Confesso que pedi esse livro mais pela capa que pela história - e claro que estar escrito PULLITZER na capa também ajudou. Mas o livro me encantou mesmo pela história, e quando terminou eu fiquei com um gostinho doce e amargo do livro.

A menina da Neve é baseado em um conto de fada russo, no qual um casal de idosos fazem um menininha de neve e no dia seguinte ela ganha vida.



O livro conta a história de Mabel e Jack, e se passa no Alasca de 1920, depois de perderem o único filho deles. Cansada de ser julgada pela família e vizinhos, Mabel dá essa idéia ao marido e eles se mudam para o Alasca, que era literalmente um lugar perdido no meio do nada, ainda mais naquela época.

Ela não se lembrava da última vez que ele tocara sua pele, e aquele pensamento doía como solidão em seu peito. Então ela viu alguns fios prateados em sua barba avermelhada. Quando eles apareceram? Ele também estava ficando grisalho? Os dois desaparecendo sem que nenhum notasse o outro.

Juntos ele vão levando a vida, isolados de todos. O que é claro não dura muito. Já que acabam recebendo ajuda de seus vizinhos George, Esther e de seus filhos, em especial Garret.

Mabel é uma mulher forte, que consegue guardar muito para si mesma, sentindo que falhou na missão de ter um filho. E ela queria muito ser mãe. Jack é um homem criado em uma fazenda, que abandonou tudo para levar a esposa longe do local que traz tanta dor para eles, ele também sofre muito com a perda  do filho deles.

Então em uma noite, Mabel e Jack simplesmente saem brincar na neve e fazem uma meninha de Neve, com direito a um cachecol ver.melho e rostinho esculpido na neve, essa é a primeira noite que se tocam depois de muito tempo.

Era fantástico e impossível, mas Mabel sabia que era real — ela e Jack a tinham feito com neve e galhos e capim congelado. A verdade a impressionou. A criança não apenas era um milagre, como também era criação deles. E ninguém cria vida e a abandona.

A partir dessa data eles passam a ver uma menininha com cabelos muito loiros, que anda muito rápido e que tem um cachecol vermelho. A menina se aproxima aos poucos do casal, um dia de cada vez, passo a passo, até que os dois passam a cuidar da menina como a filha que eles nao tem.

Faina é quase como um espírito da floresta, ela é enigmática, calada e já viu muita coisa nesse mundo. Se mais para frente outros não a vissem, eu imaginaria que era tudo da cabecinha dos dois velhinhos.

Mas o que mais os deixam confusos é que ninguém mais veja a menina, Faina, só eles. Mas não vai ser para sempre assim.

- Sei que parece implausível, mas não está vendo? – disse ela. – Nós a queríamos, nós a fizemos com amor e esperança, e ela veio até nós. Ela é nossa menininha, e não sei direito como, mas ela foi feita neste lugar, com esta neve, com este frio. Você não acredita?
Ainda não consigo descrever o livro, só que ele é muito bem escrito, muito bem descritivo e ainda não sei o que Faina é exatamente, mas tenho algumas suposições.

Mabel e Jack são um casal que despertam a simpatia em você. Parte pelo sofrimento, parte pela garra em continuar, parte em ir em frente mesmo com as dificuldades. em vários momentos você se pega pensativa com Mabel, ou indo atrás de sustento com Jack. Mas a maior parte é aprendendo a lidar com aquele pedacinho de gente que mais parece ser uma fadinha mágica, com seu casado azul, e o cachecol vermelho e sua raposa.

Ali estava. Uma Imagenzinha em meio ás arvores. Aquilo era uma saia cobrindo pernas?Um cachecol vermelho no pescoço e cabelos brancos caindo nas costas?pequena. Rápida. Uma menininha. Correndo perto da Floresta. Depois desaparecendo nas Arvores.

Os vizinhos de Mabel e Jack, são os Benson, George e Esther, que vão entrando na vida dos dois sutilmente, ou se repararmos como Esther é, com a sutileza de um tornado. A mulher é muito guerreira. Adorei as passagens com elas. São os melhores vizinhos ever. E que tem como filho Garret, que acaba sendo uma parte importante da história com Mabel e Jack.

