierarquia familiar ainda é muito forte, como será o nosso futuro, que memórias levaremos, será que os Grandes sempre ganharão , sendo a força ou não, que mesmo que sejamos tomados por loucos, devemos lutar pelo que acreditamos.

Mas , vamos falar do motivo desse filme, lindo, ser tão criticado nas altas rodas . E o motivo do auê é por causa disso.
Sim, no festival de Cannes, o elenco denunciou o golpe que o Brasil está sofrendo - não, vou falar de política, então qualquer que seja sua opinião sobre isso, não comente aqui, há blogs e grupos especializados para isso.

Agora que trilha sonora incrível, já começa com Hoje de Taiguara - que não sabia quem era-, e ainda tem Bethânia, Roberto Carlos, Queen e outros tantos que você sai do cinema encantado com a nossa musicalidade nas veias e ainda empactado pelo que o filme nos mostra , meio que nos fazendo engolir seco em algumas horas, nos fazendo ficar com os olhos marejados ou com aquele aperto no coração. Não sentiu isso? Volte lá e assista de novo.

A lista do Spotify para quem quiser escutar estas belezas, embora seria melhor naquele som de vinil, né Clara?

Amei e super indico.

Saí de lá pensando. "Sei que dinheiro no banco é muito bom, mas minhas memórias é o que levarei comigo, e uma consciência limpa, dinheiro nenhum é capaz de comprar"

Beijos beijos.


Não sei sei se já falei - eu falo tanta coisa que já nem lembro mais - , mas deixa eu falar - de novo, se já falei - que eu AMO desenhos animados e filmes infantis. Sério. Posso passar tranquilamente um fim de semana assistindo só desenhos. A maioria dos meus dvds são de filmes infantis e clássicos antigos - Audrey Hepburn é minha diva mor!!!

Então vocês podem imaginar o que eu fiz no feriado passado né. Isso mesmo. Fui assistir Pets – A Vida Secreta dos Bichos, que é uma graça, diga se de passagem e um bom "puxa orelhas" para os que abandonam seus animais.

Direção: Yarrow Cheney, Chris Renaud
EUA, 2016

Max é um cachorrinho que mora em um apartamento de Manhattan. Quando seu dono traz para casa um viralata desleixado chamado Duke, Max não gosta nada, já que o seu tempo de bichinho de estimação favorito parece ter acabado. Mas logo eles vão ter que colocar as divergências de lado pois um coelhinho branco adorável chamado Snowball está construindo um exército de animais abandonados determinados a se vingar de todos os pets que tem dono.

Duração do filme : 90 minutos
Olha a sinopse meio que dá uma enganada. Dá a impressão que eles vão se juntar e combater Snowball, ou Bola de Neve - que é uma fofura. E não é bem isso.

Max é o único pet da Katie, e nunca teve que dividir sua atenção, era somente os dois, vivendo no apartamento dela. Até que um belo dia, Katie sai e volta com um imenso cachorro chamado Duke. Duke é meio folgado, e consegue botar terror no pequeno Max, até que Max vira o jogo e aterroriza o cão enorme.

E nessa guerra entre os dois pela afeição - e a casa - de Katie, os dois acabam entrando em uma encrenca. Quem os salva é um coelhinho muito lindo e muito doido, chamado de Bola de Neve.
O problema é que ele é líder da Turma do Bueiro, que é são vários animais que foram maltratados e/ou abandonados pelos seus donos e agora querem vingança contra os Pets, os animais de estimação felizes.

Agora Max e Duke tem que fugir desse coelhinho doido que quer matá-los de qualquer jeito, quando descobrem que eles ão pets.

Pets, tem personagens incríveis, risadas e um enredo que prende até o final. Dá uma agoniazinha no final, mas nada que envolva lágrimas.

Max é aquele típico filho único que tem ciume do novo integrante da família, porque terá que dividir o espaço que antes era só seu. Sim, egoísta, mas muitos de nós somos assim.Mas isso até conhecer Duke melhor. E nessa jornada de tentar achar o caminho de volta pra casa/fugir do coelho maluco, eles vão sabendo mais sobre o outro.

Conhecemos também os amigos que irão ao resgate dos dois quando eles somem.

A lulu - não sei a raça gente - Gidget é uma fofa. Sério ela é totalmente power girl e apaixonada por Max. Ela é a que comanda a operação resgate. Ok, ela é meio sem noção, mas ela é uma lindeza gente. Tanto que ela faz amizade com uma águia mega perigosa ,o Tiberius, do qual eu ri muito.

