Há alguns meses atrás recebi da Novo Conceito, o livreto com trechos de  Dez coisas que aprendi sobre o amor, e eu amei, fiquei louca para ler, tanto que fiz este post.

Só que que quando chegou, passado um tempo, eu fui deixando ele para trás na fila de leitura - shame on me - e quando finalmente peguei para ler, eu não consegui me conectar com a história. Não sei se era problema comigo ou com a leitura , mas enfim.


O livro fala sobre duas histórias : a de Daniel e a de Alice. A primeira vista eles não tem nada em comum.

Alice  é um personagem que carrega dentro dela o peso de achar que não é amada pela família, de pensar que é culpada pela morte da mãe, de ser mais feliz viajando do que ali com a família dela, ela fica pensado o que tem de errado com ela, já que as irmãs dela, Tilly e Cee são aparentemente muito diferente dela, que sabem de coisas que ela não sabe. Sua relação com o pai também não foi lá aquelas coisas.

Ela volta para casa depois de seu pai ser diagnosticado e ter apenas três semanas de vida, sendo que duas delas as irmãs passaram procurando por ela. Nessa semana com o pai, as coisas ficam mais não ditas que ditas. E a solução dela é sempre a mesma. Fugir, viajar, ficar longe da família.

 - Se você ficar imóvel num lugar tempo o bastante, ele se mostrará para você. Leva tempo, mas você encontra estampas e, depois que as encontra, pode começar a se sentir em casa.'

Daniel é um sem teto que fica vagando pelas ruas á procura de sua filha, e enquanto isso, faz uma lista de coisas que lembram ela e que gostaria de lhe falar. Ele é um homem sofrido, nem tanto pela sua situação de vida, mas que perdeu muitas pessoas queridas, inclusive a mulher que ele mais amava mas que não era dele.

Uma vez que tenha me apaixonado, acho quase impossível me desapaixonar; aprendi isso sobre mim mesmo. Não é algo que torne a vida mais fácil.

Alice e Daniel não se conhecem - quer dizer ainda - e de comum eles tem o amor por estrelas, cores e mirtilos. E claro o hábito de fazerem listas de dez coisas para expressarem seus sentimentos. Coisas que os deixam felizes, tristes, que eles lembram ou que aprenderam.

Sou um velho de coração meloso, não há outra maneira de descrever. E a verdade é que me sinto mais em casa aqui - à beira do rio, onde há lama e confusão...

O livro é bem poético, ele é uma leitura calma, mais éterea. O livro em si é lindo, mas Alice me incomodou um pouco. Ela não quer resolver nada, ela não quer se magoar, e para se proteger , ela foge, ela não luta, ela só tentar não ser mais rejeitada do que já se sente. A parte de Daniel, eu gostei mais, ele é mais descritivo que emocional, mas ele faz com um jeito de poeta que me encantou muito.

Agora vamos ao que realmente não me fez conectar na história. O segredo, que a autora insiste em esconder, tá na nossa cara desde o primeiro capítulo. E ela faz todo um mistério, mas não desenvolve sabe, a todo momento você fica tenso ao pensar na reação de Alice, mas nada acontece.

Outra coisa foi as linhas de raciocínio que ela não terminava nos capítulos, e não continuava no outro... Sabe quando você está conversando e alguém interrompe a conversa no ponto alto da história e o rumo da conversa vira outro e o assunto é esquecido... então é bem assim... Vai dizer que não incomoda?

Por isso preciso deixar essa cidade: porque é o tipo de lugar onde alguém destruiria algo feito obviamente com cuidado, só pelo prazer de destruir.

Bom, o livro é lindo, os capítulos começam, ou acabam, sempre com um lista diferente - o que pode te deixar own , ou te irritar -, ele tem um acabamento nas páginas que é muito bonito.



Eu indico, se você gosta de uma leitura mais poética, mais lírico, que seja mais sobre sentimento do que propriamente para pensar, até porque os personagens são reais, eles tem defeitos e qualidades, eles erram na mesma quantidade que acertam.

Beijos Beijos

Recebi da Novo Conceito um trecho de um futuro lançamento da editora.

Li porque achei bonitinho o nome e porque vi a capa liiiindaaaa.

Resenho porque necessito da continuação - para agora!!!



O livro de estreia de Sarah Butler é considerado por alguns como uma “verdadeira homenagem a cidade de Londres” e até mesmo “poema em prosa sobre os laços de afeto”. O livro foi indicado pela Oprah Winfrey e a escritora Vanessa Diffenbaugh, do livro A Linguagem das Flores, fala que o livro é essencial para aqueles que “se perguntam onde eles pertencem e a quem pertencem”.


A história fala sobre duas pessoas completamente diferentes e, ao mesmo tempo, que complementam-se: Daniel, um mendigo que lista diariamente os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu; e Alice, que não se sente à vontade entre a família que a cerca e também tem a sua lista, de coisas que a tornam feliz ou triste. O que eles tem em comum, devem estar me perguntando? O amor, é claro, esse sentimento que se torna um dos personagens principais, presente em toda a história.

O livro  Dez coisas que aprendi sobre o amor fala sobre duas histórias : a de Daniel e a de Alice. A primeira vista eles não tem nada em comum.

Alice volta para casa depois de muito tempo viajando, por causa da doença de seu pai, e que acredita que a morte de sua mãe - e várias outras coisas -  é culpa sua. E, eu desconfio o que o pai dela quer contar para ela.

Daniel é um mendigo que fica vagando pelas ruas á procura de sua filha, e enquanto isso, faz uma lista de coisas que lembram ela e que gostaria de lhe falar.

Esse capítulo me chamou muito a atenção, e espero que o livro todo continue nessa mesma linha. É emoção pura e simples.

Uma vez que tenha me apaixonado, acho quase impossível me desapaixonar; aprendi isso sobre mim mesmo. Não é algo que torne a vida mais fácil.

 Quem quiser ler também. Só clicar AQUI.

E também nos pediram para fazer uma lista com 10 coisas que vocês sabem sobre o amor. Então vou colocar aqui o que eu aprendi e sei sobre o Amor.


  1. SEI que o amor nem sempre é compassivo e benigno como diz a Biblia.
  2. SEI que amor é válido vindo de todas as formas e lugares.
  3. SEI que dizer não a quem se ama, é difícil e dói, mas ensina.
  4. SEI que não temos que fingir ser o que não somos para que nos amem mais.
  5. SEI que quando mentimos para quem amamos, aquilo se torna um peso.
  6. SEI que o fardo fica mais leve se dividirmos nossas preocupações com quem amamos.
  7. SEI que posso até não conseguir fazer nada para diminuir a tristeza de quem amo, mas vou tentar o máximo ver ela sorrir.
  8. SEI que amar é estar ao lado , mesmo que não haja consolo, é estar presente para enxugar as lágrimas, é o melhor apoio.
  9. SEI que amar é escutar de verdade o que o outro fala, e também aquilo que seus olhos dizem.
  10. SEI que se eu não conseguir deixar quem eu amo, feliz, devo deixar ela seguir o caminho dela. Afinal amor é ver a quem se ama, feliz. Mesmo que isso nos faça sofrer.


E detalhe: Semana passada estava com um tempo ocioso e comecei a fazer dobradura. Olha que coincidência!!



Beijos Beijos

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...