Eu sempre fui uma apaixonada pelo filme homônimo e
estrelado pelo Mark Ruffalo e pela Reese Whiterspoon <3 Sabe aquela delicado romance que nos toca profundamente, é
fofo mas não é de todo meloso ou incompreensível?!?! Então, imaginem isso com
aquela impossibilidade científica, e uma grande dose de humor e você tem a
versão original da história que encantou milhares de espectadores no cinema....
Eu já estava animada para ler este livro, mas tive
uma experiência ruim com O Primeiro Dia,
também do autor (já resenhado no blog) e fiquei com aquela sensação de que seu
eu lesse eu nunca mais iria conseguir assistir ao filme, pois eu iria ficar
desgostosa com a leitura... MAS NÃO!! Claro que não consigo mais assistir ao
filme, mas por um outro motivo... ELE NUNCA IRÁ SUPERAR O ORIGINAL!! Com
exceção do Mark que foi de certa forma o único que se manteve igual he he he
Lauren
é uma residente no Hospital de São Francisco... sua vida se resume à plantões,
casa, plantões, cuidar de seu cachorro, e vez ou outra visitar sua família. Mas
em geral sua vida é no hospital, onde ela trabalha fascinada na emergência e em
busca de um crescimento profissional.
Num belo dia, Lauren estava a caminho da casa de
praia de uns amigos, em Carmel, quando de súbito seu velho e confiante carro
provoca um grave acidente, deixando a bela e jovem residente entre a vida e a
morte.
Curva fechada na Sutter Street. Ruídos e estalos na direção. Descida brusca na Union Square. São seis e meia, o toca-fitas está em volume alto e Lauren se sente feliz como há muito tempo não se sentia. Longe do estresse, do hospital, das obrigações. É um fim de semana inteiro que se anuncia e ela não quer perder um minuto.
E
entra o primeiro e grande ponto de mudança na história....
Meses depois, o jovem arquiteto Arthur aluga um ótimo e belo apartamento em São Francisco. Uma
mudança em sua vida, ainda mais depois de passar por um conturbado
relacionamento. O que deseja Arthur é ter um momento a sós, e tranquilo... mas
quando menos espera, coisas impossíveis que desafiam a própria lógica passam a
acontecer.
Arthur quando estava terminando seu banho no seu
novo banheiro encontra nada mais, nada menos que um fantasma em seu armário!!! Sim,
um fantasma!! De uma mulher, e bonita... e também bem respondona... Arthur,
passa a achar que enlouqueceu de vez, veja ess agora, vendo fantasmas no
apartamento que acabara de se mudar!!! Mas era a mais pura verdade... havia um
fantasma assombrando seu apartamento, ou quase...
Entre os cabides e de olhos fechados, uma mulher, aparentemente embalada pelo ritmo da música, estalava o polegar e o indicador, cantarolando.
Lauren, ao conseguir acalmar o histérico Arthur (afinal, qualquer um surtaria se visse um
fantasma em sua casa) começa a contar sua história... ela não está morta (ainda), está em coma, e não sabe como ou
por quê isso acontece, mas ela está ali, naquele plano que desafia todas as
leis da física, e está pedindo socorro, pois pela primeira vez alguém não só
conseguiu vê-la como também conseguiu falar com ela...
– Ótimo! Quase uma hora da manhã e vou chegar no hospital, do outro lado da cidade, para pedir às enfermeiras de plantão que me levem com toda urgência ao quarto de alguém que não conheço. Mas cujo fantasma está no meu apartamento. Como quero dormi e se trata de um fantasma teimoso, é o único meio que tenho de conseguir paz.– Acha que consegue?– Acha que consegue o que?
Comovido com a história da jovem, Arthur decide ajudá-la,
mas apenas depois que ele confirma a versão da jovem “espírito”. Determinado a salvar sua vida, e fazer a alma de Lauren
retornar à seu corpo, Arthur fará loucuras, incluindo pôr em risco suas
amizades, seu trabalho e sua própria sanidade, além de seu coração.
– O amanhã é um mistério para todo mundo, um mistério que deve provocar riso e vontade, nunca medo e recusa.
E
Se Fosse Verdade é como o filme retrata, um amor que
surge aos poucos em meio à uma grande questão que envolve temas delicados, como
a eutanásia, a própria condição de vida e morte, e quem a escolhe...
Os sonhos que se vivem a dois são os mais bonitos. A solidão é um jardim em que a alma resseca, com flores que crescem sem perfume.
Marc
Levy
conseguiu transpor em seu romance essas questões que nos fazem pensar, são
pertinentes à nossa realidade, e ao mesmo tempo mostrou duas pessoas que lutam
ferozmente para se manterem unidas, vivendo um dia de cada vez, mesmo que para
isso sejam vistos como loucos, estranhos ou whatever... o importante é viver, e
buscar a cada dia a sua felicidade do jeito que lhe é mais prazeroso.
Quando nossos sábios cientistas declaram ser impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, creio que finalmente eles nada aprenderam sobre os próprios limites, os mesmos que demonstram que tudo é possível, sendo somente uma questão de tempo, o tempo de se descobrir como tornar isso possível.
E com aquela sensação de ansiedade, fofura e tudo o
mais, eu fui lendo, e conhecendo mais a fundo os personagens, principalmente o
Arthur que é um sensível e ao mesmo tempo amargurado homem que vai despertar
todas as emoções que você, leitor(a) tinha achado que estavam dormentes...
Arthur foi de fato a grande surpresa!! Ele é delicado em suas falas e
pensamentos, sem contar que conta com um bom número de ironias que nos fazem
arrancar algumas gargalhadas no decorrer da narrativa...
– Vai ser difícil, é uma assombração. Meu apartamento é mal-assombrado, descobri ontem à noite, por acaso. Uma mulher fantasma, morando no armário do meu banheiro. Passei a noite com ela, mas não aconteceu nada de mais. É muito bonita para um fantasma, nada... – (imitou um monstro). – Não, realmente, uma aparição muito bonita do além. Na verdade, não do além, está mais na categoria do aqui, pois não se foi de fato, continua presente. E isso explica aquilo. Ficou mais claro agora?
Então, se alguém me pergunta se eu preferi o livro
ao filme (agora posso dizer he he he)
eu sempre irei responder que SIM, mas imaginando o Mark Ruffalo como o meu fofo
Arthur!!! Afinal, num romance impossível como esse, o que ele faz para ajudar
sua amada realmente nos toca, nos emociona e nos faz desejar que todos os
homens sejam assim <3 <3 <3
P.S.
Resenha curtinha porque não estou comparando a história com a do filme, e muito
menos posso contar o livro todo, ou solto spoilers direto he he he... Mas posso dizer que já estou me corroendo pelo segundo
livro (SIM, TAMBÉM CHOQUEI QUANDO SOUBE!!)!!!!
Então,
darling, eu voltei pro blog \o/ e quero saber o que acharam da resenha, dos
quotes, e tudo o mais... E vocês preferem o livro ou o filme com o delícia do
Mark?!?!?! Hein hein?!?!? Comentem =)