Os outros membros do resgate é Mel, um pug hiperativo, Buddy, um "cachorro rebaixado" como dizia meu irmão quando era pequeno, Norman, um porquinho da índia super perdido, Docinho,  uma lovebird linda - saudades da minha Bolota -, Pops, um basset que tem problema nas patinhas e anda com ajuda de rodinhas, e que é apaixonado pela gata Chloe.

Agora da turma do Bueiro, tem um porco que era usado como treino de novos tatuadores em um estudio de tattoo e quando acabou o espaço, eles o abandonaram. O mesmo acontece com vários animais , alguns bem exóticos. Agora o líder deles é o malucão Bola de Neve, que é um coelhinho que trabalhava com um mágico, e quando ele cansou do truque de tirar um coelho da cartola , o mágico simplesmente o descartou. Isso causa um enorme trauma nele, e o faz querer se vingar.

A mensagem do filme é bem clara, muitos acham que os bichinhos não tem sentimentos, que é um objeto que pode simplesmente abandonar ou jogar na rua. Gente, por favor, isso não se faz. É a mesma coisa quando dão bichinhos para crianças de presente, ok dar, sim, mas desde que você se preste a cuidar mesmo que a criança não queira mais, ensine-a que aquele serumaninho tem sentimento, e se você der amor, ele só retribui amor.

Não dê achando que é brinquedo, o que se não quiser mais é só passar pra frente. Morri de dó do trauma desses bichinhos.

O filme é lindo e super recomendo a todos assistirem, e se você tiver um pet vai querer chegar e dar um big abraço nele. Felicia feelings total.

Agora falando em representatividade. A Chloe super me representa, se eu tivesse um animal seria ela, porque é parecida comigo huahua. Super simpática - #sqn, sincera e irônica. Apaixonei por ela.
Já foram assistir?? Me contem!!
Beijos Beijos

Hey pessoinhas,

Sorry pelo desaparecimento, mas passei por uma bad literária, mas estou de volta. Não para falar de livros, mas do filme Esquadrão Suicida, que finalmente estreou no Brasil, na semana passada.

Digo finalmente porque já vi tantos traillers deste filme , que é como se estivesse a anos para estrear. Bom, mas vamos ao filme.

Sinopse
Reúna um time dos super vilões mais perigosos já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie a uma missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente governamental Amanda Waller (Viola Davis) decidiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. No então, assim que o improvável time percebe que eles não foram escolhidos para vencerem, e sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando concluir a missão ou decidem que é cada um por si?
Vamos entender o que é o Esquadrão Suicida primeiro. Eles são um grupo de vilões reunido pelo governo dos Estados Unidos e que recebem a tarefa de completar missões impossíveis , praticamente “suicidas - por isso o nome-, e em troca reduzir de suas longas sentenças - afinal eles são presos. Fora isso, tem o fato deles não gostarem uns dos outros - isso fica claro no HQ, não tanto no filme - e odeiam o governo, que os odeia também. Isso resulta em vários momentos engraçados.

Com um super elenco, tiradas engraçadas,um vilão poderoso, cenas de ação do começo ao fim, uma putz trilha sonora - já falo dela -, tinha tudo para dar certo. mas não deu. Porque faltou um detalhezinho. Um roteiro bem elaborado.

Até poderia ter tido, antes de picotarem tanto o filme, afinal o próprio Jared Leto disse que muitas das suas cenas não foram para a versão final, o filme parece ter saído de um liquidificador. Muitas cenas jogadas aqui e ali, como uma colagem um tanto mal feita. Ah, e se você não assistiu Batman x Superman se prepare para um mega spoiler logo de cara.

Mas sabe o que é pior? O filme é bonzinho e poderia ter sido muuito bom. As cenas de ação são incríveis e a interação dos atores é incrível na tela. Harley Quinn rouba a cena em todo o filme, o Pistoleiro (Floyd) de Will Smith é muito foda, assim como os outros bad guys, - Croc, El diablo, Digger -, que por um momento você chega a esquecer que são vilões. Aliás na hora de contar as histórias de alguns, eles fizeram um verdadeiro drama que te deixa com o coração partido.
Mas o lado dos mocinhos, que não são tão mocinhos assim também é muito bom, Flag, que é apaixonado por June, Katana e a insuportável Amanda Waller, que é a chefona. Ela é bem durona e não tem medo de passar por quem quer que seja ou fazer o que quer que precise fazer para conseguir o que quer. Aliás é dela a idéia de criar um grupo de supervilões para combater outros vilões. Viola Davis simplesmente arrasou nesse filme.