Faina me encantou, me deixou triste, adorei o seu personagem. Assim como Garret. O bonitinho é que a gente vê os dois crescendo. E Mabel finalmente podendo ser "mãe" é tão lindo de se ver.

Eles eram como crianças brincando de papai e mamãe, e Mabel estava feliz.

Super Indico. O final é bonito, mas é triste também.


Beijos Beijos

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Há alguns meses atrás recebi da Novo Conceito, o livreto com trechos de  Dez coisas que aprendi sobre o amor, e eu amei, fiquei louca para ler, tanto que fiz este post.

Só que que quando chegou, passado um tempo, eu fui deixando ele para trás na fila de leitura - shame on me - e quando finalmente peguei para ler, eu não consegui me conectar com a história. Não sei se era problema comigo ou com a leitura , mas enfim.


O livro fala sobre duas histórias : a de Daniel e a de Alice. A primeira vista eles não tem nada em comum.

Alice  é um personagem que carrega dentro dela o peso de achar que não é amada pela família, de pensar que é culpada pela morte da mãe, de ser mais feliz viajando do que ali com a família dela, ela fica pensado o que tem de errado com ela, já que as irmãs dela, Tilly e Cee são aparentemente muito diferente dela, que sabem de coisas que ela não sabe. Sua relação com o pai também não foi lá aquelas coisas.

Ela volta para casa depois de seu pai ser diagnosticado e ter apenas três semanas de vida, sendo que duas delas as irmãs passaram procurando por ela. Nessa semana com o pai, as coisas ficam mais não ditas que ditas. E a solução dela é sempre a mesma. Fugir, viajar, ficar longe da família.

 - Se você ficar imóvel num lugar tempo o bastante, ele se mostrará para você. Leva tempo, mas você encontra estampas e, depois que as encontra, pode começar a se sentir em casa.'

Daniel é um sem teto que fica vagando pelas ruas á procura de sua filha, e enquanto isso, faz uma lista de coisas que lembram ela e que gostaria de lhe falar. Ele é um homem sofrido, nem tanto pela sua situação de vida, mas que perdeu muitas pessoas queridas, inclusive a mulher que ele mais amava mas que não era dele.

Uma vez que tenha me apaixonado, acho quase impossível me desapaixonar; aprendi isso sobre mim mesmo. Não é algo que torne a vida mais fácil.

Alice e Daniel não se conhecem - quer dizer ainda - e de comum eles tem o amor por estrelas, cores e mirtilos. E claro o hábito de fazerem listas de dez coisas para expressarem seus sentimentos. Coisas que os deixam felizes, tristes, que eles lembram ou que aprenderam.

Sou um velho de coração meloso, não há outra maneira de descrever. E a verdade é que me sinto mais em casa aqui - à beira do rio, onde há lama e confusão...

O livro é bem poético, ele é uma leitura calma, mais éterea. O livro em si é lindo, mas Alice me incomodou um pouco. Ela não quer resolver nada, ela não quer se magoar, e para se proteger , ela foge, ela não luta, ela só tentar não ser mais rejeitada do que já se sente. A parte de Daniel, eu gostei mais, ele é mais descritivo que emocional, mas ele faz com um jeito de poeta que me encantou muito.

Agora vamos ao que realmente não me fez conectar na história. O segredo, que a autora insiste em esconder, tá na nossa cara desde o primeiro capítulo. E ela faz todo um mistério, mas não desenvolve sabe, a todo momento você fica tenso ao pensar na reação de Alice, mas nada acontece.

Outra coisa foi as linhas de raciocínio que ela não terminava nos capítulos, e não continuava no outro... Sabe quando você está conversando e alguém interrompe a conversa no ponto alto da história e o rumo da conversa vira outro e o assunto é esquecido... então é bem assim... Vai dizer que não incomoda?

Por isso preciso deixar essa cidade: porque é o tipo de lugar onde alguém destruiria algo feito obviamente com cuidado, só pelo prazer de destruir.