Já que estamos falando de atores, já disse que Will Simith e Margot Robie roubaram as cenas. Mas não tem como deixar de falar de outros dois atores,

Cara Delevingne faz a arqueóloga June que tem seu corpo possuído pela bruxa Magia, uma meia vilã do filme dos vilões, que nem chega a ser tão badass assim. Não achei que ela desempenhou tão ruim seu papel. Muito pelo contrário, achei até que ela segurou bem. Ela é novinha ainda e começou a pouco tempo, tem que relevar, afinal o enredo não ajuda e o final, com ela. foi tipo muito rápido.

E claro que não posso deixar de fora o polêmico Coringa de Jared Leto, que apareceu pouquíssimo no filme, mesmo tendo uma super divulgação, e sabemos o porquê, e que estava muito bem no papel, uma vez que o mesmo disse que se inspirou no camaleônico David Bowie. Claro que as cenas cortadas tiveram um preço, afinal o Joker parece completamente deslocado no filme - aliás nem sei porque ele está no filme, já que ele nem faz parte do esquadrão, só tendo a ligação com a Harley, sua psiquiatra que ele enlouqueceu.

E justamente a forma como venderam a história do Joker e da Harley Quinn - Coringa e Arlequina - é que me deixou mais brava, afinal, não é uma história de amor. Eles tem um relacionamento completamente abusivo a violento. Não aquela história cor de rosa que passaram na tela. Por favor né. Gente é o Coringa, ele não tem sentimentos. Ele é o pior de todos. Não gosto da idéia de muitas garotas e mulheres, acharem normal esse tipo de relacionamento. Não é bonitinho. Sim, eu sei que é ficção, mas ver muitos romantizando isso me deixa doente.

Harley já provou nos quadrinhos que não é a gostosa meio burra que acham que é. Ela tem crescido muito e se superado desde o primeiro que ela apareceu, seja nos seus romances com Hera e o Pistoleiro, seja com sua filha, ou nos planos que ela faz, ela não tem medo.Sua criptonita, infelizmente, é seu pudinzinho- vulgo Coringa. Gosto dela, aliás é ela quem segura esse filme.

Para quem quer saber mais sobre o relacionamento dos dois, sugiro que leia este post perfeito do blog Idéias em roxo ( clique AQUI).

Enfim, enrolei demais para dizer que o filme é bom, mas não vá esperando muito mais que boas cenas de ação, uma ótima trilha sonora e risadas.

A trilha sonora linda já está disponível no Spotify divo.


Quem já assistiu? Concordam comigo ou discordam? Comentem!

Beijos beijos

Esta semana fui assistir o filme adaptado do romance de Jojo Moyes, Como eu era antes de você, já resenhado AQUI. E agora falo o que eu achei do filme.

Recado importante, JAMAIS vá com suas amigas bagunceiras, o filme já é engraçado aí com elas fica mais engraçado ainda e o único choro é das risadas que você tem que segurar porque tem gente que olha feio rsrsrs.

Recado dado, vamos falar do filme, que talvez tenha spoilers - sorry 'bout that .
Eu gostei do filme, achei ele muito fofo e é bem fiel ao livro, mas não consegui me emocionar tanto, seja pelas risadas com as meninas, seja porque no filme achei Will cruel. Sim, com o livro eu tive uma sintonia que não tive com o filme.

Talvez no silêncio do meu quarto, eu volte a assistir e finalmente as lágrimas caiam, como caíram com o livro, mas mesmo ele sendo bonito e me emocionar por alguns trechos, o filme é mais engraçado que triste. E não, eu não chorei. Acho que ando com o coração mais peludo que o normal.

O filme retrata bem Lou, com aquelas roupas engraçadas e coloridas, a meia de abelha. Aliás, Lou é a que é retratada mais fielmente de todos os personagens. Sua personalidade expansiva, sua criatividade nas roupas e sapatos - e bota criatividade nisso, o jeito estabanado e preocupado com todos ao redor. Enfim, conseguiram captar a personagem.
Will, embora tenha sido muito bem representado pelo gostosíssimo Sam Claflin, não me deixou aquele sentimento que o Will do livro deixou.Eu  não me conectei com ele do jeito que deveria. Sério. O Will do livro te dá a deixa para entender o que ele fez - entender , não aceitar - já o do filme, me deixou com raiva pelo egoismo e crueldade.
Os outros personagens são bem representados principalmente Nathan, o enfermeiro/fisioterapeuta, ele deixa as cenas mais engraçadas, a irmã de Lou não é tão irritante como no livro, os pais e o avô de Lou são aquela fofura, assim como os pais de Will mão são tão desajustados como no livro. O pai é bem normal.