Bom, o livro é lindo, os capítulos começam, ou acabam, sempre com um lista diferente - o que pode te deixar own , ou te irritar -, ele tem um acabamento nas páginas que é muito bonito.



Eu indico, se você gosta de uma leitura mais poética, mais lírico, que seja mais sobre sentimento do que propriamente para pensar, até porque os personagens são reais, eles tem defeitos e qualidades, eles erram na mesma quantidade que acertam.

Beijos Beijos

 Bom, vamos começar falando que espero que o governo nunca leia este livro, porque ele toca em um ponto muito polêmico hoje em dia. O aborto.

O livro é muito bom. E agora vou contar um pouco dele para vocês.



Fragmentados se passa em uma cidade distópica após a Guerra de Heartland, que aconteceu porque a população estava dividida entre os Pró-Vida, aqueles que eram contra o aborto, e os Pró-Escolha, que entendiam que era uma opção da mãe abortar ou não. Para acabar a briga , foi feita uma lei que agradou ambos os lados e a paz foi restabelecida.

A lei foi chamada de A Lei da Vida, ela protegia desde o feto até a idade de 13 anos. A vida deveria ser mantida e protegida até essa idade, a partir de então os pais teriam a opção de “abortar” a criança caso não quisessem mantê-la por qualquer motivo. Eles era "doados" ao governo para que pudesse ser úteis á sociedade , e para isso passavam por um processo chamado fragmentação,que era retirar seus órgãos e partes do corpo, enquanto ainda estavam saudáveis. E isso se tornou uma pratica muito comum naquela sociedade.

É assim que você racionaliza a coisa? -  returca Risa - Você se convence a acreditar que nós vamos ser mais felizes?

Ei, se for esse o caso - emenda Connor -talvez todo mundo deva ser fragmentado. Por que você não vai primeiro?

É nessa sociedade distópica que conhecemos os três principais personagens dessa história : Connor, Risa e Lev.

Connor é um garoto problema, já que se meteu em inumeras confusões, que aos 17 anos os pais deles assinarm uma ordem para ele ser lavado a. Para se vingar, ele começa a fazer boas ações para que seus pais  fiquem com remorso, mas com a data chegando, ele resolve fugir com sua melhor amiga, só que ela se nega a ir com ele no último momento. Então ele foge sozinho, mas lá no meio da estrada, de carona , o pai e a polícia o acha. E é aí que a vida se une as três pessoas que mudarão sua vida.

Risa é uma garota que foi abandona pela mãe em uma casa estatal, e nesses lugares somente os melhores, ou os que se tornarão militares, os que escolhem outras áreas e não são os melhores, são fragmentados. E ela como pianista, está entre os melhores, mas não é a melhor, portanto também vai ser mandada para o campo. O que ela obviamente não concorda, mas não tem escolha. Mas no meio do caminho seu ônibus sofre um acidente na estrada.

Lev é o décimo filho de uma família muito religiosa, então por toda sua vida, ele sabia que ia ser ofertado como dízimo para ser fragmentado quando chegasse aos 13 anos. Quase todas as famílias religiosas doam um filho como dízimo. E Lev aceita isso, como grande sacrificio. Mas com o passar do tempo ele se torna uma peça muito importante para salvar os fragmentários.

O destino dos três os leva a se conhecerem e se juntarem a uma fuga alucinante contra esse sistema, e no meio desse caminho, eles vão encontrando outros jovens, com pensamentos e histórias.

A menção da lei desce é como água gelada descendo pela espinha de Connor. Ela nunca o incomodara antes, mas as coisas mudam depois que você se torna um fragmentário.

O livro é muito bom, narrado em terceira pessoa, ele não tem um foco especifico, mas a maior parte está no trio principal, mas geralmente temos o panorama geral, assim como o que pensa o guarda, o que é a Colheita, como fazem, e porque.



O trio principal é bem simpático, você se envolve com eles. Fiquei muito boquiaberta com o final deles.

Agora sobre a fragmentação, me correu arrepios. Sério. Tem um capítulo que se passa na sala de cirurgia, e é bem parecido com o vídeo que a NC fez a divulgação. Mas é pior, porque você entende que os jovens estão conscientes durante TODO o processo... Imagine só, você consciente, enquanto eles te tiram a perna, o braço, o nariz, os ouvidos, os olhos... Nossa tenso.


Super Indico, porque é maravilhoso. E também tem romancezinho cute.



Beijos beijos



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Terminando mais uma trilogia. AEEEE \o/

Só que não foi em grande estilo, infelizmente. Não me entenda mal, o livro é bom, mas ficou abaixo das minhas expectativas. Vou explicar o motivo.

Não, a capa não é verde limão assim rsrs


Kelsey acabou a faculdade e agora está á toa pela Europa, fazendo amigos, torrando dinheiro do papai , bebendo e indo á festas.

É em uma dessas festas que ela conhece um americano, lindo , com uma aparência militar e que basicamente vira seu anjo da guarda, ou seja, presencia algumas de suas piores cenas.E o que ela pensava ser apenas um encontro com um homem lindo mas que a deixa nervosa, prova ser bem diferente, e conforme ela vai conhecendo este homem misterioso , ela descobre que na verdade não sabe nada sobre ele.

Porque aquilo importava.
Quem a toca, seja na sua pele ou alma, importa.

Hunt é bonitão e guarda um segredo, mas sua viagem pela Europa ao lado de Kelsey, mostra o lado divertido e sensual da vida, porque é claro que os dois se envolvem. Mas o que acontece quando tudo o que você acha que sabe não passa de mentira e enganos.


Vamos por partes.

Os personagens são bem construídos, mas peguei birra da Kelsey do mesmo jeito que peguei da Bliss. Tudo bem que ela tem um trauma no passado, que seus pais tentaram desacreditá-la , falando que era coisa da cabecinha dela. Mas isso só a tornou mais egocêntrica e chata, pelo menos no começo. O encontro dela com Hunt, a melhora um pouco, tanto que o final é muito bom.

Isso não é verdade. Você é muito mais do que isso. Não sei do que você está fugindo, mas é só uma coisinha á toa, uma lembrança. Ela não pode controlar sua vida.

Hunt é guardou muito bem o segredo dele, e só descobrimos porque Kelsey mexe no celular dele - e ela é a unica narradora. E também revemos Bliss, mesmo que seja por mensagens trocadas entre as duas.

O livro é bom, o final como disse é muito bom, bem coerente e me senti orgulhosa de Kelsey - só no final -, por enfim ocupar a cabeça.

Agora vamos ao que não gostei. O tempo todo senti um dejá vu. Tanto que antes de chegar a metade da leitura, eu já sabia o que ia acontecer. E realmente eu acertei. O livro lembra muito um filme, que passava milhares de vezes na sessão da tarde, que eu não contarei qual é porque senão darei spoiler do livro.

Aquele lugar sangrava história e tragédia e, em comparação a ele, minhas feridas pareciam apenas arranhões.

Mas isso é, como disse, um motivo pessoal. O livro é bom, e se não fosse pelo deja vu, teria gostado. E claro se a Kelsey fosse menos mimimi... mas isso a gente releva.

Beijos Beijos



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Conheci a Jandy Nelson quando li O céu está em todo lugar, também lançado pela Novo Conceito, há alguns anos atrás. Ele é visualmente lindo e tem uma historia muito envolvente também.

Eu te darei o sol, ele  não é tão visual, porém ele é narrado por duas pessoas em tempos diferentes, e é a mesma história, só que pontos de vistas ao mesmo tempo iguais e completamente diferentes.



A história é narrada pelos gêmeos Noah e Jude, só que conhecemos o Noah de 13 /14 anos passando por fase em que é diferente de sua popular irmã, e uma Jude de 16 anos, que estuda no Centro de Artes, e é totalmente voltada para seu mundo ao contrário do seu irmão, agora popular e esportista.

Mas como eles fazem essa transferência de personalidades é o que se passou  na noite fatídica em que a mãe deles morre.