Mas vamos falar de Patrick. Não é que Mathew Lewis não tenha representado bem, é que eu tinha outra idéia de Patrick, assim como ele se tornou meio apagado do filme, mesmo a melhor cena sendo do jantar de aniversário da Lou, ele sendo um dos destaques. Ele não teve aquela coisa com a Lou, nem deixou ódio por ele gostar mais de esportes do que dela como no livro. Eu simplesmente não curti muito.

Não entendam mal, o filme é perfeito, engraçado e com cenas lindas, mas não me conectei com ele. Talvez quando eu o assistir pela segunda vez, eu me emocione, mas dessa vez foi mais as risadas mesmo. E o romance deles que é muito lindo, mas ficaria com muita raiva dele se não tivesse lido o livro antes.

Beijos Beijos


Oie amoreees,

Hoje no filmes e séries, vou falar de Convergente, que assisti essa semana.

Se você por acaso, não leu os livros e/ou não assistiu os filmes anteriores, não recomendo a leitura por conter spoilers.



Direção: Robert Schwentke

Após a mensagem de Edith Prior ser revelada, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade
O filme começa do ponto de onde o outro terminou, que é com a mensagem de Edith Prior , que havia um mundo fora dos muros que os cercam, e o que eles chamam de Divergentes , são na verdade a salvação para o mundo. Mas Evelin, a mãe louca do Quatro, fecha os portões e tenta restaurar as facções, como antes, mesmo que para isso ela tenha que brigar com Johanna, a ex lider da Amizade  e sua aliada na queda da Erudição.

Johanna fica horrorizada ao ver sua amiga agir do mesmo jeito que Jeanine, então junta os seus aliados e volta ao seu antigo lar.

Em meio a execuções de antigos colaboradores de Jeanine, Quatro consegue resgatar Caleb antes de seu julgamento e os três, junto com Peter - que os força a levarem-no junto, Cristina e Tori conseguem atravessar a muralha e achar uma nova cidade, uma sociedade a primeira vista perfeita.

Só que essa sociedade aos poucos começa a mostrar um lado obscuro, e que vai contra tudo o que eles acreditavam.



Vou ser sincera, não lembro muito do terceiro livro que li faz mais de dois anos, mas gostei bastante, principalmente das tecnologias que apresentam na nova sociedade que eles encontram. A parte das armas, com aquela viseira e o chuveiro são sensacionais.

A história eu acredito que tenha mudado um pouco porque tem algumas coisas que pareceram estranhas a mim, e outras que senti falta do pouco que lembro, mas enfim, se você esquecer do livro, vai notar que a história está muito boa , cheia de emoção, adrenalina, e vontade de chacoalhar a Tris por ser tão ingênua.

O relacionamento dela com Tobias indo para o espaço e ela não percebe isso. Fica tão focada no diretor do lugar, David, que não percebe as manipulações do lugar. Nem o fato dela estar separada de todos porque ela é pura, e não danificada.



O Peter continua sendo o Peter, eu não consigo ficar brava com ele, ele é o que coloca humor no filme. Caleb, continua o chatonildo de sempre, mas dessa vez ele está no lado de Tris, até que se prove o contrário. Já a Christina está bem apagada, quase não pareceu na história.

Agora sobre a Margem, é bem diferente do que eu tinha imaginado. Não imaginava daquele jeito, que me lembrou muito o acampamento do começo do Star Wars VII. Já em Chicago, as facções pegando fogo, eu fiquei com ódinho da mãe do Quatro. Desculpe a palavra, mas ela está uma tremenda vaca neste filme. Acho que já tinha implicância com ela desde o livro.

O final do filme, que dá a deixa para o próximo, não deixa a desejar, mas também não deixa aquele gostinho de quero ver logo a continuação.

Momento periguetice :

O que é a costa do Quatro?? GZUIS . Não tem como você não ficar boquiaberta com aquelas costas tatuadas.



Momento periguetice já passou!


Eu gostei do filme, é bom,  mas deve ser porque não lembro tanto do livro. Então assistam e me contem!!



Ah Até o dia 31/03 tem sorteio de um box da saga para vocês lá no insta do blog.

Corre lá!!

Beijos Beijos


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...