Noah é um artista talentoso, ele tem o dom de desenhar, e ele faz isso como poucos. Mas o que o deixa perturbado é ele gostar de meninos. Sim, ele já é chamado de Bolha por não se misturar com os outros, ao contrário de sua gêmea Jude, que é um raio de sol, popular, que surfa e também é bem talentosa com suas esculturas de areia.

Isso me surpreende. Ela nunca me pediu um desenho antes. Sou péssimo em me desfazer deles..

Com a chegada de um novo garoto, Brian, ele acaba descobrindo um novo amor, que o leva a participar da turminha dos populares, os mesmos que o ameaçava jogar dos penhascos. Mas o interesse de Jude por ele pode separar os gêmeos ainda mais. Ainda mais depois terem ido jogar sete minutos no paraíso.

Afinal seu pai gostava mais dela, seus amigos gostavam mais dela. Só sua mãe o preferia antes de Jude. É por essa que ele se esforça para entrar na Escola de arte, ele passa tardes inteiras das férias desenhando furtivamente pelas janelas do Instituto, lá ele vê seu primeiro modelo nú, um inglês lindissimo, que é super educado com ele.

Mas de repente sua vida vira de ponta cabeça, com o casamento de seus pais , com Brian, Heather e seus sentimentos.

Jude é uma garota com muitos demônios a exorcizar. Depois de uma experiência traumática, tudo o que ela queria era o colo da sua mãe, a mãe com quem ela vivia discutindo, que gostava mais de seu irmão, o irmão que hoje ela não reconhece mais, mas justo naquele dia , sua mãe a deixa. Assim como sua vó, sua mãe passa a viver somente em sua cabeça.

Suas aulas na escola de arte não estão no ritmo esperado, seu professor lhe dá um ultimato, já que sabe que ela é super talentosa, e assim pede que ela aprimore sua arte em pedra, com o mestre Guillermo Garcia, que há um bom tempo não tem nenhum aluno.

Ela consegue com que ele a ensine, e lá ela conhece Oscar, uma inglês maravilhoso, que a faz pensar em voltar atrás em seu pacto de nada de meninos.

Que pena não poder tirar aquela foto - diz ele - Espero que você não se importe com o que eu vou dizer, mas você pare um anjo sentada aí. - Ele fica sério, como se refletisse sobre o que disse. - Mas disfarçada, como se tivesse caído do Céu e pegado emprestado as roupas de alguém.

Os dias no ateliê do mestre e com Oscar a fazem pensar em seu relacionamento com Noah, e no comportamento "normal" de seu irmão, que abdicou totalmente da arte e agora vive como um jovem popular , com uma namorada e assistindo esportes com o pai.Enquanto ela veste roupas de menino, cortou seu cabelo comprido e vive citando doenças médicas e coisas que sua avó lhe ensinou antes de morrer. Isso e costura, uma vez que seu quarto está cheio de vestidos lindos que ela criou.

Para reverter os desejos do coração. Sabedoria familiar antiga .

Guillermo ri.

Ah muito bom. Na minha família, nós simplesmente sofremos.

E quando você menos espera todas essas histórias se entrelaçará em uma só que começou lá trás.



As narrativas são maravilhosas e os personagens são bem construídos. Com Noah você sente a perturbação dele por não ser o que os outros querem, que não pode seguir seu coração por não ser o "normal". Já com Jude, um passo em falso a faz se voltar pra ela mesma e a sabedoria de sua vó, com quem ela bate altos papos, e são muito bonitinhas.

Esse livro é muito bom. Ele fala sobre relacionamentos , seja entre pais e filhos, irmãos, amigos, amores. Mas fala principalmente sobre sinceridade com você mesmo, mentiras que podem mudar vidas, indecisões, de vidas que tomam rumos opostos por falta de diálogo..

A vida é imprevisível. Assim como as pessoas. O que o livro mostra é isso. Que ás vezes você tenta proteger uma pessoa de sofrer, você pode fazê-la se sentir pior. Que a verdade pode doer, mas liberta dos pesos no ombros.



Deixo. Deixo que meu coração se parta.
E Noah está aqui, forte e firme, para me segurar, para me abraçar durante a queda , para ter a certeza de que estou segura.
Beijos Beijos

